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Ciencia.ao - Itens filtrados por data: novembro 2017

Oportunidades de Formação Superior na Alemanha

A Embaixada da República Federal da Alemanha informa que realizará, no dia 21 de Novembro, às 10 horas, na Universidade Agostinho Neto (campus Camama), e no dia 22 de Novembro, às 11 horas, na Universidade Lusíada, eventos informativos sobre oportunidades de formação a nível do ensino superior para jovens que queiram estudar na Alemanha e sobre cursos de língua alemã. Esta iniciativa resulta do aumento do interesse da juventude angolana em fazer a sua formação superior na República Federal da Alemanha.

Estarão presentes no evento representantes do departamento cultural da Embaixada da República Federal da Alemanha, a representante do DAAD (The German Academic Exchange Service), bem como do Goethe- Institut Angola. Todos os interessados serão bem-vindos. A entrada é livre.

 

 

 

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Congresso Internacional em Variação Linguística nas Línguas Românicas

  • Publicado em Eventos

Está aberta a submissão de resumos para apresentação de comunicações orais ou pósteres no Congresso Internacional em Variação Linguística nas Línguas Românicas sob organização do Centro de Línguas, Literaturas e Culturas (CLLC) da Universidade de Aveiro (UA). O Congresso Internacional em Variação Linguística nas Línguas Românicas realiza-se de 2 a 4 de Maio de 2018 em Aveiro, Portugal. 

Comissão organizadora:

– Lurdes de Castro Moutinho, Professora Associada, Universidade de Aveiro, Portugal;

– Rosa Lídia Coimbra, Professora Auxiliar, Universidade de Aveiro, Portugal;

– Elisa Fernández Rei, Professora Contratada Doutora, Universidade de Santiago de Compostela, Espanha;

– Xulio Sousa, Professor Titular, Universidade de Santiago de Compostela, Espanha

– Alberto Gómez Bautista, Professor Adjunto Convidado do ISCA de Lisboa. Instituto Politécnico de Lisboa, Portugal.

 

Comissão Científica (em construção):

– Michel Contini, Professeurémérite da Universidade de Stendhal, Grenoble, França;

– Aldina Quintana, Professora Associada, Universidade Hebraica de Jerusalém, Israel;

– Alexsandro Rodrigues Meireles, Professor Associado I, Universidade Federal do Espírito Santo, Brasil;

– Antonio Romano, Investigador Titular, Universidade de Turim, Itália;

– François Wioland, Wioland François, Professeurémérite, LiLPa, Université de Strasbourg, France;

– Helena Rebelo, Professora Auxiliar, Universidade de Madeira, Portugal;

– Izabel Christine Seara, Professora Associada III, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil;

– Jean-Pierre Zerling, Docteur d’ÉtatenPhonétique, Professor, Universidade de Strasbourg (UdS), França;

– João Manuel Nunes Torrão, Professor Catedrático, Universidade de Aveiro, Portugal;

– Josefa DortaLuis, Professora Catedrática, Universidad de La Laguna, Espanha;

– Leandra Batista Antunes, Professora Associada na Universidade Federal de Ouro Preto, Brasil;

– Maria Teresa Cortez, Professora Associada, Universidade de Aveiro, Portugal;

– Regina Célia Fernandes Cruz, Professora Associada IV, Universidade Federal do Pará, Brasil;

– Rosa Maria Lima, Professora Coordenadora Convidada, Escola Superior de Educação Paula Frassinetti, Porto, Portugal;

– Sandra Madureira, Professora Titular, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Brasil;

– e todos os elementos da Comissão Organizadora.

 

Datas importantes:

  • 9 de Fevereiro de 2018 – data limite para submissão de resumos;
  • 2 de Março de 2018 – notificação aos autores;
  • 16 de Março de 2018 – data limite para inscrição e envio de comprovativo de pagamento;
  • 2 a 4 de Maio de 2018 – realização do Congresso.

 

Submissão de resumos para o Congresso:

Os resumos para comunicações orais ou pósteres devem conter entre 300 e 500 palavras, seis (6) palavras-chave e deverão ser enviados, através do formulário até ao dia 9 de Fevereiro de 2018. Os resumos serão submetidos à apreciação da comissão científica do congresso e a notificação aos autores será enviada até 2 de Março de 2018.

 

Linhas temáticas (sempre relacionadas com línguas românicas):

  • Geoprosódia;
  • Dialectometria e cartografia linguística;
  • Contacto e mudança linguística;
  • Linguística contrastiva;
  • Variação e aquisição da linguagem;
  • Línguas ameaçadas e minoritárias;
  • Variação linguística nos diversos níveis de análise.

A impressão dos pósteres é da responsabilidade dos autores e deverão ser impressos em tamanho A1 (594 x 841 mm), segundo um modelo a disponibilizar.

 

Línguas de trabalho:

Todas as línguas românicas.

 

Inscrição:

A inscrição decorre entre 2 e 16 de Março de 2018, é obrigatória e só é validada após o envio do comprovativo, em pdf ou jpg, do respectivo pagamento através de formulário próprio.  

 

Taxas de inscrição:

  • Investigadores e docentes com comunicação oral ou poster: 80 euros;
  • Estudantes com comunicação oral ou poster: 30 euros;
  • Sem comunicação e com certificado de presença: 15 euros;
  • Sem comunicação e sem certificado de presença: gratuita mas com inscrição obrigatória. Limitada aos lugares disponíveis;
  • Investigadores do CLLC e do ILG: gratuito.

 

Modo de pagamento:

Unicamente por transferência bancária. Os dados para pagamento da inscrição são os abaixo indicados (por favor, referir na transferência o nome “Congresso Internacional em Variação Linguística nas Línguas Românicas”):

IBAN: PT 50 0035 0836 0000 1785 2307 0

Código SWIFT / BIC: CGDIPTPL

Banco: Caixa Geral de Depósitos

Universidade de Aveiro

Campus Universitário de Santiago

3810 – 193 AVEIRO – Portugal

 

Mais informações em: http://congresso.varialing.eu

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Novas Oportunidades de Financiamento de Projectos

O Horizonte 2020 é o maior programa de investigação e inovação da União Europeia (UE). O programa financia programas de investigação e inovação, e está aberto à participação de investigadores de todos os países.

Para o período 2018–2020, o Horizonte 2020 lançou o último programa de trabalho onde estabelece as principais áreas de financiamento. Consulte em https://ec.europa.eu/programmes/horizon2020/en/h2020-sections o programa de trabalho com as diferentes áreas de investigação e inovação a financiamento. Com a finalidade de levar ao conhecimento da comunidade científica, empreendedores e sociedade em geral, estão publicados os “concursos públicos de financiamento abertos” e os programados para o período 2018-2020.

Para mais informações:

https://ec.europa.eu/programmes/horizon2020

- Baixe aqui o ficheiro com as áreas e concursos abertos.

 

Ou entre em contacto com:

O NCP (National Contact Point)

Dr. António de Alcochete

Telef: 924 440 694,

Email: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

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Entendendo os Rankings de Universidades

 

Nota: Considerando a recente mensagem sobre o Estado da Nação, pronunciada pelo Presidente da República de Angola, João Lourenço, na qual se faz referência à meta de ter pelo menos duas universidades entre as 100 melhores de África, voltamos a divulgar este artigo de opinião que poderá ajudar o público em geral a compreender melhor como funcionam os rankings de universidades.

 

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Ultimamente, tem-se falado muito sobre a classificação (ranking) de universidades a nível mundial. Trata-se claramente de um tema bastante controverso, uma vez que há quem os ame, como também há quem os odeie!

A influência dos rankings é cada vez maior. Contudo, a maior parte das pessoas parece não saber qual a sua real utilidade, quem os compila e como são elaborados. Assim, este artigo pretende contribuir para o esclarecimento do processo de classificação, apresentar alguns resultados de 2016, assim como expressar a opinião do autor sobre os vários aspectos relacionados à classificação de universidades. 

Em primeiro lugar, salienta-se que os rankings apenas englobam uma pequena percentagem (< 2%) de todas as universidades do mundo. Há dados que são enviados pela universidade participante (ex. número de estudantes internacionais versus número de estudantes nacionais), porém, outros dados são obtidos em bases de dados independentes (ex. número artigos científicos publicados em revistas indexadas).

Os rankings de universidades têm sido importantes para estudantes, universidades (ex. gestores, professores, investigadores, etc.), governos e sociedade em geral. Resumidamente, os rankings permitem: monitorização de desempenho, realização de comparações, ajuda a estudantes a decidir em que universidade estudar, distribuição de financiamento por parte do governo, envio de bolseiros para as “melhores” universidades, influência na concepção de políticas/reformas do governo, incentivo à divulgação de dados académicos, influência na escolha de parceiros/colaboradores, influência na reputação (visibilidade e credibilidade) da instituição (marketing), identificação de pontos fortes e fracos, e atracção de melhores estudantes, professores e investigadores.

Os rankings são tipicamente elaborados anualmente. Isto deve-se ao facto de os dados relativos aos indicadores utilizados mudarem de ano para ano. Assim, é necessário consultar os rankings anualmente. Todavia, é pouco provável que, de um ano para o outro, uma universidade de topo altere o seu lugar significativamente em determinado ranking. Por outro lado, a reputação de uma universidade está de alguma forma ligada à sua idade. Geralmente, as universidades mais antigas têm maior reputação do que as novas. Contudo, há casos de universidades relativamente recentes a ocuparem boas posições nos rankings

Destaca-se ainda que é possível elaborar rankings organizados por área de conhecimento, por continente, por país, etc. É assim possível fazer comparações mais específicas. Por exemplo, no ranking geral uma universidade pode estar numa posição acima de uma outra, podendo estar, no entanto, bastante abaixo num ranking organizado numa dada área de conhecimento. Assim, dependendo do objectivo, é importante verificar não apenas o ranking geral, mas também os específicos.

Embora existam vários rankings de universidades, destacam-se os mais conceituados: 

1) Classificação Académica das Universidades Mundiais (Academic Ranking of World Universities - ARWU), também conhecido por “Ranking de Xangai” elaborado desde 2003 pela Universidade Jiao Tong de Xangai (China);

2) Classificação das Universidades Mundiais da Times Higher Education (Times Higher Education (THE) World University Ranking), elaborado desde 2004 pela revista THE (Reino Unido);

3) Classificação das Universidades Mundiais da QS (QS World University Ranking), elaborado desde 2004 pela empresa Quacquarelli Symonds (Reino Unido). 

Para classificar as universidades, a metodologia utilizada deve ser científica, estável e transparente, embora não haja uma metodologia perfeita.  Assim, uma vez que cada ranking utiliza os seus próprios indicadores, a comparação de resultados deve ser feita com bastante atenção. Julga-se que a verificação dos 3 referidos rankings resulta numa melhor estimativa da verdadeira classificação de uma dada universidade. Por outro lado, pensa-se que é crucial entender os indicadores utilizados em cada ranking.  

Assim, de forma a facilitar a compreensão, apresentam-se resumidamente os indicadores utilizados pelos 3 referidos rankings:

 

ARWU ranking (6 indicadores) 

1. Qualidade de educação: Número de antigos estudantes que ganharam o prémio nobel ou medalhas por área de conhecimento (10%)

2. Qualidade dos docentes/investigadores: Número de docentes/investigadores que ganharam o prémio nobel ou medalhas por área de conhecimento (20%)

3. Qualidade dos docentes/investigadores: Número de investigadores altamente citados em 21 áreas de conhecimento (20%)

4. Resultados da investigação: Número de artigos publicados em revistas sobre natureza e ciência (20%).  Nota: Este indicador não é considerado no caso das universidades especializadas em humanidades e ciências sociais, sendo o peso distribuído pelos outros indicadores.

5. Resultados da investigação: Número de artigos indexados na Science Citation Index - Expanded and Social Sciences Citation Index (20%)

6. Desempenho académico per capita da universidade (10%)

 

THE ranking (13 indicadores)

  • Ensino (30%) 

1) Reputação (inquérito) (15%)

2) Rácio docentes/investigadores versus estudantes (4.5%)

3) Rácio doutores versus licenciados (2.25%)

4) Rácio doutoramentos atribuídos versus docentes (6%)

5) Receitas da instituição (2.25%)

  • Investigação (30%)

6) Reputação (inquérito) (18%)

7) Receitas (investigação) (6%)

8) Produtividade (investigação). Número de artigos publicados em revistas científicas indexadas (6%)

  • Citações

9) Influência da investigação (30%)

  • Vertente Internacional (docentes, estudantes, investigação) (7.5%)

10) Rácio Estudantes internacionais versus nacionais (2.5%)

11) Rácio Docentes/Investigadores internacionais versus nacionais (2.5%)

12) Colaboração internacional (2.5%)

  • Receitas das Indústria

13) Transferência de conhecimento (2.5%)

 

QS ranking (6 indicadores) 

1. Reputação académica - questionário a académicos sobre as universidades (40%)

2. Reputação do ponto de vista do empregador - questionário aos empregadores sobre as universidades (10%)

3. Rácio número de estudantes versus número de docentes/investigadores (20%)

4. Citações por docente/investigador (20%)

5. Rácio número de docentes/investigadores internacionais versus nacionais (5%)

6. Rácio número de estudantes internacionais versus nacionais (5%)

  

Como se pode observar, cada ranking é elaborado de acordo com os seus próprios indicadores, sendo os mesmos bastante diferentes. Pode-se concluir que estes rankings assentam essencialmente em indicadores sobre ensino, investigação, empregabilidade, transferência de conhecimento e internacionalização. Salienta-se ainda que é necessário considerar a definição exacta de cada indicador.

Consultando os referidos rankings relativos ao ano de 2016, chega-se à conclusão que os Estados Unidos da América (EUA) lideram os primeiros 10 lugares (ARWU 8/10, THE 6/10, QS 5/10), seguindo-se o Reino Unido (UK) (ARWU 2/10, THE 3/10, QS 4/10). Constata-se ainda que as seguintes universidades (ordenadas pela média das posições nos 3 rankings), constam das primeiras 10 nos referidos rankings

  • Stanford University, EUA (ARWU-2, THE-3, QS-2) (2.3)
  • Harvard University, EUA (ARWU-1, THE-6, QS-3) (3.3)
  • Massachusetts Institute of Technology, EUA (ARWU-5, THE-5, QS-1) (3.7)
  • University of Cambridge, UK (ARWU-4, THE-4, QS-4) (4)
  • California Institute of Technology, EUA (ARWU-8, THE-1, QS-5) (4.7)
  • Oxford University, UK (ARWU-7, THE-2, QS-6) (5)
  • Princeton University, EUA (ARWU-6, THE-7, QS-11) (8)
  • University of Chicago, EUA (ARWU-10, THE-10, QS-10) (10)
  • Institute of Technology Zurich, SUÍÇA (ARWU-19, THE-9, QS-8) (12)
  • University College London, UK (ARWU-17, THE-14, QS-7) (12.7)
  • Imperial College London, UK (ARWU-22, THE-8, QS-9) (13)
  • University of California-Berkeley, EUA (ARWU-3, THE-13, QS-28) (14.7)
  • Columbia University, EUA (ARWU-9, THE-15, QS-20) (14.7)

 

Ou seja, estas universidades são, de acordo com os referidos rankings, as melhores do mundo em 2016. Para referência, apresentam-se a seguir as universidades melhor classificadas (2016) de África, da China, Portugal e do Brasil:

  • Tsinghua University, China (ARWU-58, THE-47, QS-24) (43)
  • Lomonosov Moscow State University (ARWU-87, THE-161, QS-108) (118.7)
  • Universidade de São Paulo, Brasil (ARWU-101:150, THE-201-250, QS-120) (140.7 ?)
  • University of Cape Town, SA (ARWU-201:300, THE-120, QS-191) (170.7 ?)
  • Universidade de Lisboa, Portugal (ARWU-151:200, THE-501:600, QS-330) (327.3 ?)

 

Por outro lado, as universidades africanas que constam em 2016 nos referidos rankings são as seguintes:

  • University of Cape Town, SA (ARWU-201:300, THE-120, QS-191) (170.7 ?)
  • University of the Witwatersrand, SA (ARWU-201:300, THE-201:250, QS-359) (253.7 ?)
  • The American University in Cairo, Egipto (ARWU-, THE-, QS-365) (365)
  • Stellenbosch University, SA (ARWU-401:500, THE-301:350, QS-395) (365.7 ?)
  • University of Kwazulu Natal, SA (ARWU-401:500, THE-401:500, QS-651:700) (484.3 ?)
  • University of Pretoria, SA (ARWU-, THE-501:600, QS-551-600) (526 ?)
  • Makerere University, Uganda (ARWU-, THE-401:500, QS-701+) ( 551?)
  • Cairo University, Egipto (ARWU-401:500, THE-601:800, QS-551:600) (576 ?)
  • Rhodes University, SA (ARWU-, THE-, QS-551:600) (551:600)
  • University of Johannesburg, SA (ARWU-, THE-, QS-601:650) (601:650)
  • University of Ghana, Gana (ARWU-, THE-601:800, QS-701+) ( 651?)
  • Alexandria University, Egipto (ARWU-, THE-601:800, QS-701+) (651 ?)
  • University of Marrakech Cadi Ayyad, Marrocos (ARWU-, THE-601:800, QS-) (601:800)
  • Suez Canal University, Egipto (ARWU-, THE-601:800, QS-) (601:800)
  • University of South Africa, SA (ARWU-, THE-601:800, QS-) (601:800)
  • Al Azhar University, Egipto (ARWU-, THE-, QS-701+) (701+)
  • Ain Shams University, Egipto (ARWU-, THE-, QS-701+) (701+)
  • North-West University, SA (ARWU-, THE-, QS-701+) (701+)
  • University of Western Cape, SA (ARWU-, THE-, QS-701+) (701+)

 

Analisando estes dados, claramente se observa o domínio da África do Sul e do Egipto no contexto africano. Ou seja, das 19 universidades africanas que constam nos referidos rankings de 2016, 10 são sul africanas e 6 são egípcias. Conclui-se ainda que a Universidade de Cape Town foi a melhor classificada em 2016.

Como se pode ainda observar nenhuma universidade angolana consta dos referidos rankings. Considerando os indicadores utilizados, o leitor estará em melhores condições para poder tirar as suas próprias conclusões. Contudo, julga-se que ainda há vários aspectos a melhorar antes que alguma universidade angolana possa constar nos referidos rankings.

Finalmente, podemos concluir que os rankings dependem dos indicadores utilizados e dos pesos a eles atribuídos. Adicionalmente, a estimativa da qualidade de ensino continua a ser a principal limitação dos rankings actuais. Julga-se ainda que os rankings devem ser vistos como estimativas limitadas da qualidade das universidades analisadas. Assim, cabe ao leitor decidir se deve ou não confiar em determinado ranking.  

 

Mais informação

http://www.shanghairanking.com/

http://www.topuniversities.com/

https://www.timeshighereducation.com/

http://www.eua.be/Libraries/publications-homepage-list/Global_University_Rankings_and_Their_Impact.pdf?sfvrsn=4

 

11/12/2016

 

Ricardo Queirós

Doutorado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores

Investigador na área de Instrumentação e Medidas

Faculdade de Engenharia - Universidade Agostinho Neto

E- Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

https://www.linkedin.com/in/ricardo-queirós-5449106

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Celebrações do 10 de Novembro “Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento”

 

O dia mundial da ciência pela paz e pelo desenvolvimento é um dia celebrado internacionalmente para destacar a importância da ciência na e para a sociedade e que a ciência, paz e desenvolvimento estão interligados. Celebrado anualmente a 10 de Novembro, o dia mundial da ciência destaca ainda a importância e relevância da ciência no nosso dia-a-dia, assim como a necessidade de engajar o público em geral em debates sobre temas científicos emergentes. Através da ligação da ciência à sociedade, o dia mundial da ciência pela paz e pelo desenvolvimento pretende garantir que os cidadãos se mantenham informados sobre os desenvolvimentos na ciência. Pretende ainda enfatizar o papel dos cientistas na expansão do conhecimento do nosso magnífico e frágil planeta e em tornar a nossa sociedade mais sustentável.

Assim, de acordo com a orientação da UNESCO, segundo a qual a data deve ser celebrada condignamente em todos os países, e tendo em conta o importante papel da ciência no desenvolvimento socioeconómico dos países, o Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) apela aos governos provinciais para se juntarem a esta iniciativa, realizando actividades como palestras, colóquios, exposições, feiras científicas ou outras actividades, engajando as Instituições de Ensino Superior, de Investigação Científica e do Ensino Geral, Centros e Museus, entidades científicas e de educação, empresas públicas e privadas, meios de comunicação social e entidades da sociedade civil. 

 

Mais informação sobre o dia mundial da ciência pela paz e pelo desenvolvimento

http://www.unesco.org/new/en/unesco/events/prizes-and-celebrations/celebrations/international-days/world-science-day-for-peace-and-development/

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Candidaturas Abertas: Workshop em Língua Portuguesa sobre Concursos da EDCTP e Elaboração de Propostas de Projectos

  • Publicado em Eventos

 

A EDCTP (European & Developing Countries Clinical Trials Partnership) solicita a investigadores interessados a submissão de candidaturas para participarem no workshop sobre concursos EDCTP e técnicas de elaboração de propostas de projectos para financiamento. 

O workshop realizar-se-á em Maputo, Moçambique, no Centro de Investigação em Saúde de Manhiça (CISM), instituição gerida pela Fundação Manhiça, de 29 a 31 de Janeiro de 2018. O Workshop tem como objectivos informar os investigadores sobre os principais mecanismos de financiamento da EDCTP, sobre o processo de revisão de candidaturas e os critérios de elegibilidade, assim como clarificar o processo de elaboração e submissão de propostas de projectos. A EDCTP financia ensaios clínicos, trabalho em rede e o desenvolvimento de capacidades na África subsaariana através de concursos públicos.

 

Critérios de elegibilidade

A EDCTP aceita candidaturas de investigadores de países da África subsaariana. Para ser elegível, o(a) candidato(a) deverá: 

  • Ser residente permanente de um dos países da África subsaariana;
  • Ter, no momento em que submete a candidatura, um mestrado ou doutoramento numa área biomédica relevante para a EDCTP, ou um diploma médico;
  • Ter experiência comprovada na realização de investigação clínica em área de trabalho da EDCTP;
  • Não ter beneficiado de uma bolsa da EDCTP ou participado num projecto ou workshop financiado pela EDCTP.

NOTA: As despesas de viagem, diárias e de alojamento dos investigadores seleccionados serão cobertas e organizadas pela EDCTP.

 

Procedimentos para a candidatura

O processo de candidatura deve estar em português, e deve incluir: 

  • Um resumo do Curriculum vitae (max. 1 página)
  • Uma carta de motivação que descreva: (1) as necessidades de formação e a experiência na elaboração e no desenvolvimento de candidaturas a financiamento; (2) as oportunidades de financiamento que o(a) candidato(a) ou a sua equipa procura; (3) os concursos específicos da EDCTP do interessado(a) candidato(a) ou da sua equipa (se aplicável); (4) o modo de participação no workshop do beneficiário(a) candidato(a), a sua equipa ou organização;
  • Fotocópia do documento de identificação ou passaporte;
  • Fotocópia do diploma (grau mais elevado ou relevante para o workshop).

As submissões de candidaturas deverão ser efectuadas por correio electrónico para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. até às 18:00 CEST do dia 17 de Novembro de 2017

 

Mais informação

http://www.edctp.org/news/call-participants-workshop-edctp-grant-proposal-writing-portuguese/

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