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Ciencia.ao - Itens filtrados por data: julho 2017

ISCED da Huíla Realiza 1º Congresso Internacional de Ensino das Ciências

  • Publicado em Eventos

O Instituto Superior de Ciências de Educação da Huíla informa que estão abertas, até o dia 15 de Agosto, as inscrições para o 1º Congresso Internacional de Ensino das Ciências (CIECI) com o tema: “O Ensino das Ciências para um Desenvolvimento Sustentável. Desafios e Perspectivas”, a realizar-se de 26 a 27 de Outubro de 2017 na referida Instituição.

O 1º Congresso do ISCED-Huíla tem como objectivo reflectir sobre a oferta formativa, com base nos desafios que se colocam ao ensino das ciências no século XXI. Este Congresso pretende ser um espaço de reflexão alargada, actual e sistematizada sobre as formas, os contextos e os processos educativos que se vêm desenvolvendo, procurando convocar e pôr em debate abordagens teóricas e conceptualmente plurais sobre as relações e diálogos que se estabelecem quotidianamente entre os diversos agentes, individuais e colectivos, que se movimentam e interagem num campo vasto e heterogéneo como o da Educação.

 

Temas

  • O Processo de Ensino Aprendizagem (PEA) das Ciências: Matemática e Informática;
  • O PEA das Ciências Experimentais: Física, Biologia, Geografia e Química;
  • Formação de futuros professores em Ciências, desafios e perspectivas;
  • Ciência, Sociedade, Tecnologia e Ambiente.

 

Modalidades de Trabalho

  • Exposição oral
  • Mesa-redonda 
  • Posters

 

Inscrições

  • A participação no congresso sem comunicação é grátis;
  • A participação com comunicação será taxada em 5 000,00 Kz;
  • A inscrição nos cursos pré-congresso será taxada em 5 000,00 Kz.

O valor de inscrição não inclui despesas logísticas (transporte, alimentação e alojamento). No acto de inscrição, preenche-se um formulário.

Os Autores devem submeter os Resumos de seus Trabalhos, para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. . O ISCED não espera receber Trabalhos por outras vias.

 

Prazos

  • Fim das inscrições - 15 de Agosto de 2017;
  • Prazo de envio de resumos - Até 15 de Agosto de 2017;
  • Prazo de envio das comunicações - Até 30 de Setembro;
  • Local do Congresso - ISCED-Huíla.

 

Mais Informação

Para mais informação clique aqui para fazer o download dos Termos de Referência em pdf.

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Candidaturas Abertas aos Mestrados e Doutoramentos: Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa

Encontram-se abertas as candidaturas aos Mestrados e Doutoramentos do Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa (IHMT-NOVA). 

O IHMT-NOVA visa o desenvolvimento do conhecimento científico dos problemas de saúde ligados ao meio tropical e intertropical.  O Instituto é reconhecido, internacionalmente, quer pela sua história quer pela qualidade científica do ensino pós-graduado, investigação e contributo na cooperação para o desenvolvimento da saúde nos PALOP e Timor-Leste. A qualidade da sua intervenção foi reconhecida pela Organização Mundial de Saúde ao atribuir-lhe o estatuto de centro colaborador para as Políticas e Planeamento da Força de Trabalho em Saúde.

Fique a conhecer a oferta formativa do IHMT-NOVA para o Ano Lectivo 2017/18:

Mestrados

  • Ciências Biomédicas
  • Parasitologia Médica
  • Saúde Pública e Desenvolvimento
  • Estatística para a Saúde
  • Saúde Tropical

Doutoramento

  • Ciências Biomédicas
  • Doenças Tropicais e Saúde Global
  • Genética Humana e Doenças Infeciosas
  • Saúde Internacional 

 

2ª fase: Até 31 de Agosto de 2017

Para mais informações: http://www.ihmt.unl.pt/

 

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Conheça Alguns dos Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação Apresentados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia

 

Os indicadores de Investigação e Desenvolvimento (I&D) e de Inovação constituem uma ferramenta incontornável para situar Angola no ranking de desenvolvimento científico e tecnológico a nível regional e internacional. O levantamento de indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) visa aferir o grau de desenvolvimento científico e tecnológico por via da medição da realização de actividade de investigação científica, desenvolvimento tecnológico e inovação. Cada país precisa de definir os tipos de indicadores que deseja para monitorizar e aferir o impacto do investimento em I&D, em termos da produção científica e tecnológica e quiçá na economia.

Neste âmbito, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MINCT), com a co-organização do Ministério do Ensino Superior (MES), realizou no pretérito dia 18 de Julho de 2017, em Luanda, uma sessão de apresentação dos Resultados do 2º Inquérito dos Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação. No discurso de abertura da actividade, a Ministra da Ciência e Tecnologia, Prof.ª Doutora Maria Cândida Pereira Teixeira, reafirmou a importância dos indicadores de CTI tendo em conta que “através destes é possível obter uma percepção generalizada de como estamos em termos de financiamento à ciência e como estão focados ou como são eficientes e eficazes os actores do SNCTI, isto é, as Instituições de Ensino Superior (IES), de Investigação & Desenvolvimento (I&D), as empresas e ONGs, no tocante às realizações científicas, obtenção de resultados, valorização de produtos e inovação.

A actividade contou com 3 apresentações, nomeadamente: 

  • Introdução aos Indicadores de CTI e à Metodologia Aplicada, apresentada pelo Coordenador do Grupo Técnico Ad-hoc para os Indicadores de CTI, Prof. Doutor Domingos da Silva Neto;
  • Resultados dos Indicadores de Investigação Científica e de Desenvolvimento Experimental, também apresentada pelo Prof. Doutor Domingos da Silva Neto;
  • Resultados dos Indicadores de Inovação, apresentado pelo MSc. Sebastião Mateus.

Contrariamente ao 1º Inquérito Nacional de CTI/2013, durante o 2º/2016, não foi possível enviar uma equipa multidisciplinar às instituições e/ou empresas. Assim, foi tomada a decisão de se realizar o 2º Inquérito Nacional de CTI por correio electrónico. Contudo, os conceitos e metodologias utilizados seguem o Manual de Oslo. Por outro lado, o acompanhamento e interacção fez-se essencialmente por correio electrónico, telefone ou através de encontros de trabalho no MINCT e raramente nas instituições ou empresas inquiridas, o que levou a actualização de formulários.

Com o levantamento das listas das Instituições de Ensino Superior (IES), de I&D, de empresas e ONGs, foram apuradas as informações concernentes ao tempo de existência das instituições, assim como estabelecido um contacto prévio para se confirmar os endereços e/ou contactos, definindo a amostra. As listas das instituições foram fornecidas pelo Ministério do Comércio (micro, pequenas e médias empresas), Ministério da Indústria (grandes empresas), Ministério da Ciência e Tecnologia (Instituições de I&D), Ministério do Ensino Superior (IES) e Instituto Nacional de Estatística (lista geral de empresas).

Em relação ao inquérito às I&D e às IES as taxas de resposta foram as seguintes: I&D: 77.4% (24/31) e IES: 24.1% (13/54). Ou seja, apenas 24.1% das IES responderam. Destaca-se, no entanto, que 61.5% (8/13) das IES públicas responderam e contra 12.2% (5/41) das IES privadas.  Assim, destacam-se os seguintes indicadores (I&D e IES) preliminares:

Gastos em CTI: 0.08 % do PIB

Número de investigadores nas instituições de I&D: 327

    • Doutores: 59, dos quais 74.6% são homens
    • Mestres: 93, dos quais 62.4% são homens
    • Licenciados: 175, dos quais 57.7% são homens

Contudo, em termos de Equivalente a Tempo Integral (FTE) os 327 passam para 266.5. Ou seja, 18.5% trabalha em tempo parcial.

Número de investigadores nas instituições de I&D, por área: 

    • Ciências agrárias (39.4%)
    • Ciências médicas (26.9%)
    • Ciências naturais (23.2%)
    • Engenharia e Tecnologia (7.6%)
    • Ciências sociais (2.1%)
    • Humanidades (0.6%)

Número de técnicos nas instituições de I&D: 258

Contudo, em termos de Equivalente a Tempo Integral (FTE) os 258 passam para 125.4. Ou seja, 51.4% trabalha em tempo parcial.

Número de docentes/investigadores nas IES públicas: 1073 

    • Doutores: 246, dos quais 82.9% são homens
    • Mestres: 471, dos quais 70.7% são homens
    • Licenciados: 356, dos quais 72.4% são homens

Contudo, em termos de Equivalente a Tempo Integral (FTE) os 1073 passam para 276.2. Ou seja, 74.3% trabalha em tempo parcial.

Número de docentes/investigadores nas IES públicas, por área:

    • Ciências agrárias (3.6%)
    • Ciências médicas (7.4%)
    • Ciências naturais (24%)
    • Engenharia e Tecnologia (6.8%)
    • Ciências sociais (49.3%)
    • Humanidades (6.3%)

Número de técnicos nas IES públicas: 178

Contudo, em termos de Equivalente a Tempo Integral (FTE) os 178 passam para 33.5. Ou seja, 81.2% trabalha em tempo parcial.

 

Quanto aos aos indicadores de inovação, a taxa de resposta das empresas foram as seguintes: 31.3% (41/131), sendo que 71.6% das empresas foram inquiridas em Luanda. Destacam-se os seguintes indicadores de inovação preliminares:

Empresas inovadoras por província:

    • Luanda: 35
    • Bengo: 2
    • Kwanza Sul: 1
    • Huambo: 1
    • Namibe: 1
    • Luanda Sul: 1

Percentagem de empresas por tipo de inovação

    • Processo: 61%
    • Organizacional: 58.5%
    • Inovação de marketing: 53.7%
    • Produto: 51.2%

Origem das inovações nas empresas

    • Resto de África: 24.4%
    • Europa: 24.4 %
    • EUA: 9.8%
    • Ásia: 4.9%

Origem de parceiro de cooperação

    • Europa: 9.8%
    • Ásia: 6.5%
    • África: 4.9%

Propriedade Intelectual

    • Registo de marca: 20.5%
    • Patente nacional: 15.4%
    • Registo internacional de patente: 2.6%
    • Registo de modelo industrial: 2.6%
    • Reivindicação de direito de autor: 2.6%
    • Licença de direito de propriedade intelectual: 2.6%

Principais factores que dificultam as actividades de inovação

    • Falta de fundos internos (empresa): 24.4%
    • Falta de financiamento externo: 17.1%
    • Custos de inovação muito altos: 14.6%
    • Dificuldade em encontrar parceiros: 9.8%
    • Falta de necessidade devido a inovações anteriores: 9.8%

 

 

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Conferência Científica da Universidade Agostinho Neto 2017 - Prorrogação de Prazos

  • Publicado em Eventos

Estão abertas as inscrições para a Conferência Científica da Universidade Agostinho Neto (CCUAN2017), subordinada ao tema “Investigar para o desenvolvimento de Angola: Situação actual e desafios” a realizar-se de 27 a 29 de Setembro de 2017 em Luanda.

A CCUAN2017 constitui um fórum bienal, inter e multidisciplinar, de partilha de conhecimento e de incentivo à cultura de investigação científica. Tem como objectivo divulgar os resultados da investigação científica e tecnológica realizada pelos docentes, investigadores, estudantes e colaboradores da UAN, bem como promover contactos e parcerias entre investigadores, e destes com a sociedade. 

O evento reflecte a necessidade de tornar público os principais resultados da investigação científica realizada pela Universidade Agostinho Neto (UAN), numa perspectiva de extensão e colaboração com a sociedade, na procura de soluções para os problemas locais. A UAN cria assim uma oportunidade de concentrar num só evento investigadores de múltiplas áreas da ciência, tecnologia e inovação. O programa inclui a apresentação de resultados de investigação científica (comunicação oral e poster), a organização de uma mesa redonda para debater os desafios da contribuição da investigação científica para o desenvolvimento de Angola e a realização de dois mini-cursos que visam incentivar a prática da investigação científica e a publicação dos resultados. 

Para permitir a divulgação dos resultados da investigação realizada em cada área do saber e suscitar o debate entre os participantes, a conferência estará estruturada em quatro painéis, a saber:

  • Painel 1 – Ciências Sociais e Humanidades;
  • Painel 2 – Ciências Naturais, Engenharias e Tecnologias;
  • Painel 3 – Ciências Médicas e da Saúde;
  • Painel 4 – Ciências Agrárias e Veterinárias.

 

Submissão de Trabalhos 

Em cada área do conhecimento poderão ser apresentados trabalhos com as componentes de Pesquisa Básica, Pesquisa Aplicada e Desenvolvimento Experimental.

Os autores devem elaborar os resumos dos trabalhos, a apresentar sob a forma de comunicação oral ou de poster, expondo claramente os objetivos, metodologia, resultados e conclusões. Os resumos dos trabalhos aceites serão compilados numa brochura que será disponibilizada aos participantes da conferência.

Os trabalhos apresentados na Conferência Científica, uma vez transformados em artigos científicos, poderão ser publicados na Revista Científica da UAN.

A elaboração dos resumos deverá obedecer às instruções apresentadas nos documentos disponibilizados no portal https://conferencias.uan.ao.

 

Como Participar?

A participação ao evento é condicionada à inscrição prévia e ao pagamento da taxa de inscrição. O comprovativo do pagamento da taxa de inscrição deverá ser anexado à ficha de inscrição. 

Taxa de inscrição ao evento:

  • 2.000,00 AKZ para estudantes da UAN;
  • 6.000,00 AKZ para docentes e investigadores da UAN;
  • 3.000,00 AKZ para estudantes de outras IES (Instituições de Ensino Superior);
  • 10.000,00 AKZ para docentes, investigadores e outros profissionais não pertencentes à UAN;

Os autores de trabalhos aceites pagam 50% da taxa de inscrição. 

 

Inscrições

As inscrições poderão ser feitas presencialmente no Campus Universitário, em Camama, no Gabinete de Informação Científica e Documentação (GICD), ou Online, através do Site da Conferência, respeitando o seguinte calendário:

  • 31 de Agosto  - Fim das inscrições dos participantes;
  • 20 de Agosto - Data limite para submissão de resumos;
  • 30 de Agosto - Data limite para submissão dos textos completos e definitivos dos trabalhos aceites;
  • 27-29 de Setembro - Realização da Conferência Científica;

O programa será divulgado após a data limite para a submissão dos textos completos das comunicações.

 

Mais informação

 

Secretariado da Conferência

Coordenador – Professor Domingos Neves Margarida, PhD.

Correio electrónico: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Coordenador Adjunto – Jesus Tomé, MSc.

Correio electrónico: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Telefone: +244 922 975 710

 

E-mail: Conferência Científica UAN2017< Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. >

E-mail: Gabinete de Informação Científica e Documentação < Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. >

E-mail: Departamento de Informação Científica e Comunicação < Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. >

Portal: https://conferencias.uan.ao

 https://www.uan.ao/conferencia-cientifica-2017/

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Candidaturas a Bolsas Individuais “Marie Skłodowska-Curie”

Encontram-se abertas, até ao dia 14 de Setembro de 2017, candidaturas a bolsas individuais Marie Skłodowska-Curie (MSC IF, em Inglês), enquadradas no Programa-Quadro de Investigação & Inovação, da Comissão Europeia (CE), Horizonte 2020. 

As bolsas individuais pretendem fomentar o potencial criativo e inovador de investigadores experientes que queiram diversificar as suas capacidades individuais e adquirir competências multi e interdisciplinares, através de formação avançada e de mobilidade internacional e intersectorial.

 

Destinatários 

As bolsas de investigação individuais destinam-se a investigadores com grau de doutoramento e/ou com o mínimo de quatro (4) anos de experiência em investigação, para a realização de  mobilidade de dois (2) anos em instituições europeias ou internacionais.

 

Tipologia

Existem dois tipos de bolsa:

  • Bolsas Globais – para a realização de mobilidade em instituições fora da Europa, com a obrigatoriedade de regresso ao país de acolhimento por um período de 12 meses seguidos.
  • Bolsas Europeias – para a realização de mobilidade numa instituição de acolhimento europeia (Estados-membros e países aliados). Destinam-se a investigadores que realizem mobilidade na Europa a partir de qualquer país do mundo e/ou investigadores europeus para mobilidade dentro da Europa.

 

Cobertura

As bolsas cobrem todos os custos associados à mobilidade (custos de mobilidade, subsídio mensal e custos de gestão para a instituição).

 

Candidaturas

As candidaturas são submetidas no Participant Portal da CE e deverão incluir:

  • Identificação do Painel de Avaliação;
  • Identificação do supervisor;
  • Proposta de investigação (máximo de 10 páginas).

Só será avaliada uma proposta por investigador.

 

Mais Informação

http://ec.europa.eu/research/participants/portal/desktop/en/opportunities/h2020/topics/msca-if-2017.html

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UAN Outorga Novos Graduados do Ano Académico de 2016

A Universidade Agostinho Neto (UAN) realiza hoje, dia 18 de Julho de 2017, a Cerimónia Central de Outorga de Diplomas a licenciados e mestres do ano académico 2016 a ter lugar no Campus Universitário, em Camama. 

Para o ano académico 2016, a UAN conta com 1606 licenciados e 119 mestres, perfazendo um total de 1725 graduados.

A Cerimónia Central de Outorga de Diplomas será orientada pela Magnífica Reitora da Universidade Agostinho Neto, Professora Doutora Maria do Rosário Bragança Sambo e estará reservada aos 34 os melhores licenciados da UAN , e aos 119 mestres.

Os restantes licenciados receberão os seus Diplomas entre os dias 19 e 28 de Julho em cerimónias dirigidas por cada Unidade Orgânica da UAN. 

 

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Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia no Âmbito do Projecto do Centro de História da Universidade de Lisboa

O Centro de História da Universidade de Lisboa comunica que se encontram abertas, de 14 a 27 de Julho de 2017, as candidaturas para a atribuição de uma Bolsa de Gestão de Ciência e Tecnologia (BGCT) no âmbito do Projecto HIS/04311, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) /Ministério da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior (MCTES), nas seguintes condições:

  • Área Científica: História
  • Requisitos de Admissão: ser licenciado, ter experiência na organização e coordenação de eventos científicos, ter conhecimentos de informática, na óptica do utilizador e de gestão de redes sociais e plataformas electrónicas, bem como domínio da língua inglesa.

 

Plano de Trabalhos

Prevê-se a realização de um conjunto amplo de actividades de apoio e incentivo à investigação do Centro de História da Universidade de Lisboa (CH-ULisboa), a serem executadas nas instalações da instituição pelo bolseiro seleccionado, com a intenção de lhe proporcionar uma formação complementar na gestão de programas de ciência, tecnologia e inovação, assim como de lhe facultar formação ao nível da observação e monitorização do sistema científico e tecnológico nacional, permitindo-lhe, simultaneamente, beneficiar de treino especializado numa instituição relevante do sistema científico e tecnológico português, de reconhecida qualidade e adequada dimensão, como é o CH-ULisboa.

 

Duração da bolsa

 A bolsa terá a duração de quatro (4) meses, com início previsto para o mês de Setembro de 2017, eventualmente renováveis durante a elegibilidade do projecto (de acordo com a legislação em vigor).  

 

Valor do subsídio de manutenção mensal

O montante da bolsa corresponde a 745€, conforme tabela de valores das bolsas atribuídas directamente pela FCT, I.P. no País (http://www.fct.pt/apoios/bolsas/valores).  As bolsas serão pagas mensalmente por transferência bancária. A este valor acresce o Seguro Social Voluntário, correspondente ao 1º escalão, caso o candidato opte pela sua atribuição, bem como o Seguro de Acidentes Pessoais.

 

Candidaturas

As candidaturas devem ser formalizadas, obrigatoriamente, através do envio de uma carta de candidatura, acompanhada dos seguintes documentos:

  • Documento de identificação individual (Cartão de cidadão / Bilhete de identidade);
  • Curriculum Vitae;
  • Certificados de Habilitações.

As candidaturas são submetidas por correio para a morada: Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Alameda da Universidade, 1600-214 Lisboa, dirigida ao Professor Doutor Hermenegildo Fernandes - Director do Centro de História da Universidade de Lisboa

 

Mais informação: http://www.eracareers.pt/opportunities/index.aspx?task=global&jobId=91938

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Entrevista: Magnífica Reitora da UAN. "Não podemos dizer que há financiamento para a Ciência, Tecnologia e Inovação em Angola"

 

Dados Pessoais:

Nome: Maria do Rosário Bragança Sambo

Natural de: Benguela

Formação: Médica Neurologista; Doutoramento em Medicina, Especialidade de Genética

Cargo actual: Reitora da Universidade Agostinho Neto (UAN)

Cargos que ocupou anteriormente: Decana da Faculdade de Medicina da Universidade Katyavala Bwila (Janeiro de 2011- Julho de 2015)

 

1. Ciencia.ao: Como é que a Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) podem contribuir para a diversificação da nossa economia e consequente desenvolvimento do país? 

O desenvolvimento do país, do ponto de vista de crescimento económico, pressupõe a identificação das principais necessidades da sociedade, enfrentando os problemas locais e globais. A ciência, a tecnologia e a inovação têm em comum a particularidade de produzirem resultados que podem conduzir a novas abordagens e soluções para os problemas identificados na sociedade.  A informação sobre a reprodutibilidade dos resultados e a aplicabilidade daquelas novas abordagens e soluções, bem como a avaliação do seu impacto são importantes para a tomada de decisões.  

 

2. Ciencia.ao: Sente-se, enquanto gestor, satisfeito com a visibilidade da CTI realizada em Angola? Se não, o que julga ser necessário fazer?

A visibilidade da CTI depende da sua produção e da sua divulgação, quer para o grande público, quer para destinatários específicos, isto é para os que se interessam por certas áreas científicas com publicações científicas. A visibilidade da CTI realizada em Angola ainda é muito débil, apesar de se reconhecer que, sobretudo desde a última década, a produção científica de Angola aumentou, evidenciada por um maior número de acções de divulgação científica e de publicações científicas realizadas fundamentalmente por instituições de ensino superior e por alguns centros de investigação. O aumento da visibilidade da CTI depende, antes de tudo, do aumento da sua produção. Não se pode tornar visível o que não se produz e se produzimos pouco e ainda assim não divulgamos e não publicamos, então a visibilidade não pode aumentar. Portanto, é preciso criar condições para aumentar a produção e a sua divulgação e publicação científica.

 

3. Ciencia.ao: Qual a sua opinião sobre a actual produção científica dos angolanos? O que se pode fazer para melhorar?

Esta resposta está interligada com a anterior. Quem produz ciência? Onde é que habitualmente se produz ciência? Os investigadores são os produtores de ciência e para tal é preciso formar recursos humanos habilitados a este exercício regular. Quando falo em recursos humanos habilitados não me refiro exclusivamente aos doutores, mas também a técnicos de laboratório capacitados e a programas de formação pós-graduada permanentes que não sobrevivem sem a investigação científica realizada por estudantes de mestrado e de doutoramento, devidamente orientados. As nossas instituições de ensino superior, sobretudo as universidades e em redes de cooperação, devem ser potenciadas em recursos de vária ordem conducentes à concretização de programas de doutoramento, devendo-se priorizar as áreas científicas já identificadas no Plano Nacional de Formação de Quadros. Este processo deve ser paralelo com a actualização dos curricula dos cursos superiores, nestas mesmas áreas prioritárias, dando-se um enfoque especial à metodologia de investigação científica e à iniciação à investigação científica, de modo a ter um “viveiro” de potenciais candidatos a investigadores.

 

4. Ciencia.ao: Como acha que está o país em termos de documentos reitores da CTI? E quanto à sua aplicação? 

De falta de documentos não nos podemos queixar, mas o mesmo não poderei dizer da sua aplicação que encontra obstáculos na falta de condições efectivas para a investigação.

 

5. Ciencia.ao: Julga que a actual carreira de investigador científico satisfaz as necessidades do país nesse domínio? Pensa que esta é atractiva? Se não, como se pode atingir esse fim?

Julgo que o problema não reside exclusivamente na carreira do investigador científico. A desejável interligação do ensino, investigação e extensão na docência na educação terciária pode ser o motor transformador de uma realidade como a nossa em que a exiguidade de recursos humanos qualificados é uma realidade insofismável. Quero dizer que mesmo que a carreira do investigador fosse atractiva com que recursos os quadros iriam trabalhar? 

 

6. Ciencia.ao: O que pensa do actual estado de recursos humanos em CTI no país? O que se pode fazer para melhorar?

Eu continuo a insistir no papel das universidades, porquanto são as instituições vocacionadas para a capacitação dos recursos humanos, em múltiplas vertentes, que é um factor crítico para o sucesso. A operacionalização do plano de formação pós-graduada, que consta do PNFQ, tem de se efectuar com as universidades, sob a forma de contratos, de acordo com o avanço já alcançado em certos domínios, mas assegurando-se condições efectivas para a sua realização. Temos de sair de um plano abstracto para um plano realista, concreto e exequível.

 

7. Ciencia.ao: Qual a sua visão sobre o estado actual do financiamento da CTI em Angola? O que pode ser feito para melhorar?

Não podemos dizer que há financiamento para a CTI em Angola. Sem uma agência, independente, que seja dotada de fundos públicos para que de um modo regular e transparente possibilite a submissão de projectos de investigação para a obtenção de financiamento, através de editais, não teremos condições para modificar substancialmente o quadro actual. Naturalmente que os investigadores têm a obrigação de estar atentos s fontes de financiamento externo para concorrer no quadro de parcerias internacionais, mas tem de haver um montante de despesa pública, devidamente identificado, para a investigação científica. Aliás, é uma recomendação da UNESCO. 

 

8. Ciencia.ao: Julga que existem instrumentos suficientes (por exemplo revistas científicas nacionais, conferências nacionais, etc.) para que os investigadores possam publicar os seus trabalhos? Se não, o que se pode fazer para melhorar?

Ao nível nacional, variando de uma região académica para outra, existem muitas iniciativas de fóruns para apresentação e discussão de trabalhos científicos, nas mais diversas áreas. No entanto, tal como referi atrás, a falta de recursos para a investigação limita a quantidade e a qualidade dos trabalhos. A divulgação e a publicação de trabalhos científicos tem custos que geralmente dificultam ou mesmo inviabilizam estas acções.

 

9. Ciencia.ao: O que pensa da avaliação às instituições de investigação científica, desenvolvimento tecnológico e inovação, e aos respectivos investigadores?

A avaliação efectuada com rigor é imprescindível para a identificação das debilidades das instituições e dos recursos humanos e para a planificação e execução de acções prioritárias para a paulatina superação.

 

10. Ciencia.ao: Enquanto investigadora, quais as suas linhas de investigação? 

  • Genética das doenças complexas
  • Educação Médica

 

11. Ciencia.ao: Enquanto investigadora, quais os principais projectos de investigação científica que já realizou, estão em curso ou planeia realizar?

  • Genética da malária cerebral – factores genéticos de susceptibilidade e resistência em crianças angolanas (Hospital Pediátrico David Bernardino) - realizado
  • Malária e gravidez no Hospital Geral de Benguela – factores clínicos e laboratoriais – realizado
  • Malária falciparum em grávidas na província de Benguela: as lesões placentárias, a resposta imunológica e os marcadores de susceptibilidade genética à infecção placentária – aprovado pelo PLANCTI e a aguardar financiamento

 

12. Ciencia.ao: Como investigadora, que avaliação faz da investigação científica no seu ramo? 

Existe um número crescente de publicações científicas sobre factores genéticos de susceptibilidade/resistência à malária em populações africanas, procurando a identificação de bases moleculares da fisiopatologia com o objectivo de melhorar a terapêutica e contribuir para a concepção de vacinas contra a malária. 

 

13. Ciencia.ao: Tem apresentado à sociedade os resultados das suas investigações? Se sim, como?

Os resultados da investigação têm sido apresentados em jornadas científicas, congressos nacionais e internacionais e em revistas científicas com revisão por pares. 

 

14. Ciencia.ao: Na sua óptica, como deve ser a relação entre as Instituições de Investigação Científica, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação e as Instituições de Ensino Superior? Verifica-se esta prática actualmente?

Deve ser uma relação de parceria, complementaridade e cooperação com vista ao desenvolvimento. Esta prática é imperceptível.

 

15. Ciencia.ao: Em termos de cooperação científica, como avalia o estado do país, e da sua Instituição em particular?

Já são evidentes sinais animadores de integração das instituições angolanas vocacionadas à investigação científica em redes de cooperação internacional, sobretudo para a realização de projectos conjuntos e submissão para a obtenção de financiamento. As Unidades Orgânicas da Universidade Agostinho Neto (UAN) têm contribuído para esta integração em redes internacionais, com outras universidades e institutos de investigação científica, quer para a criação de programas de mestrado e de doutoramento na UAN, quer para a concretização de projectos de investigação. Todavia, os resultados deste esforço estão ainda longe de serem os desejáveis, mas os que já se obtiveram são encorajadores para o incremento destas acções de cooperação.

 

16. Ciencia.ao: Que importância atribui ao Conselho Nacional de CTI e ao Conselho Superior de CTI?

Lamentavelmente, na prática, não são perceptíveis os seus sinais de funcionamento.

 

17. Ciencia.ao: Que conselhos poderá dar aos jovens investigadores?

Que procurem estar integrados em rede com investigadores de outras instituições nacionais e estrangeiras, se esforcem por manter o conhecimento actualizado sobre os progressos da investigação, tecnologia e inovação nas suas áreas de interesse e que procurem espaços para apresentação de artigos científicos e de debate científico. 

  

18. Ciencia.ao: Qual a missão da UAN?

A UAN tem por missão a formação integral dos seus estudantes, a produção, difusão e transferência do conhecimento científico, tecnológico e cultural, em favor das comunidades, de acordo com os mais altos padrões internacionais, tendo em vista contribuir para a aprendizagem ao longo da vida e proporcionar valor económico, social, político e cultural à Sociedade.

 

19. Ciencia.ao: Resumidamente, qual o actual quadro da UAN em números?

  • Proporção de docentes em tempo integral em 2015: 79%
  • Número de docentes em 2014: mais de 900 (aproximadamente 370 Licenciados, 350 Mestres e 250 Doutores)
  • Número de cursos de Mestrado em 2014: 32
  • Número de Estudantes matriculados em 2014: Mais de 20000.
  • Número de Graduados em 2014: 1485

 

20. Ciencia.ao: Quais as principais dificuldades na gestão da UAN?

De acordo com o  documento "Diagnóstico da Situação – Análise SWOT UAN - 2016", há necessidade, entre outros, de intervenção no seguinte:

  • Recursos humanos
  • Avaliação sistemática e consequente do desempenho docente 
  • Sistema de garantia de qualidade
  • Plataformas de gestão informatizada
  • Integração entre a formação, investigação e extensão
  • Comunicação institucional
  • Balanço e avaliação regular das acções resultantes dos protocolos assinados 
  • Prática da Investigação Científica 
  • Editais e financiamentos públicos sistemáticos para candidatura a projectos de investigação 
  • Acções da universidade na comunidade 
  • Dispersão geográfica das infraestruturas das Unidades Orgânicas 

 

21. Ciencia.ao: Como contactar a UAN?

Morada: Rua Direita da Camama e Rua do Estádio 11 de Novembro, Município de Belas, Luanda-Sul – Angola, CP. 815. 

Portal: https://www.uan.ao

 

22. Ciencia.ao: Algo mais que gostaria de acrescentar ou recomendar?

É fundamental que se reforce a capacidade institucional das instituições de ensino superior para a ciência, tecnologia e inovação com programas específicos de desenvolvimento, devidamente financiados pelo Executivo Angolano.

 

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Conheça a Khan Academy, um Recurso de Aprendizagem Personalizado para todas as Idades

A Khan Academy é um recurso online que oferece exercícios, vídeos de instrução e um painel de aprendizagem personalizado que permite as pessoas aprenderem ao seu próprio ritmo dentro e fora da sala de aula.  

Enquanto organização sem fins lucrativos, a Khan Academy tem por missão oferecer uma educação gratuita e de alta qualidade para todos, em qualquer lugar. Esta organização privilegia assuntos relacionados com a matemática, a ciência, a programação de computadores, a história, a história da arte, a economia e muito mais. Relativamente à matemática, a Khan Academy procura guiar os estudantes do jardim de infância até ao cálculo, usando tecnologias adaptativas de ponta que identificam os pontos fortes e lacunas na aprendizagem. 

Com vista a oferecer conteúdos especializados, a Khan Academy tem parcerias com instituições como a NASA, o Museu de Arte Moderna, a Academia de Ciências da Califórnia e o MIT.

Conheça por dentro a Khan Academy em: https://pt.khanacademy.org/about

 

 

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Descobre a Tua Profissão! Conheça o Portal Design the Future.

O portal "Design the Future" é uma plataforma de exploração vocacional com vídeos e reportagens sobre as diversas profissões e opções formativas. Assim, qualquer pessoa pode descobrir a sua profissão! O portal baseia-se num motor de busca desenvolvido pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, Portugal.

O portal permite que o utilizador introduza os seus interesses (ex. actividades práticas, sociais, literárias, etc), capacidades (ex. artísticas, físicas, intelectuais, etc.) ou ambiente de trabalho (ex. ar livre, laboratório, etc) e disponibiliza informação sobre profissões de acordo com os dados introduzidos. Também interessante é o facto de o portal disponibilizar o perfil de profissionais actualmente no activo (em Portugal).

Por outro lado, é também possível pesquisar cursos (ex. Profissionais, Licenciatura, Mestrado, etc.) ou instituições (em Portugal) por área introduzida pelo utilizador.

Adicionalmente, o perfil de cada profissão é descrito detalhadamente, permitindo assim que o utilizador tenha uma real noção de cada profissão do seu interesse. Por exemplo, o seguinte link mostra o perfil de um Engenheiro Civil (especialidade em pontes e viadutos):

http://www.designthefuture.pt/discover_job.aspx?e=engenheiro-civil-especialista-em-pontes-e-viadutos#desc

 

 

 

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