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Ciencia.ao - Itens filtrados por data: maio 2018

Quénia lança satélite de fabricação própria

A República do Quénia lançou, recentemente, a partir do Centro Tsukuba da Agência Espacial do Japão, o seu primeiro satélite de fabricação própria. A fabricação do satélite é obra de cientistas da Universidade de Nairobi, apoiados por especialistas japoneses. Trata-se de um nanossatélite, denominado 1KUNS-PF, com 1.2 kg de massa, dez centímetros de comprimento e dez de altura, capaz de fornecer observação terrestre limitada e transmissão de áudio. De acordo com Peter Mbithi, Vice-Chanceler da Universidade de Nairobi, a equipa de cientistas esperava "fazer história" ao se aventurar na ciência espacial.

 

Utilidade do satélite

Espera-se que o satélite 1KUNS-PF esteja em órbita em 18 meses. O satélite será usado em sectores como o da previsão meteorológica, da vigilância da vida selvagem, da elaboração de mapas de segurança alimentar e da gestão de desastres naturais. O nanossatélite "leva duas poderosas câmaras e microfones que ajudarão a captar imagens e gravar sons antes de as postar na internet", explicou o professor da Escola de Engenharia da Universidade de Nairobi, Mwangi Mbuthia.

A Ministra da Educação do Quénia, Amina Mohamed, descreveu o lançamento do satélite, que custou cerca de 834 mil euros, como um dos mais "notáveis desenvolvimentos científicos do nosso tempo". Na África Subsaariana, apenas o Gana, a Nigéria e a África do Sul contam com satélites em operação no espaço.

 

Futuro promissor

Se o vôo for bem sucedido, os cientistas da Universidade de Nairobi planeiam desenvolver satélites maiores e de alta resolução "com sérios valores científicos e tecnológicos para o país", de acordo com uma declaração divulgada. O Quénia espera agora lançar o seu próprio programa espacial – com o custo de 500 mil a um milhão de dólares por ano –, segundo a universidade.

Os satélites comerciais têm um potencial económico considerável para o Quénia, incluindo mapeamento e uso do solo, previsão do tempo, mapeamento da segurança alimentar, gestão de desastres, monitoramento de fronteiras e da costa, manejo e monitoramento da vida selvagem.

Os cientistas quenianos já estão a colaborar com o Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior, com a Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA) e com a Universidade de Roma, em Itália, para impulsionar a inovação no Quênia.

Mais informação: DW

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A Importância do Financiamento dos Governos Africanos em Formação Doutoral

Embora o financiamento proveniente de doadores internacionais para programas de formação de Doutoramentos em África ajude a acelerar o progresso e a alcançar resultados, as contribuições financeiras dos governos africanos para estes programas são fundamentais e têm uma série de benefícios a longo prazo.

Aminata Sall Diallo, professora de fisiologia na Universidade Cheikh Anta Diop de Dakar, no Senegal, e Ekua Bentil, especialista em educação da região do Banco Mundial em África, que trabalha na implementação de iniciativas da Parceria para Habilidades em Ciências Aplicadas, Engenharia e Tecnologia (PASET), disseram à University World News que seria importante que os governos liderassem o financiamento de iniciativas de formação para Doutoramentos, a fim de melhorar o desenvolvimento sustentável. A dupla falava após o lançamento de 15 bolsas de estudo de doutoramento no âmbito do Fundo Regional de Bolsas de Estudo e Inovação do PASET (RSIF), no mês passado. A iniciativa, liderada por governos africanos, verá esta coorte inaugural de académicos iniciar programas de doutoramento em segurança alimentar, tecnologia da informação e comunicação (TIC) e materiais, minerais e engenharia de mineração. O RSIF pretende formar 10.000 doutores em 10 anos.

A formação é oferecida em uma das quatro universidades anfitriãs do RSIF, nomeadamente: Sokoine University of Agriculture, Tanzânia; Universidade Felix Houphouet-Boigny, Costa do Marfim; Universidade Africana de Ciência e Tecnologia, Nigéria; e a Universidade Gaston Berger, Senegal.

Ao elogiarem o RSIF, os especialistas reforçaram que a formação a nível de doutoramento, as bolsas de investigação e as bolsas de inovação, ajudarão a superar muitos dos desafios que os países africanos enfrentam.

De acordo com Diallo, o RSIF pretende arrecadar cerca de 100 milhões de USD dos governos africanos, do sector privado, das fundações e de parceiros de desenvolvimento para o programa. Até ao momento, a República do Ruanda contribuiu com 1 milhão de USD e o Quénia com 2 milhões de USD para o RSIF, e outros três países (Senegal, Etiópia e Costa do Marfim) firmaram compromissos firmes. Outro grupo de países, incluindo Nigéria, Tanzânia e Guiné, manifestou forte interesse.

“Embora a região tenha muitas prioridades imediatas concorrentes, se a maioria dos governos africanos se unir em iniciativas como o PASET e comprometer fundos para isso, sim, eles podem financiar os doutoramentos e o ensino superior”, diz Diallo.

A Professora Aminata Sall Diallo também é membro da Academia de Ciência e Tecnologia do Senegal e Assessora especial do Ministro do Ensino Superior e Investigação do Senegal, Mary Teuw Niane, diz que nenhum governo africano é capaz de financiar programas nacionais de ensino superior (especialmente iniciativas de pós-graduação) em todos os países. Mas sim nas áreas necessárias para atender às necessidades de desenvolvimento e se tornar globalmente competitiva. Daí o valor de parcerias como o PASET, bem como a necessidade dos governos criarem incentivos para que o sector privado participe como parceiro central.

Embora Bentil e Diallo concordassem que havia espaço para o financiamento de doadores no esquema de financiamento do RSIF, os mesmos afirmam ser importante que os governos africanos assumam a liderança no financiamento da iniciativa. “Há também um senso de propriedade mais forte que aumenta as chances de o programa ser sustentável. Os governos africanos também têm uma mão mais forte na determinação de quais programas receberão alocações com base nas prioridades do país" disse Bentil.

Com a população mais jovem do mundo, os especialistas dizem que o continente africano está a entrar numa nova fase de desenvolvimento económico do qual a juventude não poderá ficar de fora. Diallo afirma que o doutoramento é urgentemente necessário em toda África para melhorar as qualificações do pessoal universitário existente, muitos dos quais possuem apenas mestrados e são incapazes de ensinar a nível de pós-graduação e podem não ser capazes de oferecer ensino avançado em nível de graduação.

A preparação de um doutoramento também é necessário para expandir o número de investigadores qualificados na região, não apenas para trabalhar no sector de ensino superior e investigação, mas também no sector industrial. Sem um suprimento maior de talentos nacionais e altamente qualificados em áreas como agricultura, energia, indústrias extractivas, construção, fabricação e TIC, será difícil desenvolver soluções inovadoras para enfrentar os desafios do desenvolvimento do continente.



Gilbert Nakweya
University World News, 11 de Maio de 2018.

Fonte original: http://www.universityworldnews.com/article.php?story=20180509132730221   

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Conheça o Instituto Angolano de Propriedade Industrial - IAPI

O Instituto Angolano da Propriedade Industrial, abreviadamente designado por IAPI, é o órgão da administração indirecta do Estado, responsável pela implementação da Política do Executivo Angolano, no que concerne a promoção, protecção, estudo e desenvolvimento da Propriedade Industrial.

O IAPI tem a missão de implementar a política do Executivo no domínio da Propriedade Industrial com eficiência e eficácia, garantindo a protecção dos direitos inerentes a PI, salvaguardando a lealdade da concorrência. 

O IAPI tem como principais serviços:

  • Patentes de Invenções e Modelos de Utilidade;
  • Modelos e Desenhos Industriais;
  • Marca;
  • Insígnia & Nomes de Estabelecimentos;
  • Indicações de Proveniência.

O que é Propriedade Industrial e quais os seus quadros regulatórios em Angola?

A Propriedade Industrial pressupõe um conjunto de direitos que confere aos seus proprietários o uso exclusivo sobre invenções, design e sinais distintivos de comércio.
Em Angola, a Propriedade Industrial está regulada nas seguintes legislações:

  • Constituição da República de Angola: n.º 4 do artigo 42º;
  • Código Civil: Artigo 1303º;
  • Lei n.º 3/92, de 28 de Fevereiro, LPI;
  • Decreto – lei n.º 20/97, de 09 de Maio, tabela de taxas referente à PI.

A Propriedade Industrial também está legislada pelos seguintes tratados internacionais:

  • Angola é Estado Membro da Organização Mundial Propriedade Intelectual - OMPI, aprovada pela Resolução nº 9/84, de 20 de Julho;
  • Convenção de Paris para a protecção da Propriedade Industrial – Aprovado pela Resolução n.º 22/05, de 19 de Agosto;
  • Tratado de Cooperação em matéria de patentes – PCT – Aprovado pela Resolução n.º 22/05, de 19 de Agosto;
  • Membro da Organização Mundial do Comércio-OMC, consequentemente do acordo TRIPS, por Adesão a 23 de Novembro de 1996.

 

Principais Serviços do IAPI e outros conceitos

Invenções

As invenções podem ser protegidas por patente ou Modelo de Utilidade. A patente é o título jurídico concedido para proteger uma invenção e que confere ao seu titular o direito exclusivo de a explorar (art. 2º à 15º da Lei nº 3/92 ). A invenção é a ideia de um inventor que permite, na prática, a solução de um problema específico no domínio da tecnologia, referente a um produto ou a um processo. 

Modelo Industrial

O modelo industrial é toda a forma plástica, associada ou não a linhas ou cores, que possam servir de tipo na fabricação de um produto industrial ou artesanal, formas, padrões, moldes (art. 16º - Lei nº 3/92).

Desenho Industrial

O desenho industrial é toda a disposição ou conjunto novo de linhas ou cores que, com o fim industrial ou comercial possa ser aplicado na ornamentação de um produto por qualquer processo manual, mecânico, químico, simples ou combinado, como por Ex: Figuras, Pinturas, Fotografias, Gravuras ou qualquer combinação de linhas ou cores ornamentais, aplicadas a um produto (art. 16º, nº 2 , Lei nº 3/92).

Conceito de Marca

A marca é um sinal que distingue produtos ou serviços de uma empresa, dos produtos e serviços prestados por outras empresas (artº 29º à 40º -Lei nº 3/92). Existem 3 modalidades de marcas, nomeadamente:

  • Nominativa: quando constituída por letra(s) ou por palavra(s)
  • Figurativa: constituída por figuras ou imagens.
  • Mista: quando inclui na sua constituição a combinação de figuras e palavras ou letras. 

Nome do Estabelecimento

O nome do estabelecimento é um sinal emblemático ou figurativo utilizado para designar ou tornar conhecido o estabelecimento onde se exerce uma actividade comercial, industrial ou de serviços (artº 48º- Lei nº 3/92)

Insígnia

A insígnia pode ser formada por qualquer sinal externo figurativo ou emblemático, simples ou combinado com outros elementos, como palavras, desde que no seu todo apresente uma configuração própria e especifica (artº 50º - Lei nº 3/92). 

Indicação de Proveniência

Chama-se Indicação de proveniência a expressão ou sinal utilizado para indicar um produto provem de um dado país, de uma região ou de um lugar geográfico determinado, notoriamente conhecidos como centros de extracção, produção ou fabricação desses produtos ou mercadorias (art.º. 61º - Lei nº 3/92). 

Indicações Geográficas 

As indicações geográficas são indicações que identificam um produto como originário do território de um Membro, ou região ou localidade deste território, quando determinada qualidade, reputação ou outra característica do produto seja essencialmente atribuída à origem geográfica. (art.º. 22º dos TRIPS) 

Função do Registo

A função do registo permite solicitar a protecção das suas invenções, do design e dos sinais que pretende usar no mercado, de forma segura, cómoda e mais barata.

Boletim da Propriedade Industrial

O boletim da propriedade industrial é publicado mensalmente, permite efectuar a vigilância comercial e tecnológica dos direitos e acompanhar todas a decisões e factos relevantes dos processos de propriedade industrial.

 

Requisitos para o Depósito de uma Patente de Invenção (P.I.) e Modelo de Utilidade (M.U.)

Os pedidos de Patente de Invenção e de Modelo de Utilidade devem ser feitos em requerimento redigido em língua portuguesa, que contenham: 

  • O nome, firma ou denominação social do titular do invento;
  • A nacionalidade e outras informações relativas ao depositante ao inventor e se for o caso disso, ao mandatário;
  • O título que sintetiza o objecto da invenção;
  • As reivindicações do que é considerado novo inventor;
  • A descrição clara e completa do objecto do invento, de forma a que este possa ser executado por uma pessoa normalmente competente na matéria;
  • O resumo destinado essencialmente, para fins de informação técnica;
  • Os desenhos, quando necessários à compreensão da invenção e referentes à descrição ou as reivindicações;
  • A cópia do pedido de patente ou de outro título de protecção que tenha depositado noutro país e que diga respeito à invenção;
  • Deverá ser entregue o comprovativo de pagamento de taxas de pedido (borderaux);
  • Procuração ou substabelecimento legalizada no consulado ou embaixada de Angola no País de origem (para requerentes estrangeiros).

 Quantidade necessária: 

  • Descrição (Duplicado);
  • Reivindicações (Duplicado);
  • Resumo (Triplicado);
  • Desenhos de Papel Forte (Triplicado);
  • Fotolito (Um Exemplar);
  • Reproduções do Fotolito (Triplicado);
  • Procuração;
  • Documento de Reivindicação de Prioridade;
  • Lista de Inventores (Duplicado);

Tabela de Taxas para o Depósito de Patentes

 

 

Tabela de Taxas para o Depósito de Modelo de Utilidade

 

 

Requisitos para o Registo de um Desenho Industrial (D.I.) ou Modelo Industrial (M.I.).

Os requisitos para o registo de um Desenho Industrial (D.I).ou Modelo Industrial (M.I.). para estrangeiros (requerentes residentes no estrangeiro) são:

  • Procuração (legalizar no Consulado ou Embaixada angolana no país de origem);
  • Desenhos/Fotografias (duplicado);
  • Texto de resumo (duplicado);
  • Lista de Inventores;
  • Fotolito;
  • Documento de Reivindicação de Prioridade;
  • Documento de Cessão do Inventor;
  • O Formulário (devidamente preenchido).

 Os requisitos para o registo de um Desenho Industrial (D.I).ou Modelo Industrial (M.I.). para Nacionais (requerentes residentes no país) são:

  • Desenhos/Fotografias (duplicado);
  • Texto de resumo (duplicado);
  • Lista de Inventores;
  • Fotolito;
  • O Formulário (devidamente preenchido).

 

Tabela de Taxas para o Modelo e Desenho Industrial

 

 

Requisitos para o Registo de uma Marca

Os requisitos para o registo de uma marca nacional podem ser feitos em nome individual ou em nome de uma empresa. Para o registo de marca em nome individual, devem ser entregues os seguintes documentos:

  • Formulário do pedido preenchido e assinado;
  • Cada pedido deve corresponder a uma classe de produto ou serviço;
  • Comprovativo de pagamento das taxas de pedido (borderaux);
  • 3 (três) reproduções tipográficas da marca – tamanho máximo 8/8 cm;
  • Cópia do Bilhete de Identidade;
  • Carta a solicitar o pedido de registo.

Obs: Os pedidos com mais (+) de cinco (5) produtos ou serviços, implica o pagamento da taxa adicional para cada um. 

Para o registo de marca de uma empresa, devem ser entregues os seguintes documentos:

  • Formulário do pedido preenchido e assinado;
  • Cada pedido deve corresponder a uma classe de produto ou serviço;
  • Comprovativo de pagamento das taxas de pedido (borderaux);
  • 3 (três) reproduções tipográficas da marca – tamanho máximo 8/8 cm;
  • Carta da empresa solicitar o pedido de registo e a nomear o seu representante no acto;
  • Prova da actividade: Comprovativo da existência jurídica da empresa;
  • Para os requerentes que pretendem (opcional) constituir mandatário deverão apresentar procuração 

Obs: Os pedidos com mais (+) de cinco (5) produtos ou serviços, implica o pagamento da taxa adicional para cada um.

 

Requisitos para o Registo de uma Marca para Requerentes Estrangeiros

 Os requisitos para registo de uma marca para requerentes estrangeiros são os seguintes:

  • Formulário do pedido preenchido e assinado;
  • Cada pedido deve corresponder a uma classe de produto ou serviço;
  • Comprovativo de pagamento das taxas de pedido (borderaux);
  • 3 (três) reproduções tipográficas da marca – tamanho máximo 8/8 cm;
  • Constituição obrigatória de Mandatário, mediante apresentação de procuração traduzida para língua portuguesa e reconhecida no Consulado de Angola do país do requerente ou no país mais próximo;
  • Prova da actividade: Comprovativo da existência jurídica do requerente traduzida para língua portuguesa e autenticada no notário.

Obs: Os pedidos com mais (+) de cinco (5) produtos ou serviços, implica o pagamento da taxa adicional para cada um.

 

Requisitos para o Registo do Nome do Estabelecimento (N.E) e da Insígnia do Estabelecimento (I.E.)

Os Requisitos para o Pedido de Registo do Nome do Estabelecimento são os seguintes:

  • Formulário para cada pedido preenchido e assinado;
  • Comprovativo de pagamento da taxa do pedido (borderaux);
  • 3 (três) reproduções tipográficas – tamanho máximo 8/8 cm;
  • Carta do requerente a solicitar o pedido e a nomear o seu representante no acto;
  • Alvará da actividade que exerce;
  • Prova da actividade: Comprovativo da existência jurídica da empresa;
  • Para os requerentes que pretendem (opcional) constituir mandatário deverão apresentar procuração.

Os Requisitos para o Pedido de Registo da Insígnia do Estabelecimento são os seguintes:

  • Formulário para cada pedido preenchido e assinado;
  • Comprovativo de pagamento da taxa do pedido (borderaux);
  • 3 (três) reproduções tipográficas – tamanho máximo 8/8 cm;
  • Carta do requerente a solicitar o pedido e a nomear o seu representante no acto;
  • Alvará da actividade que exerce;
  • Prova da actividade: Comprovativo da existência jurídica da empresa;
  • Para os requerentes que pretendem (opcional) constituir mandatário deverão apresentar procuração.

 

Tabela de Taxas para o Registo de uma Marca e do Nome do Estabelecimento (N.E). e da Insígnia do Estabelecimento (I.E.)

 

Mais Informação

Para mais informação sobre o IAPI contacte os seguintes terminais (+244) 222004991/(+244)922404936 ou dirija-se ao seguinte endereço: Rua Serqueira Lukoki nº 25, 6º andar, direito, Luanda – Angola, e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. .

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Comissão da União Africana Lança 2ª Chamada para Submissão de Propostas de Projectos de Investigação

A Comissão da União Africana lança a segunda chamada para submissão de Propostas de Projectos de Investigação, ao abrigo da Fase II do Programa de Financiamento da União Africana, com o prazo até ao dia 31 de Maio de 2018.

Esta chamada tem como objectivos:

  • Apoiar actividades colaborativas de Investigação e Inovação (I&I) que atendam as questões enfrentadas pelos países africanos, contribuir para o desenvolvimento sustentável dos países africanos e a luta contra a pobreza, respeitando as questões éticas e de género;
  • Desenvolver a capacidade da Comissão da União Africana (CUA) para conceber, implementar e monitorizar programas de financiamento de I&I e estabelecer as bases para um programa-quadro credível e respeitável para a I&I que possa atrair fundos adicionais de outras fontes (Membros da União Africana,  estados, outros parceiros e doadores).

A apresentação de propostas responde à implementação da Estratégia para Ciência, Tecnologia e Inovação em África, 2024, que aborda as aspirações identificadas no âmbito da Agenda 2063 e da Prioridade 3 sobre o desenvolvimento humano da parceria União Europeia-África.

As propostas de projectos de investigação devem cingir-se nas seguintes áreas: Segurança Alimentar e Nutricional e Agricultura Sustentável (FNSSA) com especial atenção na Agricultura e Sistemas Alimentares para a Nutrição.

O Financiamento para Investigação da União Africana (AURG) é um dos programas iniciados no Departamento de Recursos Humanos, Ciência e Tecnologia (HRST) para apoiar uma investigação e desenvolvimento Pan-Africano através de doações e financiamento directo. O programa oferece a oportunidade necessária para usar a Ciência e Tecnologia (C&T) como uma ferramenta para o desenvolvimento sustentável, construindo e fortalecendo as capacidades de C&T da África.

Para mais informação: https://au.int/en/announcements/20180222/african-union-research-grants-ii-open-call-proposals-2018-edition


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Degradação Química dos Solos da Funda

 

A comuna da Funda pertence ao município de Cacuaco, província de Luanda. Esta comuna é essencialmente habitada por agricultores que cultivam diversos produtos agrícolas, sobretudo hortaliças, raízes e tubérculos e frutos. A maior parte destes produtos são comercializados na sede do município e na cidade de Luanda. Em virtude dos condicionalismos climáticos, resultantes da escassez de chuvas e elevados índices de variabilidade na sua distribuição a prática da irrigação é fundamental para garantir a produção agrícola em regiões tropicais de clima quente e seco, como é o caso da Funda Prédio. 

Na agricultura irrigada, a qualidade da água deve ser analisada antes do início do cultivo, pois os sais nela dissolvidos, mesmo estando em baixas concentrações, podem ser incorporados ao solo, tornando-o salino em poucos anos e consequentemente provocarem a degradação química dos solos (Medeiros e Gheyi, 1994). 

Outro factor que também pode contribuir na degradação química dos solos da Funda é a aplicação excessiva de fertilizantes. O Solo Barro negro, predominante na Funda Prédio, apresenta alta fertilidade e, não requer de aplicações adicionais de adubos, salvo se a análise química do solo justifique a sua aplicação. A adição desmedida de fertilizantes, para além de elevar os custos da produção e afectar o meio ambiente, pode acidificar o solo. Por outro lado, o uso de fertilizantes com elevado índice salino tais como a ureia e os nitratos, muito utilizados pelos agricultores da região da Funda, promovem um incremento da pressão osmótica na solução do solo, prejudicando o desenvolvimento das culturas. O presente trabalho foi realizado com o objectivo de avaliar a degradação química do solo Barro negro da zona da Funda Prédio.  

As investigações decorreram entre os meses de Setembro a Dezembro de 2015, na comuna da Funda, muito concretamente na Funda Prédio sob as coordenadas 0,8º 49'01.0'' S, 13º 30'25.9'' E. O clima foi classificado por Köppen, como sendo do tipo BSh (clima seco, de estepe, muito quente). As precipitações são escassas, com uma média anual que varia entre 350 a 400 mm. A temperatura média anual está compreendida entre 24ºC e 26ºC. 

As amostras de água foram recolhidas na Vala da Espanha, utilizando duas garrafas de plástico de 1.5 litros. Nas amostras de água determinou-se a relação de adsorção do sódio (RAS, mg/l) e a condutividade eléctrica (CEa, dS/m). Os valores médios destes parâmetros foram interpretados mediante a metodologia proposta por Richards (1954) (CEa, C1 a C4; RAS, S1 a S4).

O solo das parcelas foi classificado como Barro negro (MPAM e CEPT, 1968). As amostras para a análise do solo foram recolhidas na camada de 0 a 20 cm, em duas parcelas homogéneas designadas A e B, seguindo o percurso em zigue-zague. Nas amostras determinou-se os seguintes nutrientes minerais: cálcio (Ca), magnésio (Mg), potássio (K) e sódio (Na) para calcular a soma de bases (SB = Ca + Mg + K + Na), além do fósforo (P), alumínio (Al) e acidez activa (pHCaCl2). Os valores médios destas variáveis foram interpretados utilizando cinco classes de fertilidade designadas de “Muito baixa”, “Baixa”, “Média”, “Alta” e “Muito alta”.   

De acordo com os dados da Figura 1, verifica-se que a água de rega da vala da Espanha corresponde a classe C2S1 (C2 - água de média salinidade. Pode ser usada sempre e quando houver uma lixiviação moderada de sais; S1 - Água de baixa sodificação. Pode ser usada para irrigação na maioria dos solos). O uso desta água representa perigo de salinização no solo Barro negro com baixa drenagem interna e, consequentemente provocar a degradação química do solo.

 

Os dados da Tabela 1, mostram que os valores médios da maior parte dos atributos estudados variam de “Alta” a “Muito alta”. Neste caso, não são necessárias aplicações adicionais de fertilizantes, porque o solo dispõe de nutrientes suficientes, para se atingir altos rendimentos produtivos. É de ressaltar que a elevada concentração dos teores de sódio em ambas parcelas pode provocar degradação nas propriedades do solo.       

Assim, chegaram-se às seguintes conclusões: 

  1. A má qualidade da água de irrigação reflecte-se na salinidade do solo Barro negro, devido a sua drenagem deficitário; 
  2. A aplicação excessiva de fertilizantes no solo Barro, com uma disponibilidade de nutriente que varia de “Alta” a “Muito alta”, pode contribuir na degradação do solo da região.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 

Anónimo, (1997). Manual de fertilidade do solo e fertilização das culturas. Instituto Nacional de Investigação e Desenvolvimento Agrário. República de Cabo Verde. 96 p.

Anónimo, (2005). Manual de fertilização das culturas. Laboratório Química Agrícola Ribeiro da Silva. Lisboa, 282 p.

Medeiros, J.F. e Gheyi, H.R.A. (1994). A qualidade da água de irrigação. Campina Grande: UFPB. 60 p.

MPAM e CEPT. (1968). Carta Generalizada dos Solos de Angola (3ª Aproximação). Memórias (2ª Série), 56. Junta de Investigação do Ultramar, Lisboa.

Richards, L.A. (1954). Diagnosis and improvement of saline and alkali soils. Washington: United States Salinity Laboratory. (USDA: Agriculture Handbook, 60). 

 

Autores:

Domingos Bongue, PhD. Investigador Auxiliar do Centro Nacional de Investigação Científica do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. , +244 926 289 870.

Márcia da Graça de Sousa Gaspar, Lic. Laboratório Central, Direcção Nacional de Agricultura e Pecuária do Ministério da Agricultura e Florestas, Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. , +244 929 342 827.

Albertina Natália Chitombi, Lic. Universidade Independente de Angola, Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. , +244  939 742 542.

Pedro Guilherme João, PhD. Investigador Auxiliar do Centro Nacional de Investigação Científica do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. , +244 923 524 803.  

João Carlos Ferreira, PhD. Investigador Auxiliar do Centro Nacional de Investigação Científica do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. , +244 924224839.

 

* Este trabalho foi apresentado no 14º Congresso da Água realizado em Évora, Portugal de 7 a 9 de Março de 2018. 

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Angola Participa da 21ª Sessão Anual da Comissão das Nações Unidas de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento, em Genebra, Suíça

Decorre de 14 a 18 de Maio do ano em curso, a 21ª Sessão Anual da Comissão das Nações Unidas de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento, em Genebra, Suíça. Participa desta 21ª Sessão Anual a Ministra do Ensino Superior, Ciência Tecnologia e Inovação, Professora Doutora Maria do Rosário Bragança Sambo, que representa Angola na Mesa Redonda de Alto Nível sob o tema “Impacto da rápida mudança tecnológica na consecução dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável”.

A Mesa Redonda resulta de uma resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, A/RES/72/242, em que se solicitou à Comissão de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento (CSTD) que tivesse em conta o impacto das rápidas mudanças tecnológicas na consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Em resposta a este apelo, a Comissão deu início aos trabalhos na tarde de segunda-feira, 14 de Maio.

A rápida mudança tecnológica nos últimos anos tem tido um impacto amplo e às vezes perturbador na economia, na sociedade e no meio ambiente. A mesa redonda de alto nível examinará as oportunidades e os desafios trazidos por tecnologias novas e emergentes em vários campos, como: inteligência artificial, big data, Internet das Coisas, biologia sintética, tecnologias de satélites e drones. A aplicação de algumas dessas tecnologias representa uma oportunidade para abordar os ODS, em particular os objetivos relacionados à saúde, agricultura, educação e inclusão financeira. Enquanto isso, são colocados novos desafios para os formuladores de políticas e para a sociedade, já que podem atrapalhar os mercados de trabalho, exacerbar as desigualdades e levantar questões éticas.


A Mesa Redonda de Alto Nível incluirá líderes globais na fronteira de seus campos para dialogar com os formuladores de políticas, organizações internacionais e outras partes interessadas sobre como beneficiar de tecnologias novas e emergentes e mitigar riscos. Os formuladores de políticas de alto nível terão a oportunidade de identificar políticas e estratégias efectivas na área de ciência, tecnologia e inovação (CTI) para preparar as sociedades para rápidas mudanças tecnológicas, compartilhar experiências no nível nacional e identificar áreas para cooperação internacional.

Mais informação: http://unctad.org/en/pages/MeetingDetails.aspx?meetingid=1670

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Angola Participa na 24ª Sessão do Conselho de Governadores do Centro Internacional para Engenharia Genética e Biotecnologia - ICGEB

Os resultados da aprovação, para uso em seres humanos, da vacina contra a Dengue foram apresentados na 24ª sessão do Conselho de Governadores do Centro Internacional de Engenharia Genética e Biotecnologia (International Centre for Genetic Engeenirng and Biotechonology - ICGEB) realizado na cidade italiana de Trieste nos dias 10 e 11 de Maio de 2018. Representou Angola nesta sessão o Prof. Doutor Emanuel Catumbela, Director Nacional de Formação Graduada, do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação.

O ICGEB é uma organização internacional associada as Nações Unidas, criada em 1987, que congrega 63 países membros e 22 países observadores. O ICGEB tem laboratórios de investigação e realiza investigação de excelência em 5 macro áreas e em cada área há vários grupos de interesse, a saber: Doenças Infecciosas (virologia e doenças parasitarias), Doenças não infecciosas (Doenças cardiovasculares, imunologia, genética molecular, neurobiologia e cancro), Biotecnologia médica (drogas bio-similares, vacinas e recombinantes de diagnóstico) e Biologia das Plantas e Biotecnologia (estresse biótico e abiótico, melhoria de colheitas), oferecendo bolsas de doutoramento e pós-doutoramento nestas áreas.

A reunião serviu para fazer o balanço das actividades realizadas pelo Centro ao longo do ano de 2017, principalmente a apresentação de resultados de investigação. Um dos resultados apresentados foi a vacina contra o vírus da dengue.

O ICGEB tem vários recursos para aprendizagem de ciência na área de genética e biotecnologia.

 

Mais informação: https://www.icgeb.org/board-of-governors.html

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Centro de Botânica da UAN Organiza Conferência Internacional da Biodiversidade

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O Centro de Botânica da Universidade Agostinho Neto (UAN) realiza, no Hotel de Convenções de Talatona (HCTA), nos dias 22 e 23 de Maio de 2018, Ano da Sustentabilidade Ambiental e do Fortalecimento do Ecoturismo, a Conferência Internacional da Biodiversidade, sob o lema “Biodiversidade um Valor com Futuro”. 

A Conferência Internacional da Biodiversidade tem como objectivo principal dar a conhecer a investigação científica efectuada e a divulgação de resultados no âmbito da biodiversidade. Farão parte da Conferência palestrantes nacionais e estrangeiros com vasta experiência científica. 

Painéis: 

  • Painel I – Conservação da Biodiversidade.
  • Painel II – Alterações Climáticas e Biodiversidade.
  • Painel III – Preservação e Gestão Integrada de Ecossistemas. 

Grupo alvo:

  • Comunidade académica e científica;
  • Sociedade civil.

Para participar, os interessados deverão preencher a Ficha de Inscrição que pode ser obtida clicando aqui. 

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Angola Participa da Quarta Cimeira Transform Africa Summit 2018, sob o tema: Acelerando o Mercado Digital Único de África

NOTA DE IMPRENSA

ANGOLA PARTICIPA DA QUARTA CIMEIRA TRANSFORM AFRICA SUMMIT 2018 SOB O TEMA: ACELERANDO O MERCADO DIGITAL ÚNICO DE ÁFRICA.

Decorre de 7 a 10 de Maio do ano em curso a quarta edição da Cimeira Transform Africa Summit 2018. Após três edições bem-sucedidas, a quarta edição da Cimeira Transform Africa Summit 2018 realiza-se no Centro de Convenções de Kigali, na República do Ruanda.

A Cimeira sob o tema “Acelerando o Mercado Digital Único da África”, atraiu mais de 4.000 participantes, incluindo Chefes de Estado e Governos, Primeiras Damas, Comissários de Banda Larga da Organização das Nações Unidas (ONU), Ministros, Sector Público e Privado, Organizações Internacionais, Líderes da indústria, Investidores, Empreendedores, Jovens inovadores, Sociedade civil e Academia.

Participa desta Cimeira em representação a Sua Excelência Presidente da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço, a Ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Prof.ª Doutora Maria do Rosário Bragança Sambo. Integra a sua delegação o Director Nacional do Gabinete de Tecnologias de Informação do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Dr. Samuel Francisco.

Esta edição da Cimeira também contou com a realização do primeiro Fórum Económico Transform Africa, um engajamento do Governo para com o sector empresarial, ocorrido no dia 7 de Maio de 2018, onde Ministros e Secretários de Estado participaram de um público direcionado a líderes empresariais e investidores de alto patrimônio, debatendo questões sobre oportunidades de investimento e áreas de colaboração.

MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO, em Luanda, 09 de Maio de 2018.

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Angola Participa no 3º Diálogo de Alto Nível Indústria, Ciência e Governação, na República de Cabo Verde.



NOTA DE IMPRENSA


ANGOLA PARTICIPA NO 3º DIÁLOGO DE ALTO NÍVEL INDÚSTRIA, CIÊNCIA E GOVERNAÇÃO, NA REPÚBLICA DE CABO VERDE


O Secretário de Estado para Ciência, Tecnologia e Inovação, Professor Doutor Domingos da Silva Neto, participa no 3º Diálogo de Alto Nível Indústria, Ciência e Governação nas interacções do Atlântico, que decorre de 07 a 08 de Maio do ano em curso, na cidade da Praia, República de Cabo Verde.

Com objectivo de debater questões relactivas a organização do Centro Internacional de Investigação do Atlântico (Air Centre), a gestão e funcionamento de projectos de investigação científica, advindas as recomendações do 2º Diálogo realizado em Florianópolis, Brasil em Novembro de 2017, durante o qual Angola assinou a “Declaração de Florianópolis”.

A sessão foi oficialmente aberta por Sua Excelência Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, que agradeceu a escolha de Cabo Verde em acolher este evento e realçou a importância do mesmo na contribuição de respostas científicas às políticas de desenvolvimento do país.

Em relação a Angola, o Secretário de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Professor Doutor Domingos da Silva Neto, assegurou que o AIR Centre será muito importante, uma vez que constitui uma oportunidade de investigação, mas também uma oportunidade para acelerar a caminhada para a excelência, onde o princípio da competitividade será crucial. Reforçou ainda que “as acções a serem implementadas entre projectos que visam competitividade poderão apoiar as indústrias, mas também projectos integradores que possam olhar as insuficiências de alguns países que fazem parte desta iniciativa”, concluiu, que este projecto deverá ter em conta os países que partem de uma linha de base menos desenvolvida.

Assim sendo foram identificadas instituições ligadas ao estudo do clima, tendo com foco o atlântico e a física da atmosfera.
O Centro Internacional de Investigação do Atlântico (Air Center), que será implementado até ao final deste ano, nos Açores, Portugal, vai contar com quinze instituições de oito países, nomeadamente: Cabo verde, Portugal, Angola, Brasil, Nigéria, Espanha, Uruguai e o Governo Regional dos Açores e terá como observadores o Reino Unido, a África do Sul e a Argentina.

Integra a delegação angolana liderada pelo Secretário de Estado para Ciência e Tecnologia neste encontro, o Director Nacional de Ciência e Investigação Científica, do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Prof. Doutor António de Alcochete.

MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO, em Luanda, 08 de Maio de 2018.

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