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Conheça os Países com Mais Doutorados (PhD)

A educação é base para o desenvolvimento económico de qualquer país. E o Ensino Superior, em particular, está no centro da inovação que vemos ao nosso redor. Novas descobertas, como as tecnologias MP3 e GPS, nunca teriam acontecido se não fosse pelos projectos de investigação científica ao nível do doutoramento. Os países estão a investir nos seus subsistemas de Ensino Superior, e, como consequência, há cada vez mais pessoas a concluir o doutoramento. Mas qual é o país que tem mais doutorados (PhDs)?


Segundo um relatório da OCDE (Organisation for Economic Co-operation and Development), os EUA têm, pelo menos, o dobro de doutorados da Alemanha, o seu concorrente mais próximo. Em 2014, 67 449 pessoas concluíram o doutoramento nos EUA, em comparação com 28.147 na Alemanha. O próximo na linha, com 25 020 doutorados é o Reino Unido, que tem atrás de si a Índia. O Japão, apesar de ser o quinto da lista, com 16 039, tem apenas um quarto dos doutorados que os EUA têm. Em sexto e sétimo lugar, estão a França e a Coreia do Sul, que têm 13 729 e 12 931 respectivamente. A Espanha e a Itália, em oitavo e nono, têm um número similar, 10 889 e 10 678, respectivamente. A Austrália está em 10.º lugar com 8400. Abaixo estão os países com mais graus de doutor, no ano de 2014:


 


Há mais novos doutorados em todo o mundo. Os números da OCDE também mostram que o número de doutorados aumentou em todo o mundo nas últimas duas décadas. A maioria dos diplomados é de países da OCDE.





As grandes economias emergentes expandiram as suas capacidades de formação ao nível do ensino superior, diz o relatório, como mostrado pela alta posição da Índia, com 24 300 doutorados.
Certas áreas científicas são mais populares entre os estudantes de doutoramento. Cerca de 40% dos novos doutorados são em ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) e esse percentual aumenta para 58% de todos os recém-formados se se incluir os doutorados em saúde. Os programas de doutoramento estão particularmente orientados para as ciências naturais e para as engenharias na França (59%), no Canadá (55%) e na China (55%), de acordo com o relatório.
Entre outras tendências observadas no relatório estavam a crescente digitalização e internacionalização da pesquisa, inaugurando uma era de economia global do conhecimento.

Mais informação em: https://www.weforum.org/agenda/2017/02/countries-with-most-doctoral-graduates

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Obras da Primeira Fase do Campus Universitário da Universidade Agostinho Neto Podem Retomar ainda este Ano

 

As obras de construção e acabamento do Campus Universitário da Universidade Agostinho Neto (UAN), sito no Bairro Camama, paralisadas desde 2011, podem retomar ainda este ano. Esta foi a previsão dada pelo Ministro da Construção e Obras Públicas, Engenheiro Manuel Tavares de Almeida, que esteve acompanhado pela Ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Professora Doutora Maria do Rosário Bragança Sambo, durante a visita de constatação efectuada ao Campus, no dia 13 de Abril.

No encontro que antecedeu a visita, foram apresentados à Ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação e ao seu homólogo da Construção e Obras Públicas os principais constrangimentos vividos pelos docentes e pelos estudantes da Universidade, fruto da paralisação das obras, em 2011. Do balanço apresentado, relativo às tarefas pendentes, a falta de iluminação ao longo do Campus, e da respectiva via de acesso, a falta de refrigeração no restaurante e em outras instalações, a conclusão e entrega dos gabinetes da Reitoria e os acabamentos da Esquadra Policial do Campus, para a garantia da segurança, foram os aspectos destacados.

A nível das faculdades, a falta de instalações com capacidade de albergar estudantes das faculdades de Engenharia e de Ciências, as dificuldades de transporte dos docentes e estudantes que ainda frequentam as antigas instalações das respectivas faculdades, na cidade, foram os aspectos de grande relevância apresentados durante a reunião.

O Campus Universitário da UAN ocupa um espaço de 20.23 km2. O plano mestre, desenvolvido em 2000 e actualizado em 2009, foi concebido com foco na sustentabilidade. O projecto concebido em seis fases, sendo o Campus actual a primeira fase, está composto por faculdades apetrechadas com os respectivos auditórios, escritórios para professores e para funcionários, laboratórios e salas de aula expostas ao ar livre.

Em 2017, foi criada a Comissão Técnica Interministerial, que apresentou uma proposta para a resolução dos pendentes deste projecto, a curto, médio e longo prazo. Para este ano, nas palavras do Ministro das Obras Públicas, Engenheiro Manuel Tavares de Almeida “a prioridade será a conclusão das obras pendentes do Campus, com o objectivo de suplantar as actuais dificuldades apresentadas e a sua devida manutenção”.

Estiveram presentes nesta visita o Secretário de Estado para o Ensino Superior, Professor Doutor Eugénio Adolfo Alves da Silva, o Magnífico Reitor da UAN, Professor Doutor Pedro Magalhães, Decanos das Faculdades, Directores Gerais, Directores Nacionais do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação e do Ministério da Construção e Obras Públicas, e representantes da empresa SOMAGUE (responsável por uma parte do projecto).

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