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Conheça o Portal Ciencia.ao. Baixe e Partilhe o seu Folheto Informativo.

O portal ciencia.ao criou um folheto informativo com o objectivo de melhor informar os seus visitantes. O folheto presta as seguintes informações sobre o portal: objectivos, conteúdos, público alvo, como cada um de nós pode contribuir, funcionalidades, frequência de actualização, equipa de gestão, redes sociais e newsletter.

Solicitamos que baixe (clique aqui) o folheto e partilhe com todos os seus contactos. Agradecemos desde já a sua contribuição para a promoção da ciência, tecnologia e inovação em Angola.

 

 

 

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Faculdade de Engenharia da UAN Apresenta Resultados da Avaliação de Desempenho dos seus Docentes e Investigadores

 

A Faculdade de Engenharia da Universidade Agostinho Neto (UAN) avaliou o desempenho dos seus docentes e investigadores, relativo aos anos 2014 e 2015. A avaliação incidiu sobre as seguintes vertentes: Ensino, Investigação científica, Transferência de Conhecimento e Gestão Universitária.

Assim, os Serviços de Investigação Científica e Pós-Graduação da UAN informam que no dia 9 de Junho, às 09h00, no anfiteatro da Faculdade de Direito da UAN,  a Faculdade de Engenharia fará a apresentação do processo de avaliação e resultados obtidos, a todas as unidades orgânicas da UAN.

 

 

 

 

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O Papel de Angola na Expansão e Adaptação Genética dos Povos Bantu em África e na América do Norte

É cada vez mais evidente que a compreensão dos padrões de diversidade genética sejam um elemento crucial na investigação em saúde, como documentam os estudos realizados em 2016 por Busbyet al. Portanto, um estudo publicado na revista Science, intitulado “Dispersals and genetic adaptation of Bantu-speaking populations in Africa and North America” vem reforçar ainda mais esta ideia. 

O estudo reconstrói a história genética das comunidades de agricultores de língua bantu, desde as suas expansões iniciais ao longo de África até às mais recentes migrações forçadas de uma parte dessa população para a América do Norte, durante a escravatura. E Angola aparece como o epicentro dessa expansão. 

Os investigadores analisaram dados genómicos de 1318 indivíduos de 35 populações da África Central e Ocidental, onde as línguas Bantu se originaram. A partir desta análise foi possível observar que os falantes de línguas bantu do Leste e do Sul de África tinham maiores semelhanças genéticas com as populações de Angola do que entre si. Assim, os investigadores descobriram que os falantes das línguas bantu primeiro migraram para Sul, através do Gabão até Angola, e depois ocorreu uma divisão populacional há 2000 anos, com duas ondas migratórias: 1) Para sul, pela costa oeste, até à África do Sul e 2) Para leste para a zona dos grandes lagos e depois para sul, passando por Moçambique e chegando também à África do Sul. De acordo com as investigadoras, a grande novidade do artigo é que houve uma separação mais tardia e chegaram a Angola, confirmando assim que essa divisão entre as populações bantas não tinha acontecido logo na sua expansão inicial há 4000 anos. 

Verificou-se também que a adaptação genética dos povos bantu contribuiu para a mistura com populações locais durante essa expansão, de onde resultou a influência dos falantes de línguas bantu para a genética de africanos e afro-americanos. De acordo com uma das investigadoras, citada pelo jornal português o Público, a respeito das migrações dos falantes de línguas bantu durante o período de escravatura, “[Os povos] deram assim material genético aos afro-americanos, o que resultou da mistura de várias populações de África”. Estima-se que 73% dos afro-americanos do Norte dos Estados Unidos têm ancestralidade africana, contra 78% dos estados do Sul. Desta ancestralidade africana nos EUA, 13% veio dos actuais estados do Senegal ou Gâmbia (não bantu), 7% da Costa do Marfim e Gana (não bantu), 50% da região à volta do Benim (não bantu) e até 30% da costa ocidental da África Central (bantu), sobretudo de Angola. 

Mais informação em: http://science.sciencemag.org/content/356/6337/543.full ou ainda https://www.publico.pt/2017/05/23/ciencia/noticia/ha-um-novo-mapa-da-historia-das-linguas-bantas-e-angola-e-importante-1773067

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Portal ciencia.ao Atinge Mais de 3000 Visitantes Únicos no Mês de Fevereiro de 2017

O portal ciencia.ao lançado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MINCT) a 26 de Maio de 2014, é dirigido à comunidade científica e a todas as pessoas que fazem ciência ou se interessam por ciência, tecnologia e inovação.

O principal objectivo é falar ciência, contar a ciência que se faz nas universidades, nos laboratórios e em outras Instituições de Ensino Superior e de investigação científica. O Ciencia.ao tem também por objectivo divulgar os resultados da investigação científica feita em Angola e/ou por angolanos, sua aplicação na vida quotidiana e contribuir para uma eventual melhoria das condições de vida das populações em vista de um desenvolvimento sustentável do País. 

O Portal ciencia.ao é um espaço de informação, descoberta, discussão, difusão de notícias, oportunidades, artigos, estudos, sondagens, legislação e eventos científicos (ex. conferências, cafés de ciência, colóquios, mesas redondas, projecções-debates). É um meio eficaz de divulgação da cultura científica e de sensibilização, para as questões de ciência, do público em geral, das crianças em idade escolar e de um público iniciado constituído por investigadores, professores, docentes e estudantes universitários, entre outros. O portal reúne condições e funcionalidades técnicas modernas e performantes, sendo uma excelente ferramenta de trabalho e garante serviços de qualidade.

O Portal ciencia.ao reserva a cada um dos Actores do Sistema Nacional de Ciência Tecnologia e Inovação de Angola um espaço ideal para informação e difusão das suas instituições e especificidades (apresentação da instituição, suas visão, missão e estratégia, estatutos, morada, contactos úteis, etc…), assim como dos seus eventos e oportunidades.

Adicionalmente, o ciencia.ao obriga-se a exercer a sua actividade com sentido de responsabilidade e espírito de tolerância através de informação isenta, rigorosa e objectiva.

Assim, tem-se envidado vários esforços para que o Portal ciencia.ao seja a referência online em termos de Ciência, Tecnologia e Inovação em Angola. O seguinte gráfico mostra a evolução do número de visitantes no período de Março de 2016 a Fevereiro de 2017. Observa-se, a partir das barras vermelhas, que saímos de aproximadamente 1000 visitantes únicos (se um visitante aceder ao portal mais de uma vez num determinado mês, só conta uma vez) em Março de 2016 para mais de 3000 em Fevereiro de 2017. As barras verdes representam o número de visitantes, incluindo visitantes repetidos, num determinado mês. Observa-se que os visitantes consultam o portal mais do que uma vez por mês e que o número de visitantes tem estado a aumentar ao longo do tempo – um aumento, em média, de 167 visitantes por mês –, como se representa pela linha tracejada azul. 

 

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Investigador Angolano Co-autor de Estudo Premiado pela Academia de Ciências de Cuba

 

Foi atribuído o Prémio Anual da Academia de Ciências de Cuba, referente ao ano 2016, ao trabalho de investigação científica denominado "A Apropriação Significativa de Conteúdos Matemáticos como Processo Básico na Formação do Profissional Universitário" .

O referido trabalho foi elaborado pelos seguintes autores, dos quais se destaca o Professor Doutor Eurico Wongo Gungula, Reitor da Universidade Óscar Ribas:

Raquel Diéguez Batista1, Mirtha Numa Rodriguez1, Nereyda Pérez Sánchez1, Eurico Wongo Gungula2, Vicente Eloy Fardales Macías3, Osmany Puig Jiménez1, Raudel Torrecilla Díaz1, Agustín Martín Pérez1, Elena Anatolievna Dugareva1.

1- Universidade de Ciego de Ávila (Cuba)

2- Universidade Óscar Ribas (Angola)

3- Universidade Médica de Sancti Spiritus (Cuba)

Salienta-se ainda que o Prof. Doutor Eurico Gungula é Licenciado em Matemática pela Universidade Agostinho Neto, Mestre em Novas Tecnologias Aplicadas à Educação pela Universidade Máximo Gómez Báez (Cuba) e Doutor em Ciências Pedagógicas pela Universidade de Oriente (Cuba).

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Instituições Angolanas Estudam a Fertilidade dos Solos Predominantes em Angola

Investigadores do Centro Nacional de Investigação Científica (CNIC), em parceria com a Universidade Independente de Angola (UNiA), a Estação do Desenvolvimento Agrário de Cacuaco e o Laboratório Central da Agricultura e Pecuária, com base na análise das propriedades químicas dos solos ferralíticos, estão a desenvolver estudos que permitam perceber a fertilidade dos solos predominantes em Angola.

Angola é considerado como o 16º país do mundo com maior potencial agrícola. Esta classificação deve-se fundamentalmente pelas seguintes razões: (i) grandes extensões de solos aráveis, estimados em cerca de 58 milhões de hectares, (ii) abundância em recursos hídricos e (iii) energia radiante ao longo de todo o ano. Apesar destes enormes recursos, a agricultura angolana regista actualmente baixas produções unitárias. O principal factor que condiciona a produção agrícola está relacionado com a baixa fertilidade dos solos ferralíticos. Estes solos são os mais predominantes em Angola, ocupam cerca de 45,35% do território nacional.

No período colonial, a agricultura tinha um papel muito importante, satisfazia a maior parte das necessidades alimentares do mercado nacional, e exportava a produção das culturas de rendimento (café, algodão, sisal e banana). O sucesso desta agricultura fundamenta-se pelo profundo conhecimento científico e técnico dos solos de Angola e pela especialização dos Engenheiros Agrónomos em questões de pedologia e em problemas respeitantes a fertilidade dos solos. Com efeito, as investigações realizadas no então Instituto de Investigação Agronómica de Angola, mostraram que 92% dos solos angolanos apresentavam carências de azoto e 94% carência de fósforo. O azoto e o fósforo são os dois nutrientes que mais limitam a produtividade dos solos tropicais, e em particular dos angolanos.

As amostras do solo para este estudo, foram recolhidas na localidade do Sequele, município de Cacuaco, nas profundidades de 0 a 20 cm e de 20 a 40 cm. Nas amostras determinou-se o pH, a matéria orgânica, o fósforo, as bases trocáveis, bem como as variáveis que deles derivam, como a soma de bases, capacidade de troca catiónica, saturação por bases e por alumínio. Estes parâmetros foram interpretados utilizando cinco classes de fertilidade designados de “Muito baixa”, “Baixa”, “Média”, “Alta” e “Muito alta”, onde os três primeiros correspondem os valores entre zero e o teor crítico, e as duas últimas a valores superiores do teor crítico.

Os resultados obtidos das análises químicas indicaram que a maior parte dos valores médios dos parâmetros estudados variaram de “Muito baixa” a “Baixa”. Estes resultados corroboram com os estudos antes realizados neste tipo de solos. Neste contexto, considerando que os solos ferralíticos são pobres em nutrientes e que o país gasta anualmente elevados recursos financeiros na importação de adubos químicos, para este tipo de solo, antes de se aplicar os adubos, deve-se primeiro realizar a análise química do solo, em seguida a calagem para a correcção do pH. Através desta prática, pode-se determinar a quantidade do elemento no solo e estimar as necessidades de calagem e dos nutrientes essenciais necessários para a obtenção de uma produção economicamente rentável para o agricultor.

 

Para informação adicional contacte os autores do estudo.

Dr. Domingos Bongue, Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. , 926 289 870

Dr. João Carlos Ferreira, Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. , 924 224 839

Dr. Pedro Guilherme João, Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. , 923 524 803

Eng.ª Márcia da Graça de Sousa Gaspar, Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. , 929 342 827

 

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