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Conheça o livro "Climate change and adaptive land management in Southern Africa".

Este livro Climate change and adaptive land management in South Africa fornece uma colecção abrangente de resultados de investigação científica, infra-estrutura de dados, ferramentas e resultados de capacitação do portfólio de investigação do SASSCAL 1.0. Este livro também significa uma entrada no futuro em que o SASSCAL apoiou a investigação científica contínua, inabalável e ancorada pelo estabelecimento do SASSCAL como instituição e sucessos do portfólio SASSCAL 1.0 em termos de produtos de investigação, serviços e infra-estrutura de pesquisa. Além disso, várias parcerias estratégicas criadas na região e no exterior posicionam o SASSCAL como uma instituição sustentável que garantirá a disponibilidade de conhecimento e dados a longo prazo; A hospedagem de dados de longo prazo é uma base fundamental para detectar e entender as mudanças ao longo do tempo e do espaço.

Para mais informação sobre o livro, consulte: http://www.biodiversity-plants.de/biodivers_ecol/vol6.php#Climate

 

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Conheça a Estratégia SASSCAL 2.0 - Alterações Climáticas e Gestão de Solos

O mundo enfrenta consideráveis desafios económicos, sociais e ambientais devido à confluência de tendências das alterações climáticas, crescimento populacional, expansão agrícola, desflorestamento, escassez de água e perda de biodiversidade. Sinais de crescentes e agravadas tensões, resultantes destas tendências são evidentes a nível global, nacional e local, e são de particular relevância para os países da África Austral, onde a escassez induzida pelas alterações climáticas e a dinâmica populacional afectam gravemente o desenvolvimento socioeconómico.

A Estratégia SASSCAL 2.0 oferece uma transição de uma busca baseada em recursos para uma busca baseada em conhecimento por soluções para os desafios da mudança climática e de desafios de gestão dos solos.

O SASSCAL 1.0 estabeleceu a agenda para a geração de conhecimento nas áreas de mudança climática e gestão adaptativa dos solos. O SASSCAL 2.0 basear-se-á nas realizações do SASSCAL 1.0, incorporando as lições aprendidas e desenvolvendo iniciativas para enfrentar futuros desafios da mudança climática e da gestão adaptativa do solo.

A Estratégia SASSCAL 2.0 fornece uma estrutura de alto nível para orientar investimentos em investigação científica e inovação em mudanças climáticas e intervenções adaptativas de gestão dos solos. Todos os países membros precisam apoiar e comprometer-se com a Estratégia devido ao seu enfoque de prestação de serviços regionais integrados. Esses elementos são altamente desejáveis, mas são de natureza de longo prazo que exigem compromisso político, investimento e supervisão para serem plenamente realizados.

Para mais informação clique aqui e baixe o PDF.

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MESCTI Realiza Encontro com Estudantes do Ensino Superior e Representantes Associativos

O Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) realizou nesta terça-feira, 26 de Junho do corrente ano, pelas 08H00, no Hotel de Convenções de Talatona (HCTA), um encontro de auscultação aos estudantes do Ensino Superior e representantes associativos das Instituições de Ensino Superior Públicas e Privadas, sob o lema: “Reforçar a formação científica, patriótica e ética, e cultivar a cidadania estudantil”.

O encontro teve como objectivos criar um espaço de debate permanente sobre os problemas e expectativas dos estudantes e jovens universitários, auscultar as preocupações dos estudantes do ensino superior e da juventude universitária referentes à vida estudantil e consensualizar ideias e boas práticas passíveis de aplicação para melhoria dos aspectos inerentes à vida estudantil e associativa nas Instituições de Ensino Superior.

A actividade, presidida pela Ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Prof. Doutora Maria do Rosário Bragança Sambo, que se fez acompanhar da Ministra da Juventude e Desportos, Dra. Ana Paula do Sacramento Neto, do Secretário de Estado para o Ensino Superior, Prof. Doutor Eugénio Adolfo Alves da Silva, e do Secretário de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Prof. Doutor Domingos da Silva Neto, esteve dividida em quatro painéis com os seguintes temas: 

  • Painel I – Associativismo no Ensino Superior: vivências, desafios e perspectivas;
  • Painel II – Vida Estudantil: desafios e perspectivas;
  • Painel III – Educação patriótica da juventude, participação social e acção solidária;
  • Painel IV – Os jovens e a ciência, tecnologia e inovação.

Além de temas ligados aos painéis acima mencionados, a Provedora-Adjunta de Justiça, Florbela Araújo, debruçou-se sobre a problemática do Ensino Superior face aos meios constitucionais de defesa dos direitos e liberdades dos cidadãos, no âmbito das atribuições do provedor de justiça. A mesma referiu que nem sempre a relação entre as Instituições de Ensino Superior e os seus estudantes é pacífica, "muitas vezes são ouvidos relatos de situações em que o procedimento das Instituições de Ensino Superior compromete claramente o respeito pelo direito dos estudantes, como: a recusa de requisição de aulas, a isenção de pagamento de propinas em virtude da suspensão das aulas por motivos de calendarização (censo 2014, eleições, etc.), bem como o pagamento de uma taxa para casos de reclamação de nota pelo estudante". 

O Secretário de Estado para o Ensino Superior, Prof. Doutor Eugénio Adolfo Alves da Silva, reforçou que "a formação superior não se devia limitar à dimensão da transmissão de conhecimentos, ao ensino e treino de competências ou ao desenvolvimento de habilidades, mas preocupar-se, também, em moldar o carácter, orientar a conduta, cultivar os sentimentos e inculcar valores éticos".

Estiveram presentes neste encontro Reitores e Directores-Gerais das Instituições de Ensino Superior Públicas e Privadas, Directores Nacionais do MESCTI, Representantes Associativos das Instituições de Ensino Superior Públicas e Privadas e Representantes da UEESA (União dos Estudantes do Ensino Superior de Angola) e do Conselho Nacional da Juventude.

 Para mais informação clique aqui para baixar o Comunicado Final do Encontro.

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Conheça o "Ciência 2018 - Encontro com a Ciência e Tecnologia em Portugal" e Participe!

O Ciência 2018 - Encontro com a Ciência e Tecnologia em Portugal, a maior reunião nacional de investigadores de diferentes instituições e áreas do conhecimento, regressa ao Centro de Congressos de Lisboa, de 2 a 4 de Julho. Esta edição tem como país convidado a África do Sul.

O Encontro Ciência 2018 é promovido pela Fundação para a Ciência e Tecnologia em colaboração com a Agência Nacional de Cultura Científica e Tecnológica Ciência Viva e a Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, tendo o apoio institucional do Governo através do Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

Destina-se a promover o debate alargado dos principais temas e desafios da agenda científica para além do universo da investigação. Por isso, este encontro tem como principal objectivo estimular não só a participação como a interacção entre investigadores, sector empresarial e público em geral.

No contexto da definição de missões a orientar pela agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, tendo como base os 17 Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o programa do Ciência 2018 está assim organizado em sessões que pretendem estimular o debate sobre a concepção do futuro 9.º Programa Quadro Europeu para a Investigação e Inovação, 2021-2028. Mais ainda, o programa está organizado de modo a promover o envolvimento integrado de todos os participantes nas diferentes actividades previstas. Estas incluem debates abertos sobre desafios estratégicos associados às metas dos ODS e sobre ciência e inovação em Portugal, workshops de comunicação de ciência, sessões de apresentação dos mais recentes avanços da Investigação em Portugal, acções de promoção Arte e Ciência, comunicação de ciência, entre outros.

As sessões plenárias focam desafios específicos da ciência em Portugal e contam com a participação de figuras de referência, nacionais e estrangeiras. As sessões paralelas serão abertas por jovens que participaram em projectos e iniciativas promovidos pela Ciência Viva como por exemplo a Ocupação Científica dos Jovens nas Férias, o CanSat Portugal ou os estágios no CERN.

Este encontro anual, aberto a toda a comunidade científica, empresas, decisores políticos e ao público em geral, tem entrada livre mediante inscrição prévia.

Registe-se e reserve ainda o seu lugar no jantar da conferência, que conta com a participação de jovens músicos da Orquestra Metropolitana de Lisboa, no dia 3 de Julho, terça-feira, às 19:30, em www.encontrociencia.pt.

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Curso Introdutório em Pequenos Satélites

O Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional realiza nos dias 19, 20 e 21 de Junho, das 09:00 às 17:00, o Curso Introdutório em Pequenos Satélites. O curso estará a cargo de formadores nacionais e internacionais certificados pela UNISEC (University Space Engineering Consortium) que irão dar o ABC da Ciência e Tecnologia Espacial, recorrendo a ferramentas didácticas e KITs de treinamento reais. 

Durante o curso, estudantes, profissionais e demais interessados nas áreas das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), terão a oportunidade de experimentar uma missão espacial desde o desenho até à construção e operação de pequenos satélites.

Conheça o programa da formação:




Para mais informações

Contactar: 927159489/946113471 ou Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. .
 

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NASA Envia Esperma para a Estação Espacial Internacional para Descobrir se os Seres Humanos Podem Reproduzir-se no Espaço

Um grupo de cientistas da NASA (National Aeronautics and Space Administration) quer descobrir se a reprodução humana no espaço, em ambiente de gravidade zero, é possível. Assim sendo, a NASA enviou amostras de esperma humano para a Estação Espacial Internacional, na última viagem do foguete Falcon 9, para analisar o comportamento do esperma em contexto de microgravidade.

Pode parecer um pouco bizarro que a NASA esteja a enviar este tipo de material para o espaço, mas as questões relacionadas com a reprodução humana no espaço começam a ganhar cada vez mais pertinência, numa altura em que surge mais interesse em aumentar a presença da humanidade fora do planeta. À medida que as missões com humanos se tornem cada vez mais longas (e os planos para enviar humanos para o planeta vermelho implicam viagens de meses) e em que se multiplicam ideias de criar colónias permanentes em ambiente de gravidade zero, falar sobre sexualidade no espaço torna-se cada vez mais incontornável. Este estudo é pioneiro nessa área.

 

No que consiste a experiência?

A Missão Micro-11 (nome para esta experiência em particular) consiste em observar o comportamento de esperma humano, e de touro, e verificar se os espermatozóides se conseguem movimentar de forma livre e veloz para fertilizarem um óvulo dentro do espaço de microgravidade da Estação Espacial Internacional. Depois da experiência, os espermatozóides serão enviados para a Terra para serem analisados por equipas especializadas na área.

 

Outros estudos sobre sexualidade no espaço

Não é a primeira vez que o comportamento de esperma é estudado no espaço. Em 2017, a NASA fez experiências com esperma de rato e concluiu que o mesmo conseguiu sobreviver, congelado, durante uma viagem de nove (9) meses até à Estação Espacial Internacional, e conseguiu produzir ratos saudáveis quando voltou à Terra. Em 1998, também foi demonstrado que invertebrados aquáticos conseguem reproduzir-se no espaço, designadamente, caracóis e pulgas de água.

 

Futuras questões de investigação

Mesmo que se conclua que os espermatozóides humanos podem fertilizar o óvulo dentro do espaço de microgravidade, diversas questões ficarão por responder: como se pode viver a sexualidade no espaço? Poderá uma mulher dar à luz num contexto de microgravidade? Como ultrapassar os altos níveis de radiação? A falta de gravidade poderá afectar o desenvolvimento físico e cognitivo das crianças? A ciência lançou as bases, e a NASA pretende descobrir, finalmente, se teremos hipóteses em missões, a longo prazo, no espaço. 


Mais informação em: https://futurism.com/sperm-space-nasa/

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