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MESCTI Realiza a 9.ª Edição da Feira do Inventor/Criador Angolano (FeICA)

O Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) realiza de 14 a 16 de Setembro de 2018 a 9.ª Edição da Feira do Inventor/Criador Angolano (FeICA), uma actividade técnico-científica e cultural que se insere nos programas do Governo angolano de Promoção da Cultura Científica e da Transferência de Tecnologia e Empreendedorismo de Base Tecnológica. 

A FeICA tem como finalidade disseminar acções relacionadas com a Ciência, Tecnologia e Inovação e reconhecer trabalhos desenvolvidos por diferentes actores nacionais e estrangeiros que se dedicam à Ciência, Tecnologia e Inovação. 

Nesta 9.ª Edição, em que se estima a participação de 200 expositores e projectos de diversas áreas do saber, o MESCTI privilegia ideias, protótipos e produtos orientados para as áreas das Engenharias, Ciência e Tecnologia, Educação, Saúde e Agricultura.

Estarão ainda em divulgação vários atractivos sobre Ciência, Tecnologia e Inovação, tais como: Vídeos, plataformas A, B, C e Z da Programação, Inclusão Digital com Conteúdos Educacionais, Weza – A Criança e o Computador; A Criança e o Mundo Digital, Ciência Yetu, Reciclagem Electrónica, Fascínio das Plantas, Passeio Micológico, Imagine Cup, Feira ANEUD, Negócios Sustentáveis, Prémios Estrelas DSTV - Eutelsat e Incubadora de Ovos (Africa Innovation Foundation – AIF). 

 A 9ª Edição da FeICA decorrerá no espaço do Centro Nacional de Investigação Científica (CNIC) e Centro Tecnológico Nacional (CTN),  sito na Avenida Ho Chi Minh S/N, em Luanda.

 

Para mais informação consulte o aqui o regulamento e o programa da actividade, em anexo.

 

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Faculdade de Ciências da UAN Organiza Jornada da Biologia - Participe!

 

No âmbito das comemorações dos 50 anos do Curso de Biologia da Faculdade de Ciências, o Departamento de Ensino e Investigação de Biologia realizará nos dias 20 e 21 de Setembro do ano em curso a Jornada da Biologia sob o lema "50 anos de ensino e investigação em Biologia: resultados, desafios e perspectivas", na Sala Magna da Faculdade de Ciências (Avenida 4 de Fevereiro, Luanda).

Estão convidados todos os interessados, destacando Investigadores, Docentes, Estudantes de Licenciatura e Pós-Graduação em Biologia e áreas afins, a apresentar trabalhos (Comunicação oral, Posters ou outra forma de exposição de resultados de trabalhos de investigação) e a assistir às sessões, cujo programa será previamente publicado.

As inscrições, que vão até o dia 30 de Agosto de 2018, poderão ser feitas enviando o resumo do trabalho e os dados do(s) autor(es), por correio electrónico, para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. , ou entregando directamente no Departamento de Biologia da Faculdade de Ciências, sito na Avenida 4 de Fevereiro, Nº 71, 6º andar, das 8h30 às 15h00.

O resumo deve conter um máximo de 250 palavras (sem contar com título, nomes, endereço e palavras-chave), com o texto alinhado a esquerda, justificado, tipo de letra “Times New Roman”, Tamanho 12, espaço simples (1,0), sem mudança de linhas e sem inclusão de tabelas ou figuras.

Para mais informações, contactar: 923602663

 

Luanda, 13 de Agosto de 2018

 

A comissão organizadora

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Iniciativas contra a Corrupção: o que as universidades podem fazer?

 

A recente Declaração da União Africana que institui o dia 11 de Julho, Dia Africano de Combate à Corrupção – e 2018 como o Ano contra a Corrupção – chama a atenção às universidades para o seu papel no combate à corrupção na sociedade e nas instituições.

À margem da recente 31ª Cimeira da União Africana (UA) realizada na Mauritânia, Sarah AnyangAgbor, Comissária da UA para os Recursos Humanos, Ciência e Tecnologia, destacou o facto de a corrupção em África se ter espalhado por todos os sectores, incluindo a educação.

“A corrupção também se espalhou no sector da educação e precisamos abordar sobre o assunto. Acreditamos que a UA deve não só ratificar as decisões, mas também as implementar”, disse Agbor na Cimeira realizada de 25 de Junho a 2 de Julho, sob o tema: Vencer a Luta contra a Corrupção: um caminho sustentável para a transformação de África”. Agbor enfatizou ainda a importância de se combater a corrupção na educação como um “ponto de partida” para todos os programas destinados a construir, desenvolver e capacitar o continente.

 

A UniversityWorldNews buscou opiniões de interessados e observadores relevantes sobre como isso poderia ser alcançado.

Universidades na vanguarda

MahamaOuedraogo, Chefe da Departamento de Ciência e Tecnologia e Director Interino do Gabinete de Recursos Humanos, Ciência e Tecnologia da Comissão da União Africana, concordou que as universidades deveriam estar à frente na luta contra a corrupção. “De facto, as instituições de ensino superior têm um papel no avanço do conhecimento, contribuindo para a solução de problemas africanos e impulsionando o desenvolvimento económico. Espera-se dessas instituições o ensino da ética e de comportamento moral apropriado e a transmissão de conhecimento tradicional africano sobre a convivência. As universidades africanas também podem desenvolver cursos sobre a corrupção e métodos de combate e tornar esses cursos obrigatórios nos programas curriculares. Podem também organizar workshops e liderar debates sobre a corrupção, o seu efeito no desenvolvimento africano e como combatê-lo. As faculdades de direito, em particular, podem promover reflexões sobre os métodos apropriados de detecção e redução da corrupção e documentar casos bem-sucedidos de mecanismos e instituições eficazes para abordar a questão”, disse ele.

Peter Okebukola, professor de Ciência e Ensino de Informática da Universidade Estadual de Lagos, com sede na Nigéria, e presidente da Rede Global de Universidades para Inovação (GUNi-Africa), disse que as universidades africanas têm dois papéis principais a desempenhar. “Em primeiro lugar, através dos seus programas curriculares, eles devem garantir a produção de licenciados que condenem a corrupção. Por sua vez, esses licenciados transmitirão valores contra a corrupção àqueles que tiverem oportunidades de liderar ou interagir nas suas comunidades. Ao longo de várias décadas, as futuras gerações de africanos teriam absorvido valores sociais tão estimados”. “Em segundo lugar, as universidades devem apresentar modelos de governança que condenem a corrupção, inclusive a aplicação de sanções aos transgressores de políticas universitárias contra a corrupção. Digno de menção é que a Comissão Nacional de Universidades da Nigéria está a liderar uma campanha contra a corrupção académica no seu Plano de Revitalização 2018-23. Todas as 165 universidades na Nigéria estão a inscrever-se para a implementação do plano”.

 

Treinamento de liderança ética

Beatrice Muganda, Directora do Programa de Ensino Superior da Parceria para a Investigação Africana Social e sobre Governança, sediada em Nairobi, no Quénia, disse que as universidades africanas podem fornecer formação em liderança ética para futuros líderes.

Intervenções mais imediatas implicariam oficinas para treinar líderes africanos em vários quadros sobre liderança ética e sólidos processos de políticas públicas. Disse ainda que treinamentos similares podem ser direccionados à sociedade civil, incorporando habilidades de defesa e de pressão.

Muganda disse que as universidades também poderiam desenvolver estudos de caso focados nas consequências da corrupção. Eles podem realizar investigação sobre corrupção e compartilhar as descobertas em fóruns que reúnam as principais partes interessadas. Disse ainda que deve haver uma comunicação abrangente dos resultados da investigação para “sensibilizar as partes interessadas” e encorajar o “fortalecimento geral de estudantes e funcionários para se engajarem em processos de participação pública”.

De acordo com Mashupye Herbert Maserumule, professor de Relações Públicas na Universidade de Tecnologia de Tshwane, na África do Sul, as universidades africanas não fizeram muito para erradicar a corrupção. “As universidades parecem ter-se esquecido da sua responsabilidade de não apenas criar intelectuais cognitivamente experientes, mas também cidadãos com princípios éticos. Talvez um módulo multidisciplinar deva ser desenvolvido para cada aluno. Com o objectivo de assegurar que os estudantes desenvolvam capacidade de compreender como criar uma sociedade ética e a perniciosidade da corrupção nas economias africanas. As universidades podem fazer mais para acabar com a corrupção ”, disse ele.

 

Os estudantes como principais actores

Blair Glencorse, membro do Conselho da Agenda Global do Fórum Económico Mundial contra a Corrupção e para Transparência, e Diretor Executivo e Fundador do AccountabilityLab, incubadora de ideias voltadas à juventude para prestação de contas e transparência, disse que as universidades africanas têm um papel fundamental a desempenhar na luta contra a corrupção desde a base. “Primeiramente, combater a corrupção implicará uma mudança geracional, e os estudantes devem ser os principais actores dessa mudança. Isso significa que os programas curriculares das universidades devem incluir conteúdos relacionados com questões de corrupção, participação cívica, governação aberta e transparência. Em segundo lugar, as universidades precisam garantir que os seus próprios sistemas, processos e regras sejam transparentes, justos e credíveis – e pressionem o máximo que puderem para garantir o mesmo às escolas de onde vêm os seus estudantes. Em terceiro lugar, as universidades podem juntar forças para apoiar as redes nacionais e internacionais de investigação e aprendizado em toda a África, em conjunto com os governos, para garantir que as lições relevantes se tornem a base para a acção conjunta”.

AmerKhayatt, Secretário-Geral da Organização Árabe de Combate à Corrupção, com sede em Beirute, no Líbano, disse que a educação representa uma plataforma para combater a corrupção. “Não podemos combater a corrupção a menos que nos comprometamos com a liberdade e a justiça; em outras palavras, boa governação. O tripé da boa governação, para combater a corrupção e para o progresso, requer uma plataforma. Esta plataforma é a educação. Assim, o papel da União Africana deverá melhorar a sua mensagem educacional, enfatizar a necessidade de praticar na academia medidas contra a corrupção, bem como promover a integridade das instituições de ensino superior e proteger as universidades de práticas inadequadas”, disse Khayatt.

 

Instituições quase-intelectuais

De acordo com Mirjana Radovic Markovic, especialista em empreendedorismo e educação, nada pode arruinar mais um país do que um sistema educacional pobre e corrupto. Como base para o desenvolvimento de uma nação, proteger os sistemas de educação é primordial, disse ela. Pediu ainda uma “campanha maciça em África” para fechar instituições quase-educacionais que produzem “deficientes intelectuais”. A campanha também se deve concentrar em preocupações éticas que afectam o sector de ensino superior, nomeadamente o plágio, os trabalhos escritos por fantasmas, entre outras transgressões. “Consequentemente, deveria ser devolvida à educação o seu papel original; no entanto, com uma nova ênfase: criar educação voltada para as necessidades dos estudantes e para conhecimentos que correspondam à demanda dos mercados de trabalho locais, regionais e globais ”, disse ela.

David Chapman, professor de Liderança Educacional na Universidade de Minnesota, Estados Unidos, disse que a corrupção dentro das universidades só será resolvida quando os líderes e funcionários da universidade tomarem uma posição firme na aplicação de medidas contra a corrupção. “É preciso que haja sérias consequências, consistentemente aplicadas a situações de comportamentos corruptos. No entanto, com muita frequência, os líderes e funcionários das universidades falham na conduta, são, por vezes, cúmplices. Dito isso, as universidades precisam ter directrizes claras sobre o que constitui um comportamento aceitável e um não aceitável. Por exemplo, o que constitui um "presente” aceitável e o que constitui um suborno? Quais são as consequências de os estudantes copiarem num exame? ”, disse Chapman.

 

 

Para ter acesso ao texto original (em Inglês), clique aqui.

 

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Os Perigos da Pseudociência

São cada vez mais numerosos os casos de pseudociência na produção científica mundial, sem que haja algum sinal de abrandamento ou pausa. 

Ao lado da ciência poderá estar a pseudociência, pois o conhecimento também pode ser falsificado. A pseudociência, protagonizada por “cientistas”, caracteriza-se pelo uso de métodos não-científicos  que abrangem ideias e medidas incorrectas, e outras formas de má ciência, sem qualquer fundamentação científica.

No âmbito de uma colaboração denominada Fake Science (pseudociência), alguns meios de comunicação internacionais, como a NorddeutscherRundfunk (NDR), o SüddeutscheZeitung, o The New Yorker, o Aftenposten e o Le Monde investigaram a extensão e o impacto do fenómeno da pseudociência. Na investigação, o Le Monde procurou saber a forma como a pseudociência se manifesta. Tendo verificado que durante uma década, editoras como Omics e ScienceDomain (Índia), Waset (Turquia) e a Scientific Research Publishing (China) criaram centenas de revistas de acesso aberto sem qualquer equipa editorial. Cobram taxas para quem quiser publicar trabalhos, sem precisar passar pela revisão por pares. A revisão por pares, antes de qualquer publicação científica, é um dos principais passos para a construção da ciência, na medida em que há a validação por diferentes especialistas. 

O mesmo mecanismo existe para conferências científicas: muitas vezes são solicitadas por correio electrónico, os investigadores registam-se, pagando uma taxa, para apresentar seu trabalho. Mas muitas vezes não há ninguém para ouvir essas conferências simuladas.

A Internet é o meio de difusão da pseudociência. João Cerqueira, médico e autor do blogue Scimed, numa entrevista ao jornal português o Público, afirma que o “problema é o da literacia das pessoas, que vão à Internet e não conseguem diferenciar a informação credível de pseudociência”. 

É importante distinguir a ciência da pseudociência, fundamentalmente quando diz respeito a questões de saúde. Isto porque, como considera Sven Ove Hansson, a ciência médica se desenvolve e avalia tratamentos segundo as provas da sua eficácia. Actividades pseudocientíficas nessa área dão origem a intervenções ineficientes e por vezes perigosas. 

Uma forma de fugir aos perigos da pseudociência, é começar por verificar se há referência a estudos científicos e, de seguida, procurar saber que tipos de estudos são esses. “Usam-se estudos laboratoriais, estudos feitos em animais e com baixas amostragens para validarem teorias que já foram descredibilizadas em estudos clínicos [em pessoas]”, frisou João Cerqueira.

 

Artigo orginial: Le Monde

 

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MESCTI Organiza 2º Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação

O Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) realiza no dia 07 de Agosto do corrente ano, pelas 08H00, no Hotel de Convenções de Talatona, a 2ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI). O Conselho tem como objectivo analisar as políticas e programas de fomento e promoção da investigação científica, desenvolvimento tecnológico e inovação.

A 2ª Reunião do CNCTI tem a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Apresentação do Regimento do CNCTI
  2. Informações
    • Estatuto da Carreira do Investigador Científico;
    • Estatuto da Carreira do Pessoal Pessoal Técnico de Apoio à Investigação Científica e Docência Universitária;
    • Estatuto do FUNDECIT;
    • Cooperação Científica e Tecnológica;
      • Iniciativa SASSCAL;
      • Cooperação bilateral "Angola/África do Sul" em CTI;
      • Projecto de Desenvolvimento de Ciência e Tecnologia (Financiamento BAD);
      • Programas da SADC com Envolvimento do MESCTI.
    • Realização do 3º Inquérito de Ciência, Tecnologia e Inovação;
    • Convenção da Proibição de Armas Químicas e ANCAD.
  3. Gestão de Recursos Humanos
  4. Promoção das Boas Práticas na Condução de Actividades de Investigação Científica, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação
  5. Apresentação da proposta do Código de Conduta, Ética e Responsabilidade na condução de actividades de I&D+I
  6. Promoção da Criação da Academia de Ciências de Angola
  7. Considerações Finais e Encerramento

 

Local: Hotel do Convenções do Talatona Endereço: Talatona - Luanda

Previsão para Encerramento: 15h00

Contactos

Telefone:222039481 | Correio electrónico: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

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MESCTI Organiza 2º Conselho Nacional do Ensino Superior

O Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) realiza no dia 06 de Agosto do corrente ano, pelas 08H00, no Hotel de Convenções de Talatona, a 2ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional do Ensino Superior. O Conselho tem como objectivo analisar as principais questões relativas ao desenvolvimento do Ensino Superior.

A 2ª Reunião do Conselho Nacional sobre o Ensino Superior tem a seguinte ordem de trabalhos:

  1. Informações
    • Estatuto da carreira docente do Ensino Superior;
    • Implementação das Normas Curriculares Gerais;
    • Programas da SADC com envolvimento do MESCTI;
    • Projecto do Ensino Superior financiado pela União Europeia.
  2. Apresentação e debate sobre projectos de diplomas legais
    • Regimento do Conselho Nacional do Ensino Superior (CNES);
    • Regulamento Geral de Ingresso no Ensino Superior;
    • Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (revogação do Decreto 90/09);
    • Regulamento Geral Eleitoral;
    • Regulamento de Avaliação do Desempenho Docente.

 

Local: Hotel do Convenções do Talatona Endereço: Talatona - Luanda

Previsão para Encerramento: 17h00

Contactos

Telefone:222039481 | Correio electrónico: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

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