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Bolsas de Doutoramento em Biodiversidade, Genética e Evolução 2017-2018

Estão abertas, até ao dia 20 de Janeiro de 2018, as candidaturas a 12 bolsas de estudo para o Programa de Doutoramento em Biodiversidade, Genética e Evolução (BIODIV), para o ano lectivo 2017-2018.
O Programa de Doutoramento BIODIV é organizado pela Universidade do Porto e pela Universidade de Lisboa, em parceria com o CIBIO-InBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos / Laboratório Associado) e com o cE3c (Centro de Ecologia, Evolução e Mudanças Ambientais). O Programa conta com o financiamento da FCT (Fundação para a Ciência e a Tecnologia) de Portugal.

O Programa de Doutoramento oferece uma variedade de opções de especialização, bem como a oportunidade de trabalhar com investigadores líderes num ambiente de investigação interdisciplinar.

Mais Informações:
http://www.biodiv.pt/call-2017-18

Programa SANBio para o Ano 2018 - Várias Oportunidades

A SANBio (Southern Africa Network for Biosciences), com o apoio do Programa BioFISA II, informa que estão disponíveis, na sua página, vários eventos com objectivo de reforçar a capacidade entre os Estados-membros da NEPAD (New Partnership for Africa's Development) SANBio e melhorar a capacidade das organizações da SADC (Southern Africa Development Community) na partilha de conhecimento em ciências da vida. 

A SANBio é uma plataforma comunitária de investigação, desenvolvimento e inovação em ciências da vida que trabalha colaborativamente sobre questões relacionadas com a saúde, a nutrição e saúde, bem como com a agricultura e o meio ambiente na África Austral.

Para o ano 2018 estão previstas as seguintes acções:

1. Financiamento de mobilidade

  • Realização de cursos de treinamento entre Abril e Junho de 2018 (o Programa BioFISA II financiará até oito (8) propostas, para um máximo de R 300 000 (aproximadamente 24 000 USD) cada). 
  • Programa de mobilidade com a duração de até três (3) meses e pode incluir viagens na região ou internacional. 
  • Troca de conhecimento / visitas por até duas (2) semanas de duração, incluindo reuniões regionais e internacionais, bem como seminários ou cursos de formação com foco para as áreas da saúde e nutrição.

 

2. Financiamento e Prémios

  • IAAE 2018 Carl K. Eicher: Prémio de Melhor Dissertação de Doutoramento em Economia Agrícola em África. As dissertações devem ter sido concluídas entre 2015 e 2017. Prazo: 26 de Janeiro de 2018.
  • Erasmus +: Chamada para apresentação de propostas para capacitação no domínio do ensino superior 2018. Prazo: 8 de Fevereiro de 2018.
  • WIOMSA Programa de Financiamento de Investigação Marinha: Apoio a jovens cientistas para a apresentação de resultados de investigação em vários fóruns. Prazo: aberto durante todo ano 2018.
  • Fundação Nestlé: Financiamento para Investigação em Nutrição Humana em países de renda média e baixa. O apoio inclui bolsas para projectos de mestrado e doutoramento. Prazo: aberto durante todo ano 2018.

 

3. Bolsas de estudo e cursos de curta duração:

  • Ingresso para 2018 no Instituto de Pós-Graduação de Genebra, para mestrados e doutoramentos. Prazo: 15 de Janeiro de 2018.
  • Fundação MasterCard: Bolsas de estudo de pós-graduação, na Universidade Estadual de Michigan (MSU), para cidadãos e residentes da África Subsaariana. Prazo: 1 de Fevereiro de 2018.
  • Prémio Austrália: Cursos de curta duração. Prazo: 15 de Janeiro de 2018.
  • Erasmus Mundus: Bolsas de Mestrado em Estudos de Desenvolvimento Internacional (GLODEP) 2018-2020. Prazo: 28 de Fevereiro de 2018.
  • Fundação Alexander von Humboldt: 20 bolsas internacionais de protecção climática 2018, para jovens especialistas em clima de países em desenvolvimento. Prazo: 1 de Março de 2018.
  • Bolsas IMMANA: para Pós-doutoramento em Métodos e Métricas Inovadoras em Agricultura e Nutrição. Prazo: 1 de Março de 2018.
  • Cursos on-line gratuitos da Harvard University (HarvardX), incluindo análise de dados, estatísticas e genómica. Os prazos variam.
  • Elsevier Publishing Campus: Plataforma de treinamento on-line gratuita para investigadores, para melhorar conhecimentos e habilidades na publicação de artigos científicos.

 

4. Outras Oportunidades

  • Chamada para a apresentação de propostas para seminários, contribuições para painéis, cartazes e materiais para o simpósio sobre "Revalorizar a extensão: evidências e práticas", Universidade de Illinois, EUA. Financiamento disponível para apoiar viagens para um número limitado de estudantes de pós-graduação. Prazo: 15 de Janeiro de 2018.
  • Chamada para o 2º Simpósio sobre Adaptação às Alterações Climáticas na África, a ser realizado em Ibadan, Nigéria, de 14 e 15 de Maio de 2018. Prazo: 20 de janeiro de 2018.

 

5. Eventos

  • 2º Simpósio Africano sobre Micotoxicologia, 24-27 de Junho de 2018, Mombasa, Quénia.

 

As candidaturas devem ser enviadas para: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Para mais informações visite o site http://nepadsanbio.org/opportunities-funding/funding/mobility-grants.

Países Africanos Chamados a Investir Seriamente na Investigação Científica

 

Durante a Conferência Inaugural de Investigação, Inovação e Desenvolvimento de África (ACRID 2017), realizada de 20 a 21 de Junho de 2017, organizada pela Universidade do Zimbábue em parceria com a Aliança Europeia para a Inovação, académicos reuniram e abordaram a temática sobre a falta de investimento na Investigação Científica a nível dos países Africanos, exortando-os a investir mais em investigação e inovação para o apoio ao desenvolvimento do continente.

Na Cimeira dos Chefes de Estado da União Africana, realizada em 2006, foi lançado o desafio aos Governos em África de alocar pelo menos 1% do seu Produto Interno Bruto para a investigação e desenvolvimento, sendo a África do Sul o único país perto da meta.

 

Partilha de Ideias

O Vice-chanceler da Universidade do Zimbábue, Professor Levi Nyagura, frisou que a ideia de organizar a conferência sobre o tema "Movendo a África para o Futuro Através da Engenharia, Tecnologia e Inovação" foi reunir académicos e investigadores para encontrar soluções para os problemas do continente. "Este é um veículo conveniente através do qual os melhores cérebros podem mostrar as suas propostas de investigação e impulsionar a inovação em benefício do Zimbábue e além, reunindo académicos de todas as instituições de Ensino Superior no Zimbábue e em toda a África", disse o Professor.

 

Cooperação na Investigação

O Professor Paul Mapfumo, do Departamento de Ciência do Solo e Engenharia Agrícola da Universidade do Zimbábue, abordou a importância da cooperação na investigação local, regional e internacional para a África. Referiu que entre os desafios enfrentados pelos investigadores em África estão as questões de relevância ou aplicabilidade do seu trabalho, a falta de financiamento e a falta de um ambiente favorável, uma vez que a investigação ainda é de baixa prioridade política em África”. Outro problema é a "falta de financiamento interno na investigação" e a "inconsistente configuração da agenda", disse Mapfumo. Durante a conferência, fez ainda um apelo a uma maior coordenação da ciência, da tecnologia e da inovação, e ressaltou a importância do reconhecimento da cooperação em investigação em África, bem como em todo mundo.

Foi igualmente debatido a necessidade de se desenvolver um novo manual para o desenvolvimento de África, que estabelecesse um novo contexto para a cooperação em investigação científica e seus benefícios associados. Para o Professor Paul Mapfumo "um realinhamento das linhas de investigação e desenvolvimento de África é urgente para a ciência, a engenharia, a tecnologia e para a inovação, com vista a oferecer benefícios industriais, empresariais e sociais significativos".

Na abertura da Conferência, o Secretário Permanente do Zimbábue do Ministério do Ensino Superior e Terciário, Ciência e Desenvolvimento Tecnológico, Professor Francis Gudyanga, apresentou algumas vantagens comparativas que África possui para o investimento, como: minerais e materiais, água doce, luz solar, biodiversidade, baixa densidade humana e população maioritariamente jovem. Afirmou ainda que "embora África esteja realmente livre do colonialismo convencional, a pobreza, a fome, a doença e as guerras civis ainda são comuns. Apesar dos seus enormes recursos naturais, a África Subsaariana, em particular, não conseguiu aproveitar adequadamente as suas dotações para o seu desenvolvimento sustentável. O fracasso da África Subsaariana no aproveitamento dos seus recursos naturais é atribuível à falta de massa crítica requerida de capital humano com conhecimentos e habilidades adequadas, tecnologia, infra-estrutura para inovação e empreendedorismo e incentivos para inovar ", disse Gudyanga.

 

Corrupção como Obstáculo para o Desenvolvimento

A corrupção foi uma questão levantada como sendo um dos factores para o fraco investimento na investigação científica a nível de África. O engenheiro Martin Manuhwa, Vice-presidente da Federação Mundial de Organizações de Engenharia e Presidente do Comité de Combate à Corrupção, apresentou um documento, em conjunto com Neill Stansbury, do Centro de Combate à Corrupção da Infra-estrutura Global, no qual identificaram a corrupção como um dos maiores obstáculos ao desenvolvimento em África. Foi dito pelos mesmos que os fundos dos projectos de investigação estavam a ser desviados para funcionários corruptos, financiadores, contratados, consultores, fornecedores e agentes, sob justificação de que havia uma escassez de estradas, escolas e hospitais, etc.

Para concluir a conferência, o cientista zimbabueano, o Professor Christopher Chetsanga, frisou que África precisa avançar com rapidez, abraçando a sociedade do conhecimento e aproveitando a ciência e a tecnologia em sua agenda de industrialização. 

 

Autor: Kudzai Mashininga 

Fonte: http://www.universityworldnews.com/article.php?story=20170706121610832

Candidaturas Abertas para o Curso em Gestão de Ciência para Investigadores dos PALOP

A Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação la Caixa, com o apoio do Centro de Investigação em Saúde de Manhiça e do Instituto de Saúde Global de Barcelona, informam que estão abertas, até ao dia 9 de Janeiro de 2018, as candidaturas para o curso de Gestão de Ciência para investigadores nacionais dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). 

O curso tem como objectivo capacitar os participantes com uma variedade de conhecimentos especializados e competências para lidar com os desafios da colaboração internacional na investigação em saúde global.

 

Condições de elegibilidade

  • O curso destina-se a investigadores e/ou gestores que trabalhem na área da investigação em saúde, nacionais dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa;
  • Os candidatos devem ter um mínimo de cinco anos de experiência profissional;
  • Idade inferior a 50 anos;
  • Uma carta de apoio à frequência do curso, assinada pelo director da instituição onde trabalha.

 

Duração

  • De 5 a 9 de Fevereiro de 2018, na Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal.
  • De 10 a 14 de Setembro de 2018, na Fundação la Caixa, em Barcelona, Espanha.

 

Como concorrer

As candidaturas devem ser obrigatoriamente submetidas através do formulário online, disponível em: https://gulbenkian.pt/iniciativas/parcerias-desenvolvimento/candidaturas/. 

 

Mais Informações 

Para mais informações consulte: https://gulbenkian.pt/grant/curso-em-gestao-de-ciencia-para-investigadores-dos-palop/

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