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Curso Introdutório em Pequenos Satélites

O Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional realiza nos dias 19, 20 e 21 de Junho, das 09:00 às 17:00, o Curso Introdutório em Pequenos Satélites. O curso estará a cargo de formadores nacionais e internacionais certificados pela UNISEC (University Space Engineering Consortium) que irão dar o ABC da Ciência e Tecnologia Espacial, recorrendo a ferramentas didácticas e KITs de treinamento reais. 

Durante o curso, estudantes, profissionais e demais interessados nas áreas das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), terão a oportunidade de experimentar uma missão espacial desde o desenho até à construção e operação de pequenos satélites.

Conheça o programa da formação:




Para mais informações

Contactar: 927159489/946113471 ou Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. .
 

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Quénia lança satélite de fabricação própria

A República do Quénia lançou, recentemente, a partir do Centro Tsukuba da Agência Espacial do Japão, o seu primeiro satélite de fabricação própria. A fabricação do satélite é obra de cientistas da Universidade de Nairobi, apoiados por especialistas japoneses. Trata-se de um nanossatélite, denominado 1KUNS-PF, com 1.2 kg de massa, dez centímetros de comprimento e dez de altura, capaz de fornecer observação terrestre limitada e transmissão de áudio. De acordo com Peter Mbithi, Vice-Chanceler da Universidade de Nairobi, a equipa de cientistas esperava "fazer história" ao se aventurar na ciência espacial.

 

Utilidade do satélite

Espera-se que o satélite 1KUNS-PF esteja em órbita em 18 meses. O satélite será usado em sectores como o da previsão meteorológica, da vigilância da vida selvagem, da elaboração de mapas de segurança alimentar e da gestão de desastres naturais. O nanossatélite "leva duas poderosas câmaras e microfones que ajudarão a captar imagens e gravar sons antes de as postar na internet", explicou o professor da Escola de Engenharia da Universidade de Nairobi, Mwangi Mbuthia.

A Ministra da Educação do Quénia, Amina Mohamed, descreveu o lançamento do satélite, que custou cerca de 834 mil euros, como um dos mais "notáveis desenvolvimentos científicos do nosso tempo". Na África Subsaariana, apenas o Gana, a Nigéria e a África do Sul contam com satélites em operação no espaço.

 

Futuro promissor

Se o vôo for bem sucedido, os cientistas da Universidade de Nairobi planeiam desenvolver satélites maiores e de alta resolução "com sérios valores científicos e tecnológicos para o país", de acordo com uma declaração divulgada. O Quénia espera agora lançar o seu próprio programa espacial – com o custo de 500 mil a um milhão de dólares por ano –, segundo a universidade.

Os satélites comerciais têm um potencial económico considerável para o Quénia, incluindo mapeamento e uso do solo, previsão do tempo, mapeamento da segurança alimentar, gestão de desastres, monitoramento de fronteiras e da costa, manejo e monitoramento da vida selvagem.

Os cientistas quenianos já estão a colaborar com o Escritório das Nações Unidas para Assuntos do Espaço Exterior, com a Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA) e com a Universidade de Roma, em Itália, para impulsionar a inovação no Quênia.

Mais informação: DW

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