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MESCTI e Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais comemoram dia o 11 de Fevereiro - Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

No âmbito da comemoração do quarto aniversário do “Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência”, instituído pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), em 2015, assinalado no dia 11 de Fevereiro, o Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) e o Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais (ISCPC) realizaram no pretérito dia 11 de Fevereiro do ano em curso, no Auditório Welwitcha deste Instituto, uma sessão de palestras e exposição de engenhos sob o lema “Pela plena integração das Mulheres e Meninas na Ciência”. 

O acto comemorativo foi presidido pelo Secretário de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Prof. Doutor Domingos da Silva Neto, em representação da Ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Prof. Doutora Maria do Rosário Bragança Sambo. O mesmo fez-se ladear pela Comissária-Chefe e Presidente da Rede Mulher Polícia de Angola, Maria Elizabeth Rank Frank, e pelo Comissário Luís da Fonseca Cadete, Director-Geral do Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais.

A actividade teve como objectivo partilhar experiências de mulheres na ciência e sensibilizar as jovens para o importante papel das mulheres no mundo da ciência. O público-alvo foram cadetes do sexo feminino da Policia Nacional e das Forças Armadas Angolanas, contando com a participação de directores do MESCTI, docentes universitários e investigadores das Instituições de Ensino Superior e de Investigação Científica e Desenvolvimento.

O Secretário de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Prof. Doutor Domingos da Silva Neto, no seu discurso de abertura, referiu que "a importância da celebração da data, pressupõe uma forma de incentivo à inclusão social e de igualdade de oportunidades das mulheres e meninas nas carreiras científicas, realçando o contributo das mulheres que se destacaram na ciência e na investigação científica". 

A secção de palestras teve como moderadora a Dr.ª Mariana Octávio, licenciada em Ciências de Educação, docente do Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais, e como palestrantes:

  • Maria da Silva, mestre em Ciências da Saúde, docente do Instituto Superior de Ciências da Saúde;
  • Ilda Nunda, licenciada em Física, especialização em Física Médica, docente do Instituto Superior Técnico Militar;
  • Cristina Borges, doutorada em Química Orgânica (Plantas Medicinais), docente da Faculdade de Ciências da Universidade Agostinho Neto;
  • Margareth Nangacovie, licenciada em Direito, docente da Universidade Católica de Angola. 

A actividade contou ainda com a exposição de projectos de inventoras/criadoras das seguintes instituições:

  1. Centro Tecnológico Nacional, com o Projecto Cogumelos;
  2. Faculdade de Engenharia da Universidade Metodista de Angola, com o Projecto Estudo da Ritmicidade Biológica na Electrofisiologia Cardíaca de Indivíduos Saudáveis e Estudo da Electrofisiologia Cardíaca e do Comportamento de Ratos Tratados com Ancoró;
  3. Faculdade de Ciências da Universidade Agostinho Neto, com o Projecto Sistema Integrado de Gestão de Armas, Munições e Explosivos;
  4. Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciência (ISPTEC), com o  Projecto Riquezas do Lixo e Projecto de Investigação em Energias Renováveis;
  5. Instituto Superior Politécnico Dom Alexandre do Nascimento, com o Projecto sobre Apresentação Científica das Estatísticas no Género;
  6. ABC da programação;
  7. Instituto Superior Politécnico do Zango, com o Projecto de Gestão de Lojas pelo Telefone e o Projecto Litro de Luz (Iluminação nocturna ecologicamente sustentável).

 

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Investigadores da Universidade de Stanford Criam Dispositivo 'Pulmonar' que Transforma Água em Combustível Limpo

A água nos pulmões representa um sério problema de saúde. Mas quando a água entra num novo tipo de "pulmão", criado por investigadores da Universidade de Stanford, o resultado é combustível de hidrogénio - uma fonte limpa de energia que poderá, um dia, alimentar tudo, desde os nossos carros até os nossos smartphones. Embora este não seja o primeiro dispositivo a produzir combustível de hidrogénio, o projecto exclusivo pode ser o primeiro passo para um método eficiente de geração de combustível de hidrogénio. A equipa de Stanford descreve o seu dispositivo num artigo publicado na revista Joule.

Quando o ar entra num pulmão humano, ele passa por uma membrana fina. Essa membrana extrai o oxigénio do ar e o envia para a corrente sanguínea. A estrutura única do órgão torna esta troca gasosa altamente eficiente. A combinação de hidrogénio com oxigénio resultará em electricidade– e, diferentemente da queima de combustíveis fósseis, o único subproduto é a água. Por essa razão, investiga-se o combustível de hidrogénio há décadas, mas ainda não se descobriu uma maneira de o produzir que seja eficiente o suficiente para valer a pena. Isso ocorre principalmente porque o hidrogénio não existe por si só na natureza – precisa de ser isolado, muitas vezes, separando a água em hidrogénio e oxigénio.

O pulmão dos investigadores de Stanford é essencialmente uma bolsa criada a partir de uma película plástica espessa. Poros minúsculos que repelem a água cobrem o exterior da bolsa, enquanto as nano partículas de ouro e platina revestem o seu interior. Ao colocar a bolsa na água e aplicando tensão, os investigadores conseguiram que o dispositivo criasse energia com uma eficiência de 32% maior do que se colocassem a película de lado. Eles alegam que isso ocorre porque a forma semelhante a um pulmão fez um trabalho melhor do que outros projectos de célula de combustível de minimizar as bolhas que se podem formar – e prejudicar a eficiência – durante o processo de geração de energia. "A geometria é importante", disse Yi Cui, pesquisador da Stanford, à New Scientist.

A equipa agora concentrar-se-á em ampliar o seu projecto e encontrar uma maneira de o fazer suportar temperaturas mais altas – por enquanto, ele não funciona acima de 100 graus Celsius (212 graus Fahrenheit), o que poderia ser um problema para aplicações comerciais.

 

Mais Informação: https://futurism.com/the-byte/hydrogen-fuel-lung-like-device

 

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