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Estações meteorológicas automáticas geridas pelo INAMET

O director do Centro Tecnológico Nacional (CTN), Gabriel Miguel, disse em Luanda que, em termos de investigação científica, Angola está a “melhorar a cada ano", tendo sublinhado, para isso, a importância do Centro da África Austral para Ciência e Serviços para Adaptação às Alterações Climáticas e Gestão Sustentável de Solos (SASSCAL).

Referiu que as estações meteorológicas instaladas no país  com o apoio do SASSCAL são geridas pelo Instituto  Meteorológico de Angola (INAMET).

Gabriel Luís Miguel afirmou que o Ministério da Ciência e Tecnologia tem criado mecanismos de coordenação que têm como objectivo fiscalizar e criar indicadores positivos no âmbito da ciência e da tecnologia de informação.

 

Investigação científica no âmbito do SASSCAL

Os membros do SASSCAL discutiram assuntos relacionados com a investigação científica, a funcionalidade e a questão financeira.

Segundo o director para Angola, Gabriel Miguel, a iniciativa representa um ganho na investigação de soluções relacionadas com os problemas das alterações climáticas e gestão dos solos.

Só para apontar um exemplo, a união de cerca de 150 instituições africanas em investigação científica já constitui um ganho, porque os investigadores estão unidos numa única plataforma", realçou.

Com sede na Namíbia, o SASSCAL possui um “nó nacional”. O “nó” de Angola funciona na província do Huambo e tem a Universidade José Eduardo dos Santos como agência executora.

Em Março de 2010, realizou-se em Lusaka, a reunião do comité interino para a criação do SASSCAL. Dois anos depois, em 2012, os Governos de Angola, Botswana, África do Sul, Namíbia e Zâmbia, assinaram, em Windhoek (Namibia), uma declaração conjunta para a implementação do Centro da África Austral para Ciências e Serviços para a Adaptação às Alterações Climáticas e Gestão Sustentável dos Solos. Com o objectivo de melhorar o impacto do ambiente e as alterações climáticas dos países inseridos nesta iniciativa.

 

Manuel Gomes, Jornal de Angola

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Panda dá à luz a trigémeos num zoológico da China

Um jardim zoológico no sul da China tem uma nova atracção. E quem diz, diz três. São três as crias gémeas de panda gigante que nasceram no final do mês de Julho.

Aconteceu no Chimelong Safari Park, em Guangzhou. O nascimento triplo é considerado raro, devido à baixa taxa de reprodução da espécie.

As crias, nascidas a 29 de Julho, mas só nesta Terça-feira, 12 de Agosto, é que as suas fotos foram divulgadas.

Ainda não têm nome e o seu sexo ainda está por anunciar.

As crias são filhas de Juxiao, que após o parto se manifestou demasiado cansada para tratar dos filhotes. Os pandas foram colocados em incubadoras, enquanto a mãe descansava e depois de esta se restabelecer, ficaram aos seus cuidados com o apoio de uma equipa do parque, que a está a acompanhar 24 horas por dia.

A gravidez de uma fêmea é por si só uma grande notícia, já que se trata de um animal que apenas consegue conceber entre dois a três dias por ano.  “Foi um milagre para nós e os nascimentos excederam as nossas expectativas”, afirmou o gerente do parque, Dong Guixin, citado pelo The Guardian.

Num comunicado, o Chimelong Safari Park descreve os três pandas como “uma nova maravilha no mundo” e sublinha que “são os únicos trigémeos panda que alguma vez sobreviveram”. O parque não deixou de sublinhar, no entanto, que a taxa de mortalidade de pandas bebés é “extremamente elevada”. Mas Dong Guixin insiste que já passaram 15 dias e que as crias já “viveram mais tempo que quaisquer trigémeos até aqui”.

É por essa razão que a Reserva Natural Nacional Sichuan Wolong, uma autoridade na China sobre pandas, considera ser demasiado cedo para afirmar que as crias são “sobreviventes”. “Podemos apenas afirmar que são sobreviventes quando atingirem os seis meses. Por agora são de facto os únicos trigémeos vivos”, explicou um responsável da reserva natural.

O primeiro caso conhecido de trigémeos panda foi registado em 1999, quando uma fêmea deu à luz após um processo de inseminação artificial em Chengdu, no sul da China. No caso mais recente, as crias foram concebidas naturalmente por Juxiao, de 12 anos, e Linlin, de 17.

Segundo a organização Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês), existem perto de 1600 pandas a viver fora de parques e reservas na China.

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