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Ciencia.ao - Itens filtrados por data: novembro 2018

Financiamento de Projectos de Investigação Científica no Âmbito do PDCT (Actualização - 13 Nov)

A Direcção Nacional de Ciência e Investigação Científica comunica às Instituições de Investigação e Desenvolvimento (I&D) e às Instituições de Ensino Superior (IES) que será aberto, dentro de dias, um concurso público para financiamento de projectos de investigação científica, no âmbito do Projecto de Desenvolvimento de Ciência e Tecnologia (PDCT), implementado pelo Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) e co-financiado pelo Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e pelo Governo de Angola.

O PDCT financiará projectos com duração de até dois (2) anos, um tecto financeiro de quarenta mil dólares americanos ($ 40 000,00), nas áreas de Agronegócio, Saúde, Energia, Ambiente, Engenharia Mecatrónica, Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Nanotecnologia, Biotecnologia, Pescas, Indústria, Petróleo, Gás, Recursos Minerais e Recursos Hídricos.

O concurso público foi anunciado, no dia 5 de Novembro, nos meios de comunicação social (Jornal de Angola) e no portal ciencia.ao (http://ciencia.ao/projectos-mescti/pdct/projectos-id), pelo que chamamos a atenção de todos os interessados para a preparação das propostas de projectos (Prazo: 5 de Dezembro). 

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Arquivo Histórico Nacional de Angola recebe literatura técnico-científica recuperada em Portugal em 2012

As autoridades angolanas entregaram, no dia 7 de Novembro, ao Arquivo Histórico Nacional 144 títulos de literatura científica do tempo colonial, essencialmente sobre agropecuária, de um total de 160 devolvidas por instituições portuguesas em 2012. 

Em declarações à agência Lusa, o Secretário de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação angolano, Domingos Neto, disse que contaram com a colaboração de muitas instituições portuguesas para a recuperação do acervo, composto por revistas, livros, relatórios, comunicações, memórias, trabalhos, artigos, boletins, teses de doutoramento, cadernos e dissertações de mestrado, originais e cópias autenticadas.

O governante angolano avançou que as obras foram recuperadas de instituições como o Arquivo Histórico de Portugal, a biblioteca do Instituto Superior de Agronomia, o Instituto de Investigação Científica de Portugal e instituições universitárias.

Entre o espólio encontram-se títulos relacionados com os solos minerais, cultura, saúde, flora, fauna e ciência marinha.

 


Secretário de Estado para as Indústrias Criativas do Ministério da Cultura, João Constantino (à esquerda), Directora do Arquivo Histórico Nacional, Alexandra Aparício (ao centro), Secretário de Estado para Ciência, Tecnologia e Inovação do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Domingos da Silva Neto (à direita)

 

Segundo Domingos Neto, para uma maior partilha será feita a digitalização das obras, que, posteriormente, deverão ser colocadas nas instituições de ensino superior, bibliotecas, Governos provinciais e mediatecas.

Domingos Neto agradeceu às autoridades portuguesas que, através das suas instituições, "tiveram o gesto de partilhar importantes fontes" que Angola não tinha em sua posse e que "deverão servir imenso a comunidade científica angolana".

O governante angolano disse que se destaca a literatura do sector agropecuário, a área com maior pendor em termos de investigação científica no tempo colonial.

Ao Arquivo Histórico Nacional angolano foram entregues títulos como "Carta Fitográfica de Angola", de 1939, "Zonagem Agro-ecológica de Angola", de 1974, "A Palanca Real", de 1972, ou "Breve Notice", de 1901.

Sobre esta última obra, o Secretário de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação angolano disse que foi publicada em Paris e cedida por Portugal, que "traz um número curioso". "Em 1870, na então província ultramarina de Angola, havia 12.400.000 habitantes", indicou.

Depois de Portugal, as autoridades angolanas pretendem recuperar igualmente obras em posse do Brasil, Canadá e Estados Unidos.

"Apesar de essa tarefa não ser assim tão fácil, a nossa missão é continuarmos, para, se possível, recuperar o que temos também noutros países. Vamos tentar estabelecer esses contactos no sentido de nos serem cedidas aquelas cópias ou exemplares que estiverem disponíveis, tal como aconteceu com Portugal", disse.

 

Fonte: Diário de Notícias

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Web Summit: a maior cimeira de tecnologia e empresarial do mundo

Decorre pela terceira vez consecutiva, no Parque das Nações, em Lisboa, a Web Summit, a maior cimeira de tecnologia e empresarial do mundo que junta empreendedores e investidores de diferentes países.

A Web Summit, originalmente Dublin Web Summit, é uma cimeira de tecnologia e empresarial que é realizada anualmente desde 2009. A empresa foi fundada, em Dublin, Irlanda, por Paddy Cosgrave, David Kelly e Daire Hickey. O tópico da cimeira está virado para a tecnologia da Internet e os participantes vão desde empresas da Fortune 500 até pequenas empresas de tecnologia. 

A Web Summit em Lisboa conta com a presença de mais de mil startups. São pequenas empresas que procuram por um investidor que financie a sua ideia. 

Nesta terceira edição, reúnem-se em Lisboa milhares de pessoas de diferentes países. Ao todo serão 25 conferências dentro de uma só cimeira, onde vão ser debatidos temas como tecnologia, ambiente, desporto, política e moda.

Mais informação: https://websummit.com

 

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