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Ciencia.ao - Itens filtrados por data: março 2018

Bolsas de Estudo: Candidaturas para Mestrado e Doutoramento na Universidade Pan-Africana.

A Universidade Pan-Africana (PAU, em inglês) informa que estão abertas, até o dia 18 de Abril de 2018, as candidaturas para os seus programas de Mestrado e Doutoramento.
Os programas visam admitir cerca de 500 alunos até Novembro de 2018, oferecendo bolsas integrais para estudantes qualificados que poderão inscrever-se num total de 44 programas diferentes.

A Universidade Pan-Africana resulta de iniciativas da Comissão da União Africana para revitalizar o Ensino Superior e a Investigação Científica em África.

 

Instituições

Os programas são oferecidos pelos seguintes institutos:

  • The Institute for Basic Sciences, Technology and Innovation (PAUSTI), na Jomo Kenyatta University of Agriculture and Technology, no Quénia1;
  • The Institute for Life and Earth Sciences, including Health and Agriculture (PAULESI), na University of Ibadan, na Nigeria2;
  • The Institute for Governance, Humanities and Social Sciences (PAUGHSS), na University of Yaoundé II e na University of Buea, Camarões3;
  • The Institute for Water and Energy Sciences, including Climate Change (PAUWES), na University of Tlemcen, na Argélia4.

 

Requisitos para as candidaturas:

Os candidatos aos programas de Mestrado devem:

  • Possuir um diploma de Licenciatura de uma universidade reconhecida, numa área relevante, com a média adequada;
  • Fornecer fotocópias autenticadas de certificados com notas descriminadas (universidade e ensino médio) e fotocópia do Bilhete de Identidade das principais páginas do Passaporte;
  • Apresentar carta de recomendação de dois professores;
  • Fornecer uma fotografia colorida do tipo passe (2cm x 2cm);
  • Ter a idade máxima de 30 anos para homens e de 35 anos para mulheres.


 Os candidatos aos programas de Doutoramento devem:

  • Possuir um diploma de Mestrado num campo relevante da PAU ou de qualquer universidade reconhecida internacionalmente;
  • Fornecer fotocópias autenticadas de certificados com notas descriminadas e fotocópia do Bilhete de Identidade das principais páginas dos Passaporte;
  • Apresentar um documento síntese do projecto de investigação, de 3 a 4 páginas, (título, perguntas de investigação, objectivos, pertinência da investigação, etc.);
  • Apresentar carta de recomendação de dois professores;
  • Fornecer uma fotografia colorida do tipo passe (2cm x 2cm);
  • Ter idade máxima de 35 anos para homens e de 40 anos para as mulheres.


Para mais informações consulte: https://pau-au.net/ ou clique aqui para baixar o PDF.


1 - Instituto de Ciências Básicas, Tecnologia e Inovação (PAUSTI), da Universidade de Agricultura e Tecnologia Jomo Kenyatta, no Quênia;

2 - Instituto de Ciências da Vida e da Terra, Saúde e Agricultura (PAULESI), da Universidade de Ibadan, Nigéria;

3 - Instituto para a Governação, Humanidades e Ciências Sociais (PAUGHSS), da Universidade de Yaoundé II e na Universidade de Buea, Camarões;

4 - Instituto de Ciências Hídricas e Energéticas, e Mudanças Climáticas (PAUWES), da Universidade de Tlemcen, na Argélia.


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Onomatopeia - As Vozes de Animais

Os animais, a par dos humanos, produzem sons com os quais, nas diferentes circunstâncias do seu ciclo de vida, se comunicam. O papagaio, por exemplo, é capaz de reproduzir a fala dos humanos. No caso do cão, o seu ladrar pode ser sinónimo de alerta ao seu dono. Nesta publicação do ciencia.ao, trazemos algumas vozes de animais, registadas por autores portugueses e brasileiros, divulgadas pelo Ciberdúvidas da Língua Portuguesa. Informa-se que Onomatopeia é o processo de formação de uma palavra cujo som imita aproximadamente o som do que significa.

1. Abelha: azoina, zoa, zonzoneia, zumba, zumbe, zune, zunzuna
2. Abutre: crocita, grasna
3. Águia: crocita, grasna, grita, guincha
4. Andorinha: chirla, chilreia, gazeia, gorjeia, pia, pipila, trinfa, trissa, zinzilula
5. Anho: bala, bale
6. Arrara: charla, grasna, grita, parla, taramela
7. Arganaz: chia
8. Asno: vd. Burro
9. Avestruz: grasna, ronca, ruge
10. Baleia: bufa
11. Beija-flor: arrulha, rufla, trissa
12. Besouro: zoa, zumbe, zune
13. Bezerro: berra, muge
14. Bisonte: berra, brama, muge
15. Bode: bala, bale, berra, bodeja, gagueja, regouga
16. Boi: muge, arrua, berra, ronca, urra
17. Borboleta: cicia
18. Búfalo: berra, brama, muge, sopra
19. Borrego: bale, borrega
20. Burro: zurra, orneia, orneja, urneja, rebusna, relincha, zorna
21. Cabra, cabrito: berra, bale, berrega, barrega, bezoa
22. Calhandra: grinfa
23. Cachorro: ainha, gane, ganiza, late
24. Camelo: blatera, ronca
25. Canário: canta, chilreia, estridula, gorjeia, grazina modula, pia, trina, trila, trina
26. Cão: ladra, late, gane, rosna, uiva, ulula, acua, balsa, cainha, graniza, latica,
27. Carneiro: berra, bala, bale, berrega, regouga
28. Cavalo: relincha, rincha, nitra
29. Cegonha: grita, glotera, grasna, grita
30. Chacal: uiva, chora, grita, late
31. Chasco: chasqueia
32. Cigarra: buzina, canta, fretene, chia, chichia, cicia, cigarreia, estridula, estrila, rechia, rechina, retine, zangarreia, zine, zizia, silva
33. Cisne: canta, arensa
34. Cobra: sibila, assobia, chocalha, guizalha, silva
35. Codorniz: canta
36. Coelho: chia, guincha
37. Cordeiro: bale, bala, berrega
38. Coruja: coruja, pia
39. Corvo: crocita, grasna, corveja
40. Cotovia: canta, gorjeia, assobia
41. Crocodilo: chora, grasna, brame
42. Cuco: cuca, cucula
43. Doninha: chia, guincha
44. Égua: vd. cavalo
45. Elefante: barre, brame, ronca, trobeteia, urra
46. Estorninho: pissita, assobia, chilreia
47. Falcão: crocita, pia, pipia
48. Gafanhoto: chichia, zizia, zumbe
49. Gaio: grasna, gralha
50. Gaivota: grasna, guincha, pipila
51. Galinha: cacareja, carcareja, carcareia, cocoreja
52. Galo: canta, cucurita, cucurica, clarina, cocoria
53. Gamo: brame
54. Ganso: grita, grasna, grassita
55. Garça: gazeia, arrulha
56. Gato: mia, resbuna, resmoneia, ronca, ronrona, roufenha, rosna, bufa, sopra
57. Gavião: atita, guincha, grita
58. Gazela: berra, grita
59. Girafa: chora
60. Gralha: gralha, gralheia, grasna
61. Grilo: canta, estridula, estrila, grilha, guizalha, trila, tritina
62. Grou: grulha, grasna, grugrulha, grui
63. Hiena: uiva, chora, gargalha, gargalheia, gargalhadeia, urra
64. Hipopótamo: grunhe, ronca, sopra
65. Jaguar: vd. onça
66. Javali: grunhe, ronca, rosna, ruge, arrua, cuincha
67. Jumento: azurra, orneia, orneja, rebusna, zorna, zurra
68. Lagarto: geca
69. Leão: ruge, urra, brama, brame, freme, rosna
70. Lebre: chia, berra
71. Leitão: cuincha, cuinca, bacoreja
72. Lince: ronca
73. Lobo: uiva, ulula, ladra, bufa
74. Lontra: chia, guincha, assobia
75. Macaco: guincha, chia, assobia, cuincha, charla
76. Melro: assobia, canta
77. Milhafre: crocita
78. Mocho: pia, chirreia, coruja, ri
79. Morcego: farfalha, trissa
80. Mosca: zoa, zine, zumbe, zune, zumba zizia, zonzoneia, zunzuna, sussurra, azoina
81. Mosquito: zumbe, trobeteia, zoina
82. Onça: esturra, mia, ruge, urra, geme, urra
83. Ouriço: ronca
84. Ovelha: bale, bala, berra, berrega
85. Pantera: mia, rosna, ruge
86. Papagaio: parla, fala, charla, charleia, parlreia, taramela, tartareia, regouga
87. Pardal: chilreia, chilra, chia, pipila, grazina
88. Pato: grasna, grasne, grassita, guauaxa
89. Pavão: grita, pupila, canta
90. Pega: parla, tagarela, galreja, garla, grasna
91. Peixe: ronca
92. Pelicano: grasna, grassita
93. Perdiz, perdigão: cacareja, pia, pipia, ronca
94. Periquito: charla, charleia, chirleia, grasna, parla
95. Peru: gorgoleja, grugruleja, grugrulha, grulha, cacareja, bufa
96. Pica-pau: estridula, restridula
97. Pintarroxo: canta, gorjeia, trina, assobia, gorjeia
98. Pintassilgo: canta, chilreia, geme, gorjeia, modula, trina
99. Pinto: pia
100. Pombo: arrulha, geme, rulha, suspira, turturilha, tuturina
101. Porco: grunhe, ronca, guincha
102. Poupa: arrulha, geme, rulha, turturina
103. Rã: coaxa, grasna, engrola, malha, rouqueja
104. Raio: coaxa, rala
105. Raposa: regouga, ronca, uiva, grita
106. Rato: chia, guincha
107. Rinoceronte: brame, grunhe, bufa, grunhe
108. Rola: geme
109. Rouxinol: canta, gorjeia, trina, chilreia
110. Sapo: coaxa, gargareja, grasna, grasne, ronca, rouqueja
111. Serpente: assobia, silva, funga
112. Tentilhão: canta, trina, gorjeia
113. Tigre: ruge, brame, mia, ruge, urra, brada
114. Tordo: trucila
115. Toupeira: chia
116. Touro: muge, berra, urra, bufa, sopra
117. Tucano: charla
118. Urso: brame, brama, ronca, ruge, chora
119. Vaca: muge, berra, rebrama
120. Veado: brame
121. Vitela: muge, berra
122. Vespa: vd. abelha
123. Zebra: relincha, zurra, ronca

Mais informação: https://ciberduvidas.iscte-iul.pt/consultorio/perguntas/as-vozes-dos-animais/12107

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Fundação Calouste Gulbenkian Anuncia Candidaturas para a Submissão de Projectos de Investigação em Estudos Avançados em Língua e Cultura Portuguesas

A Fundação Calouste Gulbenkian informa que estão abertas, até ao dia 30 de Novembro de 2018, as candidaturas para submissão de Projectos de Investigação em Estudos Avançados em Língua e Culturas Portuguesas, com incidência nas seguintes áreas: Linguística, Filologia e Didáctica do Português, História, Estudos Artísticos, Literatura, Filosofia e Estudos Culturais.

Serão considerados projectos que visem estimular a inovação e a experimentação, a investigação original e o desenvolvimento de novas metodologias de trabalho e que constituam exemplos de boas prácticas susceptíveis de serem replicadas de forma sistemática por outras iniciativas similares.

Elegibilidade
Instituições públicas ou privadas de ensino superior, centros de investigação e outras entidades afins.

Duração
Os projectos devem, obrigatoriamente, iniciar-se nos 12 meses subsequentes à data da comunicação do apoio. O período de execução do projecto não deverá ultrapassar os 12 meses, contados a partir da data prevista para o respectivo início.

Mais Informações
Para mais informação ou para ter acesso ao regulamento, clique aqui ou consulte: https://gulbenkian.pt/grant/projetos-investigacao/

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Embaixada dos Estados Unidos em Angola Realiza 3ª Edição da Feira Sobre o Ensino Universitário nos EUA

  • Publicado em Eventos

 

 

A terceira edição da feira sobre o Ensino Superior nos Estados Unidos realizar-se-á no dia 24 de Março do corrente (Sábado) das 09H00 às 12H00, na Mediateca de Luanda, sita no Largo das Escolas.

A referida feira tem como objectivo dar a conhecer as vantagens e requisitos para se estudar numa universidade nos Estados Unidos da América (EUA) e compartilhar ideias com ex-estudantes de universidades americanas sobre as suas experiências nas suas Instituições de Ensino Superior.  

A feira é um evento anual organizado pela Embaixada dos EUA em Luanda, oferecendo uma oportunidade para os estudantes Angolanos e os seus encarregados de educação explorarem várias opções para estudar nos EUA, conhecer os programas educacionais da Embaixada e compreender o processo de visto de estudante.

 

Para mais informações contacte:

e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Tel: 222-641-000

 

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Já é possível obter ADN de um cabelo sem raiz

Novos métodos de extracção de ADN (DeoxyriboNucleic Acid) de cabelos sem raiz podem ajudar a esclarecer crimes. Este é o resultado de um estudo publicado na revista Forensic Science International, que teve como objectivo colmatar a dificuldade de obtenção de ADN de cabelos sem raiz. A obtenção de um perfil genético de provas colectadas numa cena de crime é o principal objectivo da ciência forense e o cabelo é uma das provas mais encontradas em cenas de crime.

De acordo com a investigadora Cátia Martins, em entrevista ao Jornal de Portugal o “Público”, “a maioria dos cabelos que chegam para análise de cenas de crime não contêm a raiz e, infelizmente, é nela que a grande maioria do ADN se encontra”. No entanto, Cátia Martins conseguiu dar resposta a este problema, procedendo à análise genética de cabelos sem raiz no âmbito do seu estágio do Mestrado em Genética Forense que fez no Laboratório da Polícia Científica (LPC) de Portugal.

Esta investigação vem ao encontro de um projecto da área da biologia do Laboratório da Polícia Científica “para colmatar uma falha na obtenção de resultados neste tipo de amostras”. A investigadora apenas comparou amostras de cenas de crimes, mas, refere, “nunca foram usadas como prova”. Em vez dos kits convencionais usados, a investigadora testou dois novos kits de quantificação e amplificação da molécula de ADN – o InnoQuant HY e Innotyper 21, ambos desenvolvidos e patenteados pela empresa norte-americana InnoGenomics e à venda no mercado desde Setembro de 2016. O LPC adquiriu esses dois testes que lhe permitiram produzir resultados “bastante satisfatórios” em amostras de cabelos sem raiz provenientes de cenas de crime reais, o que até à data era bastante difícil.

A partir de agora já ficou assim mais fácil descobrir se um fio de cabelo sem raiz encontrado, por exemplo, junto de uma vítima de homicídio era do suspeito do crime. Cátia Martins conseguiu estabelecer uma conexão, baseada em probabilidades, entre a cena de crime e um suspeito ou vítima, através da comparação de dois perfis genéticos. “O que auxilia a produção de prova e a investigação forense”, garante a investigadora.

 

Artigo original: Jornal o Público

https://www.publico.pt/2018/02/22/ciencia/noticia/ciencias-forenses-ja-e-possivel-obter-adn-de-um-cabelo-sem-raiz-1803993

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Conheça o MESCTI por Dentro

Segundo o Decreto Presidencial 26/18 de 1 de Fevereiro, que aprova o seu Estatuto Orgânico, o Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) é o departamento ministerial auxiliar do Presidente da República, enquanto Titular do Poder Executivo, nas funções de governação e administração.
Nos termos do seu artigo 1º, o MESCTI tem por missão conceber, formular, executar, monitorizar, fiscalizar e avaliar as políticas públicas e programas sectoriais do Governo nos domínios do ensino superior, ciência, tecnologia e inovação. É dirigido por uma Ministra, coadjuvado por um Secretário de Estado para o Ensino Superior e outro Secretário de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação.

Organização Interna do MESCTI

Resultante da fusão do Ministério do Ensino Superior e Do Ministério da Ciência e Tecnologia, a organização interna do MESCTI compreende, para além dos Órgãos Centrais de Direcção Superior – de que fazem parte a Ministra e os Secretários de Estado, fazem parte da estrutura interna os seguintes:

  • Quatro (4) Órgãos de Apoio Consultivo, nomeadamente: Conselho de Direcção, Conselho Consultivo, Conselho Nacional do Ensino Superior, Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação;
  • Oito (8) Serviços de Apoio Técnico, nomeadamente: Secretaria Geral, Gabinete de Recursos Humanos, Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística, Gabinete de Inspecção, Gabinete Jurídico, Gabinete de Intercâmbio, Gabinete de Tecnologias de Informação, Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa;
  • Quatro (4) Serviços Executivos Directos, nomeadamente: Direcção Nacional de Formação Graduada, Direcção Nacional de formação Pós-Graduada, Direcção Nacional de Investigação Científica, e a Direcção Nacional de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação;
  • Dois (2) Serviços de Apoio Instrumental, nomeadamente: Gabinete da Ministra e Gabinetes dos Secretários de Estado;
  • Cinco (5) Órgãos Superintendidos, nomeadamente: Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Estudo (INAGBE), Instituto Nacional de Avaliação, Acreditação e Reconhecimento de Estudos do Ensino Superior (INAAREES), Centro Nacional de Investigação Científica, Centro Tecnológico Nacional e o Fundo Nacional para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FUNDECIT).

Conheça o MESCTI. Consulte aqui o seu Estatuto Orgânico.

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A Mulher que Transporta o seu Coração às Costas

Chama-se Selwa Hussein, inglesa de 39 anos. Em Junho do ano passado, foi diagnosticada uma insuficiência cardíaca grave, fruto de uma cardiomiopatia dilatada familiar, um mal hereditário. A doença deixa o músculo do coração enfraquecido, afectando a sua capacidade de bombear sangue.

Selwa precisaria de um transplante, mas a sua situação era tão séria que os médicos concluíram que ela não conseguiria esperar por um doador. Foi assim que ela se tornou a segunda pessoa do Reino Unido a receber um coração artificial – e a primeira a sair do hospital com ele fora do corpo.

Como funciona?
O aparelho, alimentado por uma bateria, faz o trabalho de um coração de verdade e mantém o sangue a circular no corpo de Selwa. Para isso, dois tubos conectados à mochila entram no corpo de Selwa, na região do estômago, e vão até o tórax. Uma bomba envia ar pelos tubos para encher dois balões, que cumprem a função das cavidades cardíacas, bombeando sangue pelo corpo.

Confira o vídeo em: http://www.bbc.com/portuguese/geral-42905447

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Relançamento da Cooperação Bilateral em Ciência, Tecnologia e Inovação entre Angola e África do Sul

 

 

NOTA DE IMPRENSA

RELANÇAMENTO DA COOPERAÇÃO BILATERAL EM CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO ENTRE ANGOLA E ÁFRICA DO SUL

Uma Delegação do Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação da República de Angola (MESCTI), coordenada por Sua Excelência Secretário de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Domingos da Silva Neto e integrando os Directores da Ciência e Investigação cientifica e do Centro Tecnológico Nacional, trabalhou de 1 a 2 de Março de 2018, em Pretória na África do Sul, com a sua congénere Sul Africana, o Departamento Ministerial da Ciência e Tecnologia (DST) e com representantes de instituições de Investigação Científica, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (IDI) de reconhecido mérito tais como o Conselho Investigação Científica e Industrial (CSIR), Conselho de Investigação Médica (SAMRC), Agência de Inovação Tecnológica (TIA), Agência Nacional Espacial (SANSA) e do Fundo Nacional para Investigação Científica (NRF).

Em análise, foram abordadas questões relacionadas com o relançamento da cooperação bilateral em ciência, tecnologia e inovação entre Angola e a África do Sul e, particularmente sobre a implantação conjunta de projectos de investigação científica e de novas vertentes de cooperação em matéria de Transferência de Tecnologias e Inovação com impacto sócio económico. Do encontro resultou a aprovação do plano de acção revisto que remete para Junho de 2018, o início da sua implementação, antecedido por encontros bilaterais entre as diferentes instituições envolvidas no processo. 

Os actores do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação são chamados a desempenhar um papel proactivo nesta plataforma de cooperação, tendo já sido identificados o Centro Tecnológico Nacional (CTN), o Centro Nacional de Investigação Científica (CNIC) e Instituições Investigação Científica em Saúde como prováveis participes deste processo.

Durante a estadia na África do Sul, a Delegação Angolana participou também na reunião do Comité Director da SANBio (Rede da África Austral de Biociências), para discutir o Plano Director para o período 2018/2021 e que se propõe a lançar editais para apoiar iniciativas de investigação na região e acções de capacitação de investigadores científicos.

 

MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO, em Luanda, 3 de Março de 2018.

 

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Conheça os Nove Algoritmos que Podem Estar a Tomar Decisões sobre a sua Vida

Hoje, parece difícil viver sem um computador ou qualquer outro equipamento electrónico ligado à rede, como são os casos dos smartphones ou tablets. Porém, a verdade é que na actual era digital em que nos encontramos, algoritmos – conjunto de regras e procedimentos lógicos perfeitamente definidos, ou seja, não ambíguos, que levam à solução de um problema num número finito de etapas – poderão estar a decidir, por exemplo, se será seleccionado(a) para uma entrevista de emprego ou a encontrar um namorado(a).
Estes são os nove (9) algoritmos, divulgados pela BBC (British Broadcasting Corporation), que podem estar a tomar decisões sobre a sua vida:


1. O computador decide se você fará ou não uma entrevista de emprego

Currículos são cada vez mais descartados sem sequer passar por mãos humanas. Isso porque as empresas estão a apostar em sistemas automatizados nos seus processos selectivos, principalmente na análise de centenas de milhares de inscrições.
Nos Estados Unidos, estima-se que mais de 70% dos candidatos sejam eliminados antes de serem avaliados por pessoas. Para as companhias, isso economiza dinheiro e tempo, mas alguns questionam a neutralidade dos algoritmos.

 

2. Quer dinheiro emprestado? O seu perfil na rede social pode influenciar essa acção

Historicamente, quando alguém pede dinheiro a uma instituição financeira, a resposta depende da análise das possibilidades de o empréstimo ser pago, com base na proporção entre a dívida e a renda desta pessoa e o seu histórico de crédito.
Actualmente, algoritmos reúnem e analisam dados de múltiplas fontes, que vão desde padrões de compra a buscas na internet e a sua actividade em redes sociais.
O problema é que esse método utiliza informações recolhidas sem o conhecimento ou a colaboração de quem pede o dinheiro. Também há uma questão em torno da transparência do código do algoritmo e seu comportamento tendencioso.

 

3. Um algoritmo pode ajudar-lhe a encontrar um amor, mas pode não ser quem procura

Não é uma surpresa que sítios web de namoro usam algoritmos para identificar duas pessoas compatíveis. É um dos seus principais apelos para o público, na verdade.
Mas a forma como isso é feito não é muito clara, especialmente após o eHarmony, um dos principais sítios web deste mercado, ter revelado no ano passado que fez ajustes nas preferências de seus clientes para aumentar as suas chances de encontrar um par ideal, algo que pode incomodar quem perdeu tempo a responder às 400 perguntas necessárias para se ter um perfil neste sítio web.
Mas até mesmo em alternativas, como o aplicativo Tinder, em que as variáveis são bem menos complexas (geografia, idade e orientação sexual), as combinações não são tão simples assim.
Quem usa o serviço recebe uma nota secreta sobre o quanto essa pessoa é "desejável", calculada para "permitir melhores combinações", segundo o Tinder. A fórmula é mantida em segredo, mas os executivos da empresa por trás do aplicativo já indicaram que o número de vezes que o perfil de alguém é curtido ou rejeitado tem um papel crucial sobre isso.

 

4. Um programa pode determinar se você é viciado em drogas e se conseguirá contratar um plano de saúde

O mal uso de medicamentos e drogas é a principal causa de mortes acidentais nos Estados Unidos e especialistas com frequência se referem a esse problema como uma epidemia.
Para lidar com isso, cientistas e autoridades estão a unir-se em projectos baseados em dados. Recentemente, no Estado do Tennessee, nos Estados Unidos, a operadora de planos de saúde Blue Cross e a empresa de tecnologia Fuzzy Logix anunciaram a criação de um algoritmo para analisar nada menos do que 742 variáveis e, assim, avaliar o risco de um comportamento abusivo com medicamentos. Isso levantou uma questão ética: os dados analisados incluem o histórico médico e até mesmo o endereço residencial. O argumento a favor desse tipo de intervenção é que isso pode salvar vidas e mitigar prejuízos ao sistema de saúde - viciados em opioides têm, por exemplo, 59% mais chances de serem pessoas de alto custo.
Acredita-se que o uso de algoritmos e da inteligência artificial nesta área deve tornar a tomada de decisões mais eficiente e reduzir o número de erros humanos.

 

5. Os algoritmos determinam se um filme será produzido

Algoritmos são utilizados para analisar não só as chances de um filme sair-se bem nas bilheterias, mas também quanto dinheiro fará. Esse serviço é oferecido por várias empresas e a Paramount, a Universal e a Warner Bros, alguns dos principais estúdios de Hollywood, contratam essas consultoras.

 

6. Algoritmos influenciam no seu voto e quem será presidente

Numa época em que os dados tornaram-se mais importantes do que empatia e carisma no mundo da política, os algoritmos são cruciais para candidatos em busca de votos. Não foi só a retórica de Barack Obama que impressionou com a sua ascensão rumo à indicação do Partido Democrata para disputar a Presidência dos Estados Unidos, em 2008, mas também o uso desta tecnologia. A campanha de Obama focou-se incessantemente nos eleitores indecisos, utilizando uma série de informações para individualizar ao máximo o perfil do eleitorado. Quase dez anos depois, Emmanuel Macron conseguiu uma vitória inesperada na França com uma estratégia similar – algoritmos ajudaram-no a identificar distritos e bairros que eram os mais representativos do país. E isso ajudou a guiar a sua equipa na realização de 25 mil entrevistas utilizadas para estabelecer as prioridades e estratégias da sua campanha.

 

7. A polícia utiliza algoritmos para prever quem será um criminoso

O sistema de vigilância da China sobre seus 1.3 mil milhões de habitantes é bem conhecido, mas parece haver espaço para expandi-lo. O governo anunciou em 2015 o desenvolvimento de um sistema capaz de "prever crimes" com base em dados pessoais, como o histórico médico e entregas de compras. Grupos de direitos humanos acusaram as autoridades chinesas de violar a privacidade dos cidadãos, dizendo que o real propósito do sistema é monitorar dissidentes. A China não é, no entanto, o único país a utilizar algoritmos para prever crimes: o policiamento baseado em dados é aplicado nos Estados Unidos há mais de uma década, e algumas forças de segurança britânicas começaram em 2012 a utilizar softwares de mapeamento e previsão de crimes. Segundo uma pesquisa do centro britânico Royal United Services Institute for Defence and Security Studies, algoritmos podem ter até dez vezes mais chances de prever a localização de um crime futuro em comparação com o policiamento comum.

 

8. Um computador pode mandar-lhe para a prisão

Juízes em alguns Estados americanos estão a tomar decisões sobre crimes com a ajuda de um sistema automatizado chamado COMPAS, baseado num algoritmo de análise de risco para prever a probabilidade de uma pessoa cometer um novo crime. Um caso famoso nesse sentido ocorreu em 2013, quando um homem chamado Eric Loomis foi condenado a sete anos de prisão por fugir da polícia e dirigir um carro sem a permissão do dono, no Estado de Wisconsin. Antes de a sentença ser proferida, as autoridades apresentaram uma avaliação, feita com base numa entrevista com Loomis e informações fornecidas pelo algoritmo sobre a sua probabilidade de reincidência – o resultado indicava que ele tinha um "alto risco de cometer novos crimes".

 

9. Eles podem influenciar o seu dinheiro

Esqueça as imagens de pessoas gritando na bolsa de valores com telefones nos ouvidos. Transações no mercado de acções estão a tornar-se cada vez mais um produto de cálculos feitos por algoritmos, que são mais rápidos do que qualquer humano e compram e vendem papéis em questão de segundos. Defensores desta tecnologia afirmam que uma máquina é imune à volatilidade emocional do mercado e investe mais racionalmente. Isso, no entanto, foi questionado em 2010, quando algoritmos foram apontados como os culpados pelo crash que fez desaparecer temporariamente do mercado de acções americano US$ 1 trilhão. Um relatório do banco JP Morgan estimou que, em 2017, investimentos com base em algoritmos ou fórmulas computacionais responderam por quase 90% do volume de transações com acções nos Estados Unidos.


Artigo original:

http://www.bbc.com/portuguese/geral-42908496

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