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O gosto pela Matemática começa em casa

A Matemática tem a fama de ser o “bicho de 7 cabeças”. As pessoas detestam a Matemática, pela grande complexidade que ela parece ter. Em boa verdade, o gosto pela Matemática nasce de um bom estímulo. É como quem diz, tudo depende do primeiro amor. O primeiro amor pela matemática, neste caso, nasce dos pais, em casa, nas coisas da vida, do dia-a-dia.

Um dos conselhos aos papás e mamãs, que aqui fica, com base nos argumentos do Professor Jorge Ricardo em “O Método de ser bom aluno, Bora lá”, (Clube do Livro SIC), passa pela prática, desde cedo, da disciplina da Matemática nas questões do dia-a-dia.

Um livro recente, “Matemática em Família”, de  José Robalo e Carlos Grosso (Porto Editora, 2012), ajuda, de forma didática a conseguir tal desiderato. Deixamos aqui algumas dicas:

- Estimule a contagem de objectos, ensinando conceitos como “o dobro de”, “o triplo de”;

- Chame atenção para a forma geométrica de determinados objectos: bola, armário, por exemplo;

- Peça que conte dinheiro para a compra de determinado artigo e pergunte, antes, qual o troco que irão receber;

- Pratique a tabuada;

- Explique e faça perguntas sobre tabelas ou gráficos que surjam no dia a dia;

- Explique na prática o conceito de fracção a partir de algo que terá de ser repartido por alguns membros da família (laranja, maçã, por exemplo).

“Daqui a 100 anos não importará o tipo de carro que conduzi, o tipo de casa em que vivi, quanto dinheiro tinha guardado no banco, nem que roupas eu vesti. Mas o mundo poderá ser um pouco melhor por eu ter sido importante na vida de uma criança.” (Anónimo)

 

Alexandre Cose

 

 

 

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