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Chamada de Candidaturas para o Programa de Aceleração de Bio-Negócios e Capacitação – FemBioBiz SANBio para Mulheres Empreendedoras

 

A Rede da África Austral para Biociências (SANBio), através do Programa BioFISA II da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), dá a conhecer que estão abertas, até o dia 31 de Março, as candidaturas para o Programa de Aceleração de Bio-negócios FemBioBiz SANBio para mulheres empreendedoras.

Este Programa tem como objectivo desenvolver competências de liderança, tecnológica e empresarias em mulheres que tenham ou liderem um negócio  na área de Biociências com foco para nutrição humana/animal ou saúde humana/animal e que queiram acelerar o crescimento do seu negócio.

 

Requisitos

Para o Programa as candidatas devem:

  • Ser fundadoras ou gerentes séniores de uma empresa de biociência (nutrição humana/animal e saúde humana/animal);
  • Ter um negócio em fase de crescimento e que queiram acelerá-lo a um ritmo mais rápido;
  • Ter a empresa sediada num dos 12 Estados-membros da SADC (África do Sul, Angola, Botswana, Lesoto, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, Seychelles, Suazilândia, Zâmbia e Zimbabwe).

 

Candidaturas

As candidaturas são feitas mediante registo online no site www.innovationsummit.co.za ou www.nepadsanbio.org/ 

 

Para mais informações contacte os seguintes e-mails:

  • Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. - Sr. Diogo Italeu - Gabinete de Intercâmbio do Ministério da Ciência e Tecnologia de Angola  
  • Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. - Sra. Margaretha Van Schalkwyk – Coordenadora do Programa FemBioBiz SANBio

 

Bolsas de Doutoramento em Ciências da Educação - Programa Mwalimu Nyerere da União Africana

O Programa de Bolsas de Estudo Mwalimu Nyerere da União Africana dá a conhecer que estão abertas, até o dia 31 de Março, as candidaturas a bolsas de estudo para o Doutoramento em Ciências da Educação. O Programa tem como objectivo desenvolver profissionais africanos de elevado potencial que, por sua vez, possam promover pedagogias, programas de ensino e gestão estratégica inovadora e progressiva dos sistemas escolares em África.

 

Critérios de Elegibilidade

Para ser elegível à bolsa de estudo, o candidato deve:

  • Ser cidadão de um Estado-membro da União Africana;
  • Possuir o grau de Mestre em Ciências da Educação ou área conexa, com diploma de uma universidade reconhecida;
  • Apresentar uma declaração de notas que comprove o seu excelente desempenho académico;
  • Comprovativo de admissão a uma universidade reconhecida, em qualquer um dos Estados-membros da União Africana, que garanta a frequência no programa de doutoramento a tempo integral;
  • Estar disposto a trabalhar num Estado-membro da União Africana, no final dos seus estudos, durante pelo menos três (3) anos.

Não serão consideradas candidaturas sem uma carta de admissão de uma universidade.

 

Áreas de Estudo Elegíveis

São elegíveis as seguintes áreas de estudo:

  • Desenvolvimento do Docente e Aperfeiçoamento Profissional;
  • Planeamento e Política Educativa;
  • Avaliação da Aprendizagem Educacional;
  • Gestão e Liderança Educacional;
  • Ensino Especial.

 

Duração

O Programa de Doutoramento tem a duração de três anos.

 

Candidaturas

Os candidatos interessados deverão preencher o formulário de candidatura em formato PDF, assim como a ficha de dados em Excel do requerente, que está disponível na página web da União Africana: www.au.int/en/scholarship.

Para submissão das suas candidaturas formais, os candidatos devem incluir os seguintes documentos:

  • Formulário de Candidatura Preenchido;
  • Uma foto tipo-passe recente;
  • CV resumido, com os nomes e contactos de três Referências; 
  • Fotocópias autenticadas dos certificados; 
  • Fotocópias autenticadas do Passaporte ou Bilhete de Identidade indicando a cidadania;
  • Cópia da Carta de Admissão de uma Universidade Africana reconhecida; 
  • Duas (2) Cartas de Referência com endereços a contactar; 
  • Um resumo de no máximo 500 palavras, explicando os motivos que o levaram a optar por uma determinada área de estudo e sua importância para o desenvolvimento de África. 

Os candidatos deverão enviar dois (2) exemplares dos documentos supracitados, por correspondência postal, para o seguinte endereço: Mwalimu Nyerere Scholarship Programme Education Division Department of Human Resources, Science and Technology African Union Commission P.O. Box 3243 Addis Ababa, Ethiopia.

Adicionalmente, os candidatos devem digitalizar toda a documentação listada (em formato PDF), juntamente com a ficha de candidatura (Application Form) e a ficha de dados em Excel do requerente, e enviá-las para o seguinte endereço de e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar., com cópia para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar..

 

Mais informação: http://www.au.int/web/en/scholarship2017

Termina em Luanda o 2° Workshop Nacional sobre a Gestão da Investigação Científica e Inovação

Enquadrado numa iniciativa do Secretariado da SADC, em estreita colaboração com a Associação da África Austral para a Gestão da Investigação Científica e Inovação (SARIMA) e o Ministério da Ciência e Tecnologia, realizou-se nos dias 22 e 23 de Fevereiro de 2017, no Centro Nacional de Investigação Científica (CNIC), em Luanda, o 2º Workshop Nacional sobre a Gestão da Investigação Científica e Inovação que contou com a presença de representantes de Instituições de Ensino e de Investigação Científica, de Instituições de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico e Inovação e de empresas das províncias de Benguela, Huambo, Huíla, Luanda e Uíge, perfazendo um total de cerca de 40 participantes.

O Workshop teve como objectivo alavancar o desenvolvimento científico e tecnológico, particularmente no que tange à implementação de boas práticas na condução de actividades de investigação científica e inovação, de forma a aumentar a eficiência e a eficácia na obtenção de resultados que se candidatem a acrescentar valor na cadeia produtiva e ir ao encontro dos problemas que apoquentam a sociedade. 

A sessão de abertura foi orientada pelo Secretário de Estado da Ciência e Tecnologia, Prof. Doutor João Sebastião Teta, tendo ressaltado o facto de o Workshop se inserir na visão da Política Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação - PNCTI (Dec. Pres. 201/11, de 20 de Julho) que estabelece a necessidade da capacitação dos Recursos Humanos (Objectivo Geral I) e reforço do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI) (Objectivo Geral IV). Apelou ainda aos participantes a desempenharem um papel cada vez mais participativo no desenvolvimento económico e social do nosso País, de forma a tirar-se melhor partido do potencial existente e do conhecimento que pode ser gerado localmente e, assim, contribuir-se para a redução da dependência tecnológica.

Os dois dias de trabalho foram de sessões bastante interactivas que tiveram como facilitadores a Vice-Presidente da SARIMA, Emilia Nahlevilo e o Director Nacional de Ciência e Investigação Científica, Domingos Neto.

 

FÓRUM FUTURO - Juntos no Progresso da Ciência, Tecnologia e Inovação no País

 

Sob o lema “O Impacto da Ciência Tecnologia e Inovação no Crescimento e na Diversificação da Economia”, o Ministério da Ciência e Tecnologia (MINCT) realizou nos dias 31 de Janeiro e 1 de Fevereiro, no auditório do Banco Económico, sito na rua do 1º Congresso do MPLA, a 1º Edição do Fórum Futuro, com o objectivo de sensibilizar os decisores políticos e parceiros sociais sobre a importância da inserção da Ciência, Tecnologia e Inovação no desenvolvimento sustentável do país.

O fórum contou com a presença de prelectores nacionais e estrangeiros e estava estruturado em 4 sessões em formas de palestras seguidas de momentos de debate. As duas (2) sessões do dia 31 de Janeiro contaram com os seguintes prelectores e temas:

a) Sessão 1

  • Professor Doutor Manuel Heitor, Ministro da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, com o tema: O papel da CTI no desenvolvimento de Portugal;
  • Dr. Joel Muzima, Economista Principal do Banco Africano de Desenvolvimento – BAD, com o tema: Experiência do BAD no Financiamento à Investigação Científica em África;

b) Sessão 2

  • Professor Doutor Paulo Ferrão, Presidente da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), com o tema: O financiamento da Investigação Científica e o impacto no desenvolvimento de Portugal;
  • Dr. Andrew Musonda Kaniki, Director Executivo da Gestão do Conhecimento e Estratégia da Fundação Nacional para a Investigação, com o tema: O financiamento da Investigação Científica na África do Sul;
  • Dr. Armando Valente, Director do Instituto de Investigação Agronómica, com o tema: A Investigação Agrária Aplicada e o Desenvolvimento da Agricultura em Angola.

As duas (2) sessões do dia 1 de Fevereiro contaram com os seguintes prelectores e temas:

c) Sessão 3

  • Dr. Manuel Neto Costa, PCA do Banco de Desenvolvimento Africano – BDA, com o tema: Uma abordagem sobre o Financiamento na Investigação Científica Aplicada, com Impacto no Desenvolvimento Económico do País;
  • Dr. José Pedro Domingos, Director Geral da Nutricampo, com o tema: Contribuição para o Desenvolvimento Tecnológico da Agro-Pecuária de Angola;
  • Dr. Zolana João, Director do Gabinete de Gestão do Projecto ANGOSAT, com o tema: O projecto ANGOSAT e o desenvolvimento de Angola;
  • Dr. Carlos Faro, Director do BIOCANT, com o tema: Instrumentos de Apoio Financeiro para Parques Tecnológicos: A Experiência da Somorelate/Biocant;
  • Dr. Nelson Simões, Director Geral da RNP – Brasil, com o tema: Rede Nacional de Pesquisa (RNP) uma rede consolidada. Sua contribuição ao desenvolvimento do país e as tendências e oportunidades de evolução;
  • Dr. Pascal Hoba, CEO da UBUNTUNET, com o tema: An African alliance of research and education network;

d) Sessão 4

  • Dr. Lourino Chemane, Director Executivo da MORENet – Moçambique, com o tema: MORENet: desafios para implantação de uma rede de pesquisa em Moçambique;
  • Dr. Eduardo Grizendi, representante da RedeCLARA (Brasil), com o tema: Uma visão de consórcio no desenvolvimento das redes de ensino e pesquisa na América Latina;
  • Engº António Nunes, CEO da Empresa Angola Cables, com o tema: A contribuição da Empresa Angola Cable para o Desenvolvimento de Angola;

A discussão dos trabalhos apresentados permitiu realçar alguns pontos de consenso comum relativamente à relevância do papel da ciência, tecnologia e inovação no desenvolvimento dos países, nomeadamente:

  • O desenvolvimento sustentável das sociedades é feito com recurso ao conhecimento, sendo que não há ciência sem recursos humanos altamente qualificados e um ambiente de cultura científica que cria uma atmosfera favorável à congregação de energias e sinergias;
  • O conhecimento deve ser transformado em tecnologias e essa transformação assenta-se na criação de infraestruturas que permitam usar o conhecimento para criar e agregar valor a um dado produto ou a bens e serviços;
  • Investir na ciência é fundamental por ser um factor importante para suportar e sustentar a economia por via da inovação tecnológica. O investimento público constitui a base impulsionadora do desenvolvimento científico e tecnológico e, por isso, deve ser visto como primordial e não deve ser substituído pelo investimento privado, que deve ser visto como complementar, já que só aumenta quando em função do crescente  público consumidor. Uma outra forma que permite aumentar rapidamente o investimento na ciência é a instituição de fundos, que são instituições que se ocupam da gestão (apoio e monitorização) do desempenho do sistema cientifico e relevante na absorção de fundos externos;
  • A cooperação científica e tecnológica entre países, instituições e investigadores é importante por constituir grandes possibilidades de realização de acções, actividades, projectos e programas de partilha do conhecimento e transferência de tecnologias, sendo que não se deve descorar a aposta na educação e nos indicadores de ciência, tecnologia e inovação. A necessidade de interagirem, trocarem experiências, equipamentos e de se complementarem, leva ao surgimento de Redes de Educação e de Investigação nacionais e internacionais.
  • O Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) aprova, nos termos do Decreto Presidencial n9 156/16, de 10 de Agosto, o regulamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND) que poderá ser aplicado em "projectos ou programas privados de ensino e investigação, de natureza científica ou tecnológica, incluindo as realizadas mediante doação de equipamentos técnicos ou científicos e de publicações técnicas a instituições que se dediquem à realização de tais projectos". Os projectos de investigação científica são submetidos a um estudo de viabilidade por entidades competentes antes do período de cedência de crédito;
  • O ANGOSAT é o primeiro satélite de comunicações de Angola, com parceria Russa e previsão de lançamento para 2017, e visa prover comunicações, garantindo maior velocidade de dados ao nível do país, com uso de sistemas de informação eficazes e mais autonomia ao país, economizando custos no que concerne ao aluguer de outros satélites. 

A contribuição das empresas privadas para o reforço do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação (SNCTI) é um facto, sendo exemplos:

  • A Empresa Nutricampo, Pesquisa e Inovação, Sociedade Anónima de direito angolano, que conta com o Centro de Investigação Animal e de Tecnologia Alimentar, na província do Huambo e um Centro de Melhoramento Genético e Propagação de Plantas, na Huíla;
  • A BIOCANT, envolvida na capacitação de recursos humanos e na criação de infra-estruturas para a investigação científica e tecnológica, mais especificamente de parques tecnológicos;
  • A UBUNTUNET ALLIANCE, enquanto organização regional de Pesquisa e Educação em Rede para África Oriental e Austral ilustrou, na sua experiência, que a criação de redes de educação e investigação têm permitido, por um lado, o envolvimento dos parceiros sociais na aplicação de tecnologias de comunicação e informação à baixo custo e, por outro lado, o intercâmbio académico e científico entre instituições de ensino superior e instituições de investigação e desenvolvimento, ao nível nacional e ao nível internacional;

Nesta lógica, foi sugerido que o Ministério da Ciência e Tecnologia assumisse o protagonismo político para a criação de uma rede nacional de educação e investigação, com a colaboração tecnológica do parceiros sociais nas TIC, e na qual estariam inseridos de forma voluntária os actores do SNCTI, com o objectivo de facilitar e disseminar o conhecimento, reduzir a distância entre a comunidade acadêmica e científica, contribuir para materialização das políticas do governo, e permitir a participação de Angola em redes internacionais;

Nas palavras da Ministra da Ciência e Tecnologia, Professora Doutora Maria Cândida Pereira Teixeira,“a ciência, a tecnologia e a inovação (CTI) são ferramentas importantes que influenciam o crescimento económico e social, particularmente quando se referem ao desenvolvimento sustentado, assente na sustentabilidade de processos rumo à edificação de uma sociedade do conhecimento”. Finalmente apelou o estabelecimento da cooperação com boas sinergias e perspectivas entre os sectores público e privado, como condição importante para o desenvolvimento da sociedade.

Esta 1ª Edição do Fórum Futuro contou com o financiamento dos seguintes parceiros sociais: Banco Económico, Angola Cables, Grupo Mitrelli, MORELATE Empreendimentos e Participações, WEZA e The Bridge.

 

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