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MESCTI Recebe Visita do Ministro dos Negócios Estrangeiros da Finlândia

A Ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Maria do Rosário Bragança Sambo, recebeu no dia 12 de Março do ano em curso, às 11:45, no edifício sede deste Departamento Ministerial, sito em Talatona, o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Finlândia, Sr. Timo Soini, no quadro da sua visita a Angola. 

Neste encontro ambas as partes acordaram que o Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, através do seu Gabinete de Intercâmbio, irá trabalhar com a Embaixada da Finlândia em Angola, na criação de uma base legal para concepção de um acordo de cooperação no domínio do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, com o objectivo de aproveitar as ofertas formativas que a Finlândia dispõe nas suas Instituições de Ensino Superior de classe mundial.

A Ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação manifestou o interesse de alguns licenciados poderem candidatar-se às universidades finlandesas, no âmbito do Decreto Presidencial n.º 67/19 de 22 de Fevereiro, que aprova o "Programa  de Envio Anual de 300 Licenciados Angolanos com Elevado Desempenho e Mérito Académico para as Melhores Universidades do Mundo".

Outros aspectos abordados foram o apoio da Finlândia para a melhoria do Sistema de Inovação do nosso país, com a integração de Instituições de Ensino Superior, e empresas, bem como a criação de condições para a cooperação entre Instituições de Ensino Superior e de Investigação Científica e Desenvolvimento angolanas e instituições congéneres da Finlândia, para realização de programas conjuntos de investigação. 

 

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2019 – Ano Internacional da Tabela Periódica (IYPT2019)

A Tabela Periódica dos Elementos Químicos, ou simplesmente Tabela Periódica, é uma das realizações mais significativas da ciência, captando a essência não só da química, mas também da física e da biologia. É um esquema que permite classificar e organizar os elementos químicos em função das suas propriedades e características. A história da Tabela Periódica está relacionada com o descobrimento dos diversos elementos químicos e com a necessidade de os ordenar de alguma forma. O químico alemão Julius Lothar Meyer (1830-1895) e o matemático russo Dmitri Mendeleiev (1834-1907) foram os primeiros especialistas a ter postulado as propriedades dos elementos a partir das funções periódicas da respectiva massa (a magnitude física que permite exprimir a quantidade de matéria contida num corpo) atómica. Após várias tentativas, em 1869, Mendeleiev foi quem conseguiu criar um sistema periódico com base na massa atómica (o Sistema Periódico dos Elementos Químicos). Passados 150 anos celebramos a criação da ferramenta que permite prever as propriedades da matéria na terra e no resto do Universo. 

Este ano, 2019, comemora-se o Ano Internacional da Tabela Periódica dos Elementos Químicos (IYPT2019). Uma resolução das Nações Unidas e da UNESCO para celebrar a criação de uma das ferramentas mais importantes na história da ciência. A iniciativa do IYPT2019 é apoiada pela IUPAC em parceria com a União Internacional de Física Pura e Aplicada (IUPAP), Associação Europeia para a Ciência Química e Molecular (EuCheMS), Conselho Internacional para a Ciência (ICSU), União Astronómica Internacional (IAU), e a União Internacional de História e Filosofia da Ciência e Tecnologia (IUHPS). Em todo o mundo, assiste-se a celebrações da data com a realização de eventos. Em África, destacam-se as actividades comemorativas da África do Sul, da Argélia, do Gana e da Zâmbia.

 

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Cientistas Estão a Usar o Pictionary para Ensinar "Senso Comum" à Inteligência Artificial (IA)

A inteligência artificial (IA) tem feito avanços incríveis na análise de dados para a busca de padrões ocultos, mas ainda não chega perto da capacidade humana em compreender um determinado contexto ou o senso comum. A impossibilidade da IA em compreender o senso comum é um dos principais obstáculos para o desenvolvimento de chatbots (programas informáticos de conversação automática) e assistentes de voz que sejam genuinamente úteis. Além disso, enquanto os programas de IA podem prejudicar os melhores jogadores humanos de muitos jogos, como o xadrez, o Go e (mais recentemente) o StarCraft, dominá-los oferece apenas uma pequena medida de IA. Para ajudar os algoritmos a aprenderem sobre o senso comum, o Allen Institute for Artificial Intelligence criou uma tarefa incomum: colocar algoritmos de aprendizagem automática a jogar o Pictionary, de modo a perceberem como o mundo funciona. 

Em que consiste o jogo? O jogo consiste em a máquina adivinhar que frase está por trás de um desenho. Pode ser um jogo frívolo depois do jantar, mas o Pictionary talvez pudesse dar aos programas de IA uma compreensão mais profunda de como os conceitos se encaixam no mundo real. Os Investigadores do Allen Institute for Artificial Intelligence acreditam que o Pictionary poderia impulsionar a inteligência das máquinas além dos seus limites actuais. Para esse fim, eles criaram uma versão online do jogo que junta um jogador humano com um programa de IA. Isso faz com que seja o veículo perfeito para ajudar a ensinar máquinas. A equipa desenvolveu uma versão online do jogo, chamada Iconary, que junta um utilizador e um programa de IA chamado Allen AI. Ambos podem apresentar-se como o artista e o adivinho. Jogando como artista, o utilizador recebe uma frase e depois esboça as coisas para as transmitir. Os esboços são primeiro transformados em ícones de clip art usando a visão computacional; então o programa de computador tenta adivinhar a frase a partir de um banco de dados de palavras e conceitos e de relação entre eles. Se o programa receber apenas parte da frase, ele pedirá que outra imagem seja esclarecida. Dando a frase “virando uma página”, por exemplo, um jogador pode tentar desenhar um livro, uma mão e uma seta curva. Nesse caso em particular, o programa Allen AI adivinha correctamente após apenas algumas tentativas.

O programa de IA recorre a uma combinação de técnicas de IA para desenhar e adivinhar. Com o tempo, jogando contra pessoas suficientes, a Allen AI deve aprender com o seu senso comum de como conceitos (como “livros” e “páginas”) andam juntos na vida quotidiana, diz Fahadi. Também ajudará os investigadores a explorar formas de os humanos e as máquinas se comunicarem e colaborarem de forma mais eficaz.

No total, existem 1200 ícones, 75 000 frases possíveis e um vocabulário de 20 000 palavras. E existem dois modos: fácil e difícil. O objectivo é criar um quadro de líderes para destacar o espírito competitivo das pessoas e ajudar a acelerar a aprendizagem da IA. Fahadi diz que Iconary é uma medida melhor de IA do que o Go ou o xadrez, porque requer uma inteligência muito mais ampla. “Os jogos têm sido uma plataforma de sucesso para testar IA”, diz ele, “mas a inteligência é mais do que correspondência de padrões”.

Eventualmente, afirma, poderia ser utilizado como um novo tipo de teste de Turing – os jogadores poderiam tentar adivinhar se o companheiro de equipa deles é humano ou uma máquina.

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Termina a 1ª Semana de Ciência Angola-Portugal

 

De 18 a 20 de Março realizou-se a Iª Semana de Ciência Angola-Portugal, nas cidades de Lisboa, Porto e Bragança, em Portugal, com o objectivo de estabelecer a interacção entre investigadores angolanos e portugueses, para o reforço da rede de cooperação entre as instituições e os investigadores, com a realização de projectos conjuntos de investigação.

Esta iniciativa tem o seu enquadramento na assinatura, da Declaração de Intenções relativa à cooperação entre a República de Angola e a República Portuguesa, nos domínios do ensino superior, ciência, tecnologia e inovação, sendo esta a evidência inequívoca do empenho político dos Governos de Angola e de Portugal na materialização da cooperação entre os dois estados, especificamente no fortalecimento de acções conjuntas entre instituições angolanas e portuguesas de ensino superior e de investigação científica e desenvolvimento, através da interacção dos seus determinantes actores, os docentes e os investigadores.

Coroada de uma sala vasta, composta por ambas delegações (Portuguesa e Angolana), a semana teve início no Salão Nobre do Palácio das Laranjeiras em Lisboa, com os discursos de abertura dos homólogos do Sector do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia, nomeadamente: Maria do Rosário Bragança Sambo, Ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação de Angola, e Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal.

 

A Ministra Maria do Rosário Bragança Sambo apontou a escassez de investigadores e a falta de financiamento à investigação científica como principais obstáculos às acções de investigação científica em Angola, e espera superar estas lacunas do país com a ajuda da cooperação portuguesa, na formação de quadros.

Para o Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal, Fernando Heitor, “esta é sem dúvida uma forte cooperação efectiva entre os dois países em projectos muito bem definidos, quer no âmbito das interacções atlânticas, quer em âmbitos específicos da saúde, quer na questão agroindustrial e da biodiversidade”, afirmou. Reforçou ainda que “o conjunto de visitas orientadas para esta Semana, visam pôr em prática novos projectos, com perspectiva de apresentação de resultados na Semana de Ciência Angola-Portugal, agendada para o próximo ano em Angola.

A sessão de abertura contou com dois painéis, sendo o 1º Painel a apresentação da Agenda de Interacções Atlânticas – espaço, clima, oceanos “Air Centre”, e o 2º Painel, a discussão de projectos em curso no âmbito da “Iniciativa Conhecimento para o Desenvolvimento”, Rede Aga Khan para o desenvolvimento – FCT e outros, e contou com a apresentação projectos por investigadores angolanos e portugueses.

Além destes painéis foram realizadas visitas ao Instituto Hidrográfico, ligado a área de Oceanografia e interacções atlânticas, e ao Instituto Gulbenkian de Ciência, ligado a área de Biomedicina.

Ainda na sessão de abertura foi assinado o Protocolo entre a Universidade de Lisboa e o Centro Nacional de Investigação Científica de Angola, enquadrado no propósito da materialização da cooperação Angola-Portugal, porquanto permitirá, no quadro do Projecto de Desenvolvimento de Ciência e Tecnologia de Angola, a organização de um sistema agregado de candidatura de estudantes, de nacionalidade angolana, a cursos de Especialização, de Mestrado, de Doutoramento e de Pós-Doutoramento da Universidade de Lisboa, bem como o reforço da formação de quadros para o desenvolvimento da ciência, investigação e tecnologia em Angola, principalmente os que desenvolvem a sua carreira em instituições de ensino superior, de investigação científica e de desenvolvimento tecnológico.

Nos dias 19 e 20 foram efectuadas visitas a algumas instituições de ensino superior, laboratórios e centros de investigação e desenvolvimento, nas cidades do Porto e Bragança, certos de que, abrir-se-ão novas oportunidades de colaboração, incluindo para o desenvolvimento de uma Rede de museus de ciência de Angola, tendo como destaque a parceria entre o Governo Provincial da Huíla e a Universidade do Porto para a criação do Museu de Ciência no Lubango, com base nas colecções do herbário, de ornitologia e de mamalogia do Instituto Superior da Ciências da Educação da Huíla contando com a colaboração do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos da Universidade do Porto.

Foram efectuadas visitas às seguintes Instituições:

Dia 19 de Março de 2019:

- Instituto Politécnico de Leiria - Pescas e Interacções Atlânticas, em Peniche;

- CEiiA - Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto que projeta, implementa e opera produtos e sistemas inovadores, em Matosinhos;

- Universidade do Porto

                - INESCT-TEC - Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência;

                - FEUP - Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

                - LSRE-LCM - Laboratório de Engenharia de Separação e Reação e o Laboratório de Catálise e Materiais.

                - i3S - Instituto de Investigação e Inovação em Saúde;

                - Escola de Medicina da Universidade do Minho.

Dia 20 de Março2019:

- CIBIO -InBio - Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, Vairão, Vila do Conde;

- IPB/CIMO - Instituto Politécnico de Bragança/Centro de Investigação da Montanha.

A delegação angolana chefiada pela Ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Prof. Doutora Maria do Rosário Bragança Sambo, integrou o Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação, Prof. Doutor Domingos da Silva Neto, quadros seniores do MESCTI, docentes e investigadores de instituições de ensino superior (IES) públicas e privadas e de investigação científica e de desenvolvimento (IDI), perfazendo um total de 30 integrantes. Estiveram representadas 13 IES, e 2 IDIs, das províncias de Luanda, Cabinda, Huíla, Benguela, Uíge, Lunda-Norte, Malanje, Bengo e Huambo.

 

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MESCTI Divulga o Quadro Legal dos Cursos de Pós-graduação das Instituições de Ensino Superior Públicas e Privadas

COMUNICADO DE IMPRENSA

No âmbito do início do ano académico 2019, o Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia, e Inovação torna público o Quadro Legal dos Cursos de Pós-graduação das Instituições de Ensino Superior Públicas e Privadas.

Os cursos que não constam deste quadro apresentado são ilegais, pelo que todos os actos praticados e os benefícios concedidos, bem como todos os títulos académicos outorgados pelas Instituições de Ensino Superior que ministram estes cursos, são inválidos e sem quaisquer efeitos académicos, nos termos do Artigo 122º da Lei de Bases do Sistema de Educação e Ensino (Lei Nº 17/16, de 07 de Outubro)

MINISTÉRIO DO ENSINO SUPERIOR, CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO, em Luanda, 19 de Fevereiro de 2019

 

Para baixar o Quadro legal dos Cursos de Pós-Graduação, clique aqui.

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MESCTI e Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais comemoram dia o 11 de Fevereiro - Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência

No âmbito da comemoração do quarto aniversário do “Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência”, instituído pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), em 2015, assinalado no dia 11 de Fevereiro, o Ministério do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação (MESCTI) e o Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais (ISCPC) realizaram no pretérito dia 11 de Fevereiro do ano em curso, no Auditório Welwitcha deste Instituto, uma sessão de palestras e exposição de engenhos sob o lema “Pela plena integração das Mulheres e Meninas na Ciência”. 

O acto comemorativo foi presidido pelo Secretário de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Prof. Doutor Domingos da Silva Neto, em representação da Ministra do Ensino Superior, Ciência, Tecnologia e Inovação, Prof. Doutora Maria do Rosário Bragança Sambo. O mesmo fez-se ladear pela Comissária-Chefe e Presidente da Rede Mulher Polícia de Angola, Maria Elizabeth Rank Frank, e pelo Comissário Luís da Fonseca Cadete, Director-Geral do Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais.

A actividade teve como objectivo partilhar experiências de mulheres na ciência e sensibilizar as jovens para o importante papel das mulheres no mundo da ciência. O público-alvo foram cadetes do sexo feminino da Policia Nacional e das Forças Armadas Angolanas, contando com a participação de directores do MESCTI, docentes universitários e investigadores das Instituições de Ensino Superior e de Investigação Científica e Desenvolvimento.

O Secretário de Estado para a Ciência, Tecnologia e Inovação, Prof. Doutor Domingos da Silva Neto, no seu discurso de abertura, referiu que "a importância da celebração da data, pressupõe uma forma de incentivo à inclusão social e de igualdade de oportunidades das mulheres e meninas nas carreiras científicas, realçando o contributo das mulheres que se destacaram na ciência e na investigação científica". 

A secção de palestras teve como moderadora a Dr.ª Mariana Octávio, licenciada em Ciências de Educação, docente do Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais, e como palestrantes:

  • Maria da Silva, mestre em Ciências da Saúde, docente do Instituto Superior de Ciências da Saúde;
  • Ilda Nunda, licenciada em Física, especialização em Física Médica, docente do Instituto Superior Técnico Militar;
  • Cristina Borges, doutorada em Química Orgânica (Plantas Medicinais), docente da Faculdade de Ciências da Universidade Agostinho Neto;
  • Margareth Nangacovie, licenciada em Direito, docente da Universidade Católica de Angola. 

A actividade contou ainda com a exposição de projectos de inventoras/criadoras das seguintes instituições:

  1. Centro Tecnológico Nacional, com o Projecto Cogumelos;
  2. Faculdade de Engenharia da Universidade Metodista de Angola, com o Projecto Estudo da Ritmicidade Biológica na Electrofisiologia Cardíaca de Indivíduos Saudáveis e Estudo da Electrofisiologia Cardíaca e do Comportamento de Ratos Tratados com Ancoró;
  3. Faculdade de Ciências da Universidade Agostinho Neto, com o Projecto Sistema Integrado de Gestão de Armas, Munições e Explosivos;
  4. Instituto Superior Politécnico de Tecnologias e Ciência (ISPTEC), com o  Projecto Riquezas do Lixo e Projecto de Investigação em Energias Renováveis;
  5. Instituto Superior Politécnico Dom Alexandre do Nascimento, com o Projecto sobre Apresentação Científica das Estatísticas no Género;
  6. ABC da programação;
  7. Instituto Superior Politécnico do Zango, com o Projecto de Gestão de Lojas pelo Telefone e o Projecto Litro de Luz (Iluminação nocturna ecologicamente sustentável).

 

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